Fechar

‘Estou comprada de bolsa da China com dinheiro dos meus filhos’, diz Marília Fontes, da Nord

Em entrevista ao PodInvestir, especialista em renda fixa diz que gosta do ETF XINA11

Especialista em renda fixa, é de se esperar que Marília Fontes, da Nord, esteja raspando a tigela dos produtos atrelados ao IPCA e ao CDI hoje em dia. Certo? Nem tanto. Para ela, o momento é para comprar bolsa da China.

Em entrevista ao PodInvestir, podcast original da Inteligência Financeira, a especialista surpreende. Para ela, apesar das oportunidades em modalidades mais conservadoras, o valuation de alguns produtos de renda variável anda baixo demais para a sua qualidade. Entre eles, os ativos que compõem o mercado chinês.

Marília Fontes conta, então, que compra regularmente o ETF XINA11. Investe no fundo passivo da economia chinesa com vistas ao longo prazo.

“Tudo o que você imaginar de mais tecnológico, (a China) também tem um competidor à altura. Assim, até lançar foguete”, contou. “Eu estou comprada na bolsa da China com o dinheiro deles (dos filhos)”.

A entrevista com Marília Fontes, especialista em renda fixa da Nord Investimentos ao PodInvestir está disponível em áudio e vídeo nas principais plataformas.

Para assistir no Spotify, basta clicar aqui. Mas para acompanhar no YouTube, o link é este daqui.

O programa também conversou com Marcio Verri, fundador e CEO da Kinea Investimentos. Verri, contudo, disse que as taxas das NTN-Bs estão neste momento entre as 3% mais valorizadas da história.

ETF de bolsa da China

O ETF XINA11 é de 2020 e foi lançado pela asset da XP. Ele, assim, busca replicar o índice chinês da Morgan Stanley Capital International (MSCI).

E, para Marília Fontes, o produto pode representar a porta de entrada para um mercado mal precificado hoje em dia.

“Eu acho que a China está barata. Acho que, assim, poderia ser uma grande surpresa nesse contexto mundial. Está quase tão barata como o Brasil”, disse.

Fontes destaca os avanços da potência asiática e sua capacidade de se posicionar em segmento estratégicos.

Para ela, foi por isso que o governo não se preocupou em salvar a Evergrande, maior construtora do país que quebrou e desencadeou uma crise imobiliária local.

A China optou por não estimular a economia como os Estados Unidos estimularam, deram dinheiro infinito, mais de US$ 1 trilhão em quantitative easing. Eles falam de placas solares, falam de carros elétricos

Marília Fontes, da Nord

Assista aqui a entrevista completa.

Leia a seguir

Pular para a barra de ferramentas