Mercado fica de olho na ata do Copom e tenta entender o que vem pela frente no Banco Central

Além da expectativa em torno da ata do Copom, mercado também espera que a bolsa de valores siga a trajetória de recuperação.

A divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) é o principal assunto do dia e seu conteúdo deve reverberar entre os analistas do mercado financeiro nesta terça-feira (4). É essa a principal conclusão do morning call de hoje.

Assim, vale destacar que na semana passada o colegiado elevou a taxa de juros básica da economia em um ponto percentual. Dessa maneira, a Selic pulou de 12,25% para 13,25% ao ano. A taxa reverberou nos investimentos como LCI e LCA, no Tesouro Direto, e deve fazer preço na bolsa de valores hoje.

Então, o aumento de 100 pontos-base era amplamente esperado pelo mercado. Esse acréscimo estava definido desde a última reunião do Copom do ano passado. Foi o último encontro sob a liderança de Roberto Campos Neto. No primeiro sob Gabriel Galípolo nada mudou. Assim como não mudou a perspectiva de novo aumento de um ponto no próximo encontro.

O mercado está curioso, mesmo, é para entender o que vai acontecer depois. O Banco Central vai afrouxar o ímpeto dos aumentos a partir de maio? Esta é certamente uma resposta que os especialistas esperam encontrar na ata.

Morning call e o fechamento da bolsa de valores

Janeiro foi um bom mês para o Ibovespa, que fechou em alta, rondando a casa dos 5% no acumulado do mês. Então, na sexta-feira, a bolsa fechou cotada aos 126 mil pontos. É um começo de ano auspicioso. Primeiro, porque 2024 foi frustrante para o mercado. Segundo, porque o Ibovespa iniciou o novo ano chafurdando nos 120 mil pontos.

Dessa forma, é importante destacar que o analista de ações para pessoa física do Itaú BBA, Victor Natal, acredita que a bolsa brasileira tem fôlego para 145 mil pontos. Como se vê, a corrida está apenas começando e na segunda-feira a bolsa fechou em ligeira queda de 0,13%, aos 126,9 mil pontos.

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