Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 03/04/2025
Última Atualização: 03 abr. 2025, 23:26
Ouro deve ser percebido como proteção confiável contra volatilidade do mercado
Preços do cobre caem em meio a preocupações com o enfraquecimento da demanda
Bolsa de Hong Kong não abre em função de feriado
Bolsa de Xangai não abre em razão de feriado
AGENDA DA SEMANA: Inflação no Brasil e nos EUA é destaque
AGENDA DE AMANHÃ: Payroll e Powell são destaque
O relatório de empregos (“payroll”) dos Estados Unidos referente a março é o principal destaque da agenda de indicadores desta sexta-feira, 4 de abril. Além disso, a participação do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, em evento será acompanhada pelos investidores.
Agenda de sexta-feira, 4 de abril
03/04/2025 18:52:59
— Valor Econômico
Preços do petróleo caem, pressionados por tarifas dos EUA e aumento de oferta da Opep+
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Brava lidera perdas em dia de tombo do petróleo; Auren dispara
Confira as maiores oscilações desta quinta-feira (3):
Brava ON: Cedeu 7,18% em dia de tombo nos preços dos contratos futuros de petróleo
Prio ON: Teve queda de 6,95% com a forte queda dos preços dos contratos futuros de petróleo
São Martinho ON: Recuou 5,79% em dia de queda do dólar frente ao real
Auren ON: Teve alta de 7,58% com a queda dos juros futuros
Magazine Luiza ON: Subiu 5,45% em um pregão marcado pelo fechamento da curva futura de juros
Iguatemi ON: Avançou 5,12% em um pregão marcado pelo fechamento da curva futura
03/04/2025 18:02:31
— Valor Econômico
Bolsa de Seul abre em baixa de 1,5%, aos 2.450,49 pontos, seguindo demais mercados
Bolsa de Tóquio abre em baixa de 1,2%, aos 34.304,66 pontos, com vendas generalizadas
Preço do ouro estável, apoiado por potencial demanda por refúgio seguro
Banco do Nordeste informa que Sávia Gavazza será nova presidente do conselho de administração
Agenda BC: Galípolo tem apenas despachos internos amanhã
Assessorias de investimentos enfrentam novo normal de crescimento
FECHAMENTO: Juros futuros despencam com reprecificação da política monetária após tarifas
Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira em queda robusta em todos os vértices da curva a termo, após as tarifas anunciadas pelo presidente americano, Donald Trump, levarem a uma reprecificação dos ciclos de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O movimento foi mais intenso nas taxas de médio prazo, à medida que o mercado passou a esperar não só um aumento menor da Selic este ano, como também uma flexibilização monetária mais intensa ao longo de 2026.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 teve queda de 15,01%, do ajuste anterior, para 14,74%; a do DI de janeiro de 2027 saiu de 14,85% para 14,375%; a do DI de janeiro de 2029 anotou forte baixa de 14,61% a 14,13%; e a do DI de janeiro de 2031 recuou de 14,775% para 14,37%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos terminou o pregão em queda de 3,863% para 3,70%, e a do título de dez anos do Tesouro americano caiu de 4,127% a 4,033%.
Diante do forte alívio no mercado local de juros, o Tesouro Nacional realizou uma emissão robusta de títulos prefixados no leilão de hoje, com a oferta de 24,5 milhões de papéis no total. O volume foi absorvido quase integralmente pelo mercado, e a oferta como um todo teve boa aceitação, o que também apoiou o bom desempenho dos juros futuros nesta sessão.
03/04/2025 18:09:54
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Ibovespa dribla tombo visto em Wall Street após “tarifaço” de Trump
Mesmo em um dia de forte aversão a risco nos mercados globais, na ressaca do “tarifaço” apresentado ontem pelo presidente Donald Trump, o Ibovespa demonstra certa resiliência nesta quinta-feira. Ainda que o pregão seja de forte volatilidade, o desempenho do principal índice da bolsa brasileira vai na contramão do tombo registrado em Wall Street.
Por volta das 14h30, o Ibovespa rondava a estabilidade, com alta de 0,01%, aos 131.202 pontos. No mesmo horário, o Nasdaq recuava 4,93%; o S&P 500 tinha queda de 3,82%; e o Dow Jones cedia 3,02%. Após o anúncio feito ontem por Trump, cresceu entre os investidores a visão de que as tarifas poderão afetar diretamente a economia dos EUA, levando o país a uma recessão.
Já por aqui, segundo gestores, a alta de blue chips de bancos ajuda a minimizar o desempenho mais negativo do Ibovespa, em um pregão de recuo das ações da Petrobras e da Vale. O temor com uma recessão nos EUA e com uma desaceleração da atividade global impulsionam as commodities para baixo. No horário acima, as ações PN da Petrobras caíam 3,09%, enquanto os papéis da Vale recuavam 2,81%. Já os papéis preferenciais do Bradesco eram o destaque entre as blue chips de bancos, com uma alta de 2,09%.
No mesmo horário, o dólar comercial caía 1,50%, a R$ 5,6129, em linha com o movimento global de depreciação da moeda americana. A avaliação é que as medidas tarifárias trouxeram um viés mais baixista para o dólar, num primeiro momento. Mas há quem considere que a divisa dos EUA possa se recuperar em meio a um maior pessimismo com a economia global quando as tarifas entrarem em vigor.
Já os juros futuros seguiam a tendência vista nos rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro americano) e recuavam. A queda é potencializada pela visão de que o Brasil foi “menos impactado”, já que a tarifa a produtos do país ficou no piso de 10% estabelecido por Trump. Além disso, a forte apreciação da taxa de câmbio local e o derretimento dos preços de petróleo conversam com um quadro de inflação menos pressionada no Brasil, o que poderia conter o ciclo de aperto do BC.
03/04/2025 14:40:29
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Ibovespa dribla tombo registrado em NY após “tarifaço” e fecha estável
Na contramão das fortes perdas registradas em Wall Street na ressaca do “tarifaço” anunciado ontem pelo presidente Donald Trump, o Ibovespa mostrou resiliência e fechou perto da estabilidade na sessão desta quinta-feira, com uma queda de 0,04%, aos 131.141 pontos. O pregão foi de forte volatilidade e o índice chegou a oscilar entre os 130.182 pontos e os 132.552 pontos.
Segundo operadores, a resiliência do Ibovespa pode ter sido impulsionada pelo fato de que a tarifa a ser cobrada sobre os produtos importados do Brasil será o piso, de 10%, o que será menor do que outros países, como China e União Europeia. O pregão também foi de queda dos juros futuros, o que ajudou ações domésticas, como Magazine Luiza (+5,45%) e Iguatemi (+5,12).
Também cresceu a visão de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) fará quatro cortes até dezembro, o que poderia levar os juros nos EUA para a faixa entre 3,25% e 3,50%. Preocupações em torno de uma recessão nos Estados Unidos e de uma desaceleração da economia global, em virtude das tarifas agressivas impostas por Trump, pressionaram os preços de commodities, o que atingiu em cheio ações como Vale e Petrobras. As PN da petroleira fecharam em queda de 3,23%, enquanto as ON recuaram 3,53%. Já os papéis da Vale caíram 3,62%. Outras blue chips ajudaram a limitar as perdas no Ibovespa, caso dos papéis PN do Bradesco, que subiram 1,92%.
O volume financeiro negociado no índice foi bem mais alto do que a média das últimas sessões e chegou a R$ 21,0 bilhões. Já na B3, o giro financeiro alcançou R$ 28,2 bilhões. Em Wall Street, os principais índices americanos derreteram: o Nasdaq caiu 5,97%; o S&P 500 recuou 4,84%; e o Dow Jones teve queda de 3,98%.
03/04/2025 17:24:18
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: S&P 500 tem pior dia desde 2020 em reação ao ‘tarifaço’ de Trump
O índice S&P 500 registrou seu pior desempenho diário desde junho de 2020 nesta quinta-feira (03), enquanto as demais bolsas de Nova York despencaram no pregão de hoje. Os agentes financeiros digeriram o anúncio de tarifas ‘recíprocas’ do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que vieram acima do esperado.
No fechamento, o índice Dow Jones cedeu 3,98%, aos 40.545,93 pontos, enquanto o S&P 500 registrou queda de 4,84%, aos 5.396,52 pontos. A maior desvalorização entre as bolsas foi a do Nasdaq, que despencou 5,97%, aos 16.550,60 pontos. No dia, os setores mais prejudicados foram os de energia (-7,51%) e tecnologia (-6,86%). Apenas o setor de consumo básico terminou no positivo (0,69%).
As ações de empresas de tecnologia foram o destaque negativo, especialmente para os ativos da Apple (-9,32%), Tesla (-5,47%), Meta (-8,96%), Amazon (-8,98%) e Nvidia (-7,77%).
O Brasil foi taxado em 10% pelos Estados Unidos, mesmo valor aplicado para países como Reino Unido e Austrália. A China será taxada em 34%, e a União Europeia (UE), em 20%. Considerando a taxa existente de 20% relacionada ao tráfico de fentanil, a China deve enfrentar uma tarifa total de 54%.
As tarifas ‘recíprocas’ de Trump se mostraram mais punitivas do que o esperado pelos economistas do Deutsche Bank, liderados por Matthew Luzzetti. Segundo as estimativas do banco, caso a nova política comercial dos Estados Unidos seja aplicada por um período significativo, a tarifa geral do país poderia aumentar para a faixa de 25% a 30% — os níveis mais altos desde a década de 1930.
“Embora ainda não tenhamos revisado formalmente nossas previsões para a economia dos EUA, as mais recentes ações comerciais se enquadram em nosso cenário de crescimento pessimista”, disseram. A nova política tarifária poderá reduzir o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA de 1 a 1,5 pontos percentuais, aumentando significativamente os riscos de recessão, além de adicionar uma quantia semelhante à inflação do núcleo do PCE, acrescentaram os economistas.
03/04/2025 17:14:49
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar cai 1,23% e vai a R$ 5,62 após medidas tarifárias de Trump
O dólar à vista despencou frente ao real na sessão desta quinta-feira, em linha com o movimento global de depreciação da moeda americana. As medidas tarifárias adotadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trouxeram em um primeiro momento um viés baixista para o dólar. A sessão também foi marcada por dados mais fracos do setor de serviços americano, que corroboraram a perspectiva mais pessimista em torno da atividade econômica do país.
Terminadas as negociações, o dólar à vista encerrou em queda de 1,23%, cotado a R$ 5,6285, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,5930 e tocado a máxima de R$ 5,6443, enquanto o euro comercial avançou 0,35%, a R$ 6,2046. No exterior, perto do fechamento, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, caía 1,61%, aos 102,140 pontos.
03/04/2025 17:04:23
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Petróleo despenca em meio a incertezas com tarifas recíprocas dos EUA
Os contratos futuros de petróleo despencaram nesta quinta-feira (03), puxados pelo mau humor do mercado após o anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o fechamento dos mercados ontem. A commodity segue o desempenho ruim de ativos de risco no pregão.
No fechamento, os contratos futuros de junho do petróleo Brent (referência dos mundial) caíam 6,86%, para US$ 70,14 por barril na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (referência dos EUA) com vencimento para maio cedia 6,64% para US$ 66,95 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Para Ewa Manthey e Warren Paterson, estrategistas de commodities do banco ING, a escala de algumas das tarifas de Trump aumentou as preocupações com a demanda global de petróleo. A incerteza com relação à retaliação dos parceiros comerciais dos EUA também influenciou os preços.
“Longe das tarifas, a Opep+ está realizando uma teleconferência hoje para discutir a necessidade de os membros manterem as metas de produção. A Opep+ planeja trazer 138 mil barris por dia adicionais de suprimento de volta ao mercado este mês, parte dos planos para começar a desfazer gradualmente 2,2 milhões de barris por dia de cortes de suprimento”, disseram.
03/04/2025 16:22:35
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Ouro cai com realização de lucros
Os contratos futuros do ouro tiveram queda nesta quinta-feira, com investidores realizando lucros após o novo recorde alcançado na última sessão e com o mercado digerindo o anúncio de tarifas recíprocas do presidente americano Donald Trump.
“Com o mercado atualmente instável, para muitos traders é uma questão de ‘se você não pode vender o que quer, vende o que pode’. Isso provavelmente é, em parte, o que está causando a queda nos mercados de ouro e prata, considerados ativos de refúgio, apesar do ambiente geral de aversão ao risco”, diz Jim Wyckoff, analista de ouro da Kitco.
No fechamento da Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para junho teve queda de 1,40%, cotado a US$ 3.121,7 por onça-troy.
03/04/2025 15:18:40
— Valor Econômico
Não há pressa para ajustar juros em meio a incertezas elevadas por tarifas, diz vice-presidente do Fed
GIRO DO MERCADO: Ibovespa registra alta volatilidade enquanto juros futuros e dólar despencam
O índice Ibovespa apresenta alta volatilidade nesta quinta-feira, tendo dificuldade de estabelecer uma direção, com as ações da Petrobras e da Vale em queda, mas com outras classes de ativos exibindo apreciação, como setor de bancos e varejistas. Já os juros futuros e o dólar comercial despencam, em linha com o movimento externo, seja por causa dos efeitos das medidas tarifárias, seja pelos dados mais fracos da economia americana.
Perto das 12h15, o índice Ibovespa avançava 0,10%, aos 131.315 pontos, tendo batido na mínima de 130.182 pontos e na máxima de 132.552 pontos. Já o índice S&P 500 derretia ao cair 4,04%, aos 5.441,64 pontos. No mercado de câmbio, o dólar tinha queda frente a todas as divisas mais líquidas, com o DXY perdendo 2,09%, aos 101,654 pontos. Aqui no Brasil, o dólar comercial recuava 1,58%, a R$ 5,6086, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,5930.
Os juros futuros ampliaram o ritmo de queda e tocaram mínimas intradiárias, seguindo o movimento dos Treasuries, que também passaram a cair mais com o resultado fraco do PMI do setor de serviços dos Estados Unidos, medido pelo ISM. Além disso, as taxas domésticas mostraram alívio adicional após a realização do leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional, que teve boa aceitação do mercado.
No horário citado anteriormente, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 recuava de 14,85%, do ajuste anterior, para 14,455%, após tocar a mínima intradiária de 14,43%. Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos recuava de 3,863% para 3,704%.
03/04/2025 12:21:25
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Futuros em NY e dólar no exterior derretem com temor por recessão após tarifas
Os índices futuros das bolsas de Nova York e o dólar no exterior despencam, com os rendimentos de Treasuries também em queda, refletindo a aversão ao risco diante de temores de que as tarifas de Donald Trump resultem em uma recessão na economia americana.
Por volta de 10h10, o índice futuro atrelado ao Dow Jones caía 2,92%; o do S&P 500 recuava 3,67% e o do Nasdaq tinha queda de 4,48%. O índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – caía 2,04% a 101,69 pontos, e o rendimento da T-note de dez anos recuava de 4,127% para 4,027%.
Por aqui, os juros futuros recuavam em linha com o exterior, mas em um movimento mais positivo, na medida em que agentes financeiros consideram que o Brasil ficou melhor que os seus pares ao ser sobretaxado em apenas 10%, ante tarifas de 34% à China e de 20% à União Europeia (UE).
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,01%, do ajuste anterior, para 14,84%. O dólar caía 1,34% contra o real, cotado a R$ 5,6237, dando continuidade ao alívio observado na no câmbio doméstico nas últimas sessões.
03/04/2025 10:16:12
— Valor Econômico
Maurício Quadrado desiste da compra do Digimais, de Edir Macedo
Sucessão presidencial pode trazer rali, mas também "argentinização" sem alternância de poder, diz Stuhlberger
FECHAMENTO: Bolsas têm forte queda na Europa após tarifas dos EUA
Os principais índices de ações da Europa tiveram forte queda nesta quinta-feira, após o presidente americano Donald Trump anunciar um pacote de tarifas aos parceiros comerciais dos Estados Unidos, o que incluiu uma alíquota de 20% sobre a União Europeia (UE), além de tarifas específicas a produtos como automóveis. Investidores estão preocupados com a incerteza e a escalada de tensões após o anúncio, especialmente com a França e a Alemanha demonstrando que são a favor de uma retaliação mais agressiva.
No fechamento, o índice Stoxx 600 teve queda de 2,67%, aos 522,59 pontos, em sua maior queda desde agosto do ano passado. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, recuou 1,55%, aos 8.474,74 pontos, e o DAX, de Frankfurt, cedeu 3,01%, aos 21.717,39 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 3,31%, aos 7.598,98 pontos.
O índice Stoxx de bancos, que esteve em destaque no rali das bolsas europeias no começo do ano, recuou 4,62%, e o índice Stoxx do setor de automóveis e fabricantes de autopeças teve queda de 3,82%.
O Citi vê que, com uma tarifa de 20%, o choque negativo para o crescimento da União Europeia pode ser muito maior do que o esperado, com possibilidade de chegar 1 ponto percentual, devido às “não-linearidades nas elasticidades do comércio”, dizem analistas, em relatório. Para o banco, a incerteza deve aumentar, e não diminuir, pesando ainda mais sobre o crescimento.
“O choque negativo na demanda e o provável excesso de oferta global reforçam nossa visão de que as tarifas dos EUA terão um efeito desinflacionário líquido sobre a Europa, mesmo se houver retaliação”, escrevem os analistas do banco. “O único fator inflacionário possível seria a desvalorização do euro, que normalmente acompanha aumentos tarifários, mas isso ainda não está se materializando.”
Por conta disso, mesmo com os recentes estímulos fiscais da Alemanha e da UE, o Citi avalia que o Banco Central Europeu (BCE) deve continuar tendo espaço para reduzir as taxas de juros, inclusive na próxima reunião, em abril.
03/04/2025 12:57:06
— Valor Econômico
Mesmo com ‘tarifaço’, juros nos EUA devem cair por efeito de PIB mais baixo, diz Stuhlberger, da Verde
Tarifas foram maiores do que o esperado e podem afetar inflação, diz BofA
Reunião de Galípolo com representantes do FGC é cancelada
Tesouro vende lote integral de 3 milhões de NTN-F em leilão
Tesouro vende 95,8% do lote de 21,5 milhões de LTN em leilão
BC vende oferta integral de 20 mil contratos de swap cambial em leilão de rolagem
Mercado precifica quatro cortes nos juros americanos após ‘tarifaço’ de Trump
Estrangeiros retiram R$ 485,6 milhões na B3 em 1º de abril e saldo positivo do ano vai a R$ 10,1 bilhões
Inflação induzida por tarifas deve levar Fed a manter juros este ano, diz Morgan Stanley
Bitcoin e demais criptomoedas aprofundam perdas com derrocada nos ativos de risco
Companhia de energia capta R$ 410 milhões com debênture verde
EUA: Índice de atividade do setor de serviços do ISM cai a 50,8 pontos em março; consenso 52,9
EUA: PMI de serviços da S&P Global sobe a 54,4 em março; consenso: 54,2
ABERTURA: Bolsas de Nova York despencam reagindo ao ‘tarifaço’ de Trump
As principais bolsas de Nova York despencam na abertura desta quinta-feira (03) em meio ao pessimismo do mercado com relação ao ‘tarifaço’ do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciado após o fechamento do mercado ontem. O anúncio de tarifas aos parceiros comerciais do país, com piso de 10%, reacendeu os alertas do mercado para uma possível recessão no país e impulsionou uma piora generalizada nos ativos norte-americanos.
Perto da abertura dos negócios, o índice Dow Jones tinha queda de 2,73%, aos 41.047,16 pontos, enquanto o S&P 500 caía 3,33%, aos 5.486,70 pontos. O Nasdaq tinha o pior desempenho, cedendo 4,39%, aos 16.833,54 pontos.
As ações de tecnologia registraram queda generalizada na abertura dos negócios. Os papéis da Apple tinham um dos piores desempenhos, caindo 7,94%, enquanto a Nvidia cedia 5,61%, a Tesla tinha queda de 4,11% e os ativos da Meta desvalorizavam 6,34%.
Reagindo ao pessimismo do mercado com a política comercial dos Estados Unidos, os yields da T-note de 2 anos caíam para 3,758%, de 3,863% do fechamento anterior, indicando a aversão dos agentes financeiros ao risco e a busca por ativos seguros. Já o DXY, índice que mede o desempenho do dólar norte-americano frente a uma cesta de moedas estrangeiras, anotava firme queda, de 1,96%.
Apesar da baixa generalizada dos ativos norte-americanos, os economistas da Mizuho indicaram que irão esperar os próximos dias para mudarem suas projeções de crescimento dos EUA à espera de desdobramentos, ainda que entendam que a volatilidade dos mercados nos próximos dias será alta. “A única coisa que aprendemos sobre Donald Trump, que permaneceu consistente em seu primeiro mandato e agora, é que nem tudo é o que parece à primeira vista”, disseram.
Os economistas também apontam que a precificação atual dos mercados sobre o impacto das tarifas supõe que elas entrarão em vigor, e que esta não seja apenas uma forma de negociação. Ainda assim, caso elas sejam aplicadas, a Mizuho projeta uma queda de 0,5 ponto percentual até 1 pp na previsão do PIB dos EUA, a depender da reação internacional, podendo levar o indicador para faixa de 1,5% a 2% no ano, implicando uma recessão de crescimento.
03/04/2025 10:48:59
— Valor Econômico
ABERTURA: Ibovespa avança após tarifa mínima dos EUA; Vale e Petrobras recuam
O Ibovespa opera em alta, mas com volatilidade elevada nesta quinta-feira, após os Estados Unidos aplicarem a tarifa mínima de 10% ao Brasil. Enquanto ações domésticas avançam, os papéis de Vale e Petrobras afundam diante das taxas de 34% impostas por Donald Trump sobre produtos chineses.
Por volta das 10h30, o índice subia 0,49%, aos 131.830 pontos. A mínima do dia foi de 130.182 pontos, enquanto a máxima atingiu os 131.955 pontos. No exterior, o S&P 500 tinha queda de 3,21 % e o Stoxx 600 caía 1,75%. No horário citado, o volume projetado do índice era de R$ 33 bilhões.
As ações sensíveis ao ciclo econômico sobem na sessão, diante da queda dos juros futuros: Vamos ON ganhava 5,06% e Assaí subia 5,20%, entre as maiores altas.
Já a forte queda do preço do petróleo, de quase 7% no exterior, pressiona os papéis ordinários e preferenciais da Petrobras, que recuavam 3,01% e 2,69%, respectivamente, ao passo que a ação ON da Vale cai 2,07%
03/04/2025 10:41:14
— Valor Econômico
Tesouro oferta hoje 21,5 milhões de LTN e 3 milhões de NTN-F em leilão
Ações da Petrobras abrem em queda forte e acompanham tombo nos preços de petróleo após “tarifaço” de Trump
Entenda por que dólar e juros despencam mesmo com tarifa dos EUA ao Brasil
Dólar amplia queda no exterior e juros dos Treasuries vão às mínimas do dia após tarifas de Trump
PRÉ-ABERTURA: Bolsas de NY devem abrir em forte queda após ‘tarifaço’ de Trump
Os principais índices de NY devem abrir em forte queda nesta quinta-feira (02) na medida em que os mercados reagem ao anúncio de tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feito no pós-mercado de ontem, no chamado ‘Liberation Day’.
Perto das 10h04 (horário de Brasília), os índices futuros do Dow Jones caíam 3,06%, aos 41.192 pontos, enquanto o futuro de S&P 500 tinha queda de 3,72%, aos 5.498,75 pontos, e o de Nasdaq tinha desvalorização de 4,51%, aos 18.871,25 pontos.
Ações americanas, especialmente do setor de tecnologia, também despencam no pré-mercado. Uma das quedas mais acentuadas é dos papéis da Apple, de 7,90%, devido à taxação de produtos chineses. Os ativos da Nvidia também tinham desvalorização acentuada, cedendo 6,13%. Já as ações da Tesla caíam 6,16%, também reagindo ao anúncio de Musk negando que ele sairá do seu cargo no governo Trump.
Outros ativos dos Estados Unidos também registravam queda pela manhã. Os yields da T-note de 2 anos caíam para 3,751% de 3,863% do fechamento anterior, indicando a aversão dos agentes financeiros ao risco e a busca por ativos seguros. Enquanto isso, o DXY, índice que mede o desempenho do dólar norte-americano frente a uma cesta de moedas estrangeiras, anotava firme queda, de 2,09%.
O ambiente de pessimismo é mais acentuado nos Estados Unidos. O Ibovespa opera próximo à estabilidade na abertura dos negócios. O Brasil será um dos países menos impactados pelas novas tarifas americanas, com a taxa mínima de 10%, enquanto a União Europeia enfrentará alíquotas de 20%, e a China de 34%.
03/04/2025 10:18:23
— Valor Econômico
Tarifas podem levar a economia dos EUA ‘perigosamente perto’ de recessão, diz J.P. Morgan
Dólar no exterior despenca após anúncio de tarifas e temor de recessão nos EUA
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro avança após tarifa mínima dos EUA, mas preço das commodities fica no radar
O Ibovespa futuro avança nesta quinta-feira, após o Brasil ser alvo da tarifa mínima de 10% imposta pelo presidente americano, Donald Trump. Especialistas ouvidos pelo Valor apontam que as taxas agressivas sobre produtos importados aos Estados Unidos podem colocar em risco a saúde de sua economia e dar sequência ao movimento de rotação para a bolsa brasileira no curto prazo.
Por outro lado, as alíquotas de 34% impostas à China provocam queda firme das commodities e podem afetar duramente as ações de Vale e Petrobras, de maior peso no índice.
Por volta das 9h30, o Ibovespa futuro avançava 0,44% aos 131.325 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 tombava 3,41% e o Stoxx 600 tinha queda de 1,75%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, subia 0,34% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale caíam 1,88% e os da Petrobras perdiam 2,92%.
“Estamos vendo uma forte queda das ações globais, lideradas pelos mercados americanos. Contudo, conseguimos enxergar alguma diferenciação entre países e classes de ativos. Neste momento, ‘o mercado’ está colocando a maior parte do peso dos efeitos colaterais nos EUA, com forte fechamento de taxa de juros e queda das bolsas”, aponta Dan Kawa, sócio da We Capital, em sua rede social.
Diante do choque tarifário, o preço do petróleo despencou desde o início da manhã. Além disso, a commodity acentuou as perdas após oito países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep +) concordaram em aumentar a produção de petróleo em 411 mil barris por dia em maio. No horário citado, o petróleo Brent para entrega em junho recuava 6,47% a US$ 66,71 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O minério de ferro também encerrou em leve queda em Dalian, em meio ao risco de queda da demanda.
03/04/2025 09:42:31
— Valor Econômico
EUA: Balança comercial tem déficit de US$ 122,7 bilhões em fevereiro; consenso -US$ 123,4 bilhões
EUA: Pedidos de seguro-desemprego caem para 219 mil na semana anterior; consenso: 228 mil
ABERTURA: Juros futuros despencam com tarifa menor dos EUA ao Brasil
Os juros futuros iniciaram o pregão em queda robusta, de mais de 20 pontos-base (ou 0,2 ponto percentual) nos vértices intermediários e longos da curva a termo. O movimento espelha a aversão ao risco dos mercados globais após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarífas recíprocas a diversos países. Mas, ainda que as taxas domésticas sigam a tendência externa, o movimento por aqui é mais positivo diante da percepção de que o Brasil ficou melhor que os seus pares ao ser sobretaxado em apenas 10%.
“A narrativa é de Brasil melhor no relativo. Especialmente porque está acontecendo algo raro: commodities caindo pela desaceleração esperada, mas com dólar fraco. Isso vai fazer o cenário de inflação aqui melhorar bem”, diz o chefe da tesouraria de uma importante instituição financeira local.
Com isso, por volta de 09h25, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,01%, do ajuste anterior, para 14,855%; a do DI de janeiro de 2027 baixava de 14,85% para 14,60%; a do DI de janeiro de 2029 despencava de 14,61% para 14,37%; e a do DI de janeiro de 2031 cedia de 14,775% a 14,58%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dez anos exibia baixa mais contida, de 4,127% para 4,064%.
Além das tarifas americanas, o mercado operará de olho no leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional (TN). Diante da recente postura do órgão e o alívio dos mercados hoje, é possível que o TN volte a realizar uma emissão grande de títulos.
03/04/2025 09:30:02
— Valor Econômico
Futuros das bolsas de NY despencam após ‘tarifaço’ de Trump
ABERTURA: Dólar à vista despenca e vai a R$ 5,62 após tarifa dos EUA contra o Brasil ser mais branda
O dólar à vista registra intensa depreciação frente ao real brasileiro na abertura dos negócios desta quinta-feira. O movimento ocorre em linha com o observado no exterior, em dia em que a moeda americana derrete globalmente, após os anúncios das medidas tarifárias contra importações pelos Estados Unidos no fim da tarde de ontem. Todas as moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor avançavam frente ao dólar nesta manhã. Para o Brasil, a taxa contra os produtos comprados do país foi a menor possível, de 10%, o que pode justificar esse alívio forte nesta manhã.
Perto das 9h15, o dólar à vista operava em queda de 1,40%, cotado a R$ 5,6190, depois de nos primeiros minutos chegar a bater em R$ 5,6095. Enquanto isso, o euro comercial disparava e avançava 0,93%, a R$ 6,2402. No exterior, o índice DXY derretia 2,10%, aos 101,640 pontos.
03/04/2025 09:13:06
— Valor Econômico
Opep+ anuncia aumento de produção acima do esperado e preços de petróleo recuam 6%
BCE indica, em ata, que pausa ou novos cortes de juros estão sobre a mesa na reunião de abril
PRÉ-ABERTURA: Juros e câmbio devem reagir a medidas tarifárias de Trump
Após o Brasil ter recebido a menor tarifa possível, em anúncio ontem de medidas recíprocas pelo presidente americano, Donald Trump, hoje os mercados de juros e de câmbio devem reagir a isso. Na quarta-feira à noite já houve algum efeito nos mercados dos juros futuros e também do dólar futuro, hoje, essa dinâmica deve se consolidar. Pela manhã, o dólar despencava globalmente, com o índice DXY derretendo 1,88%, aos 101,836 pontos, enquanto a a moeda americana caía 1,36% ante o florim da Hungria, 1,27% ante a coroa tcheca, 0,76% ante o peso mexicano e 0,43% contra o rand sul-africano.
Assim, é de se esperar que hoje o dólar também abra em desvalorização frente ao real, dando continuidade ao alívio observado na no câmbio doméstico nas últimas sessões. Já as taxas futuras, se acompanharem os rendimentos dos Treasuries, também devem recuar. Hoje pela manhã, o retorno do título do Tesouro americano de dez anos caía de 4,127% para 4,077%. Agora que as medidas já foram anunciadas, o que deve ficar no radar dos agentes financeiros é a reação de cada país, seja por meio de retaliação às medidas de Trump, seja por meio de medidas para se proteger. Por exemplo, reportagem do The Wall Street Journal aponta que compradores chineses estão estocando soja brasileira, enquanto Pequim retalia as medidas tarifárias.
Além desta questão, que deve ser o foco das dinâmicas do mercado hoje, haverá também dados econômicos nos Estados Unidos. Destaque para os números do setor de serviços a serem apresentados pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês). Os números de pedidos iniciais de seguro-desemprego também serão avaliados pelos agentes. Destaque também para participações de integrantes do Federal Reserve (Fed) em eventos. Agora que as medidas foram anunciadas, a atenção deve se voltar para como os dirigentes irão avaliar possíveis pressões inflacionárias no país com tais iniciativas.
No Brasil, a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém como um incômodo para o governo, e os participantes do mercado devem ficar de olho nas ações do Executivo para tentar contornar a questão. Na sessão de hoje, haverá ainda o tradicional leilão de títulos pré-fixados, e os investidores deverão acompanhar o tamanho da oferta de papéis pelo Tesouro.
03/04/2025 08:49:43
— Valor Econômico
Ouro realiza lucros e opera em queda firme, acompanhando tombo do petróleo
Bolsas da Europa têm queda expressiva em aversão ao risco após tarifas dos EUA
Assessorias de investimentos podem atingir R$ 2,5 trilhões em recursos de pessoas físicas até 2028, estima AAWZ
BCE/Guindos: Precisamos ser extremamente prudentes ao determinar postura monetária apropriada
Rendimentos dos Treasuries operam em queda firme com busca por segurança e temores de recessão após tarifas
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia recuam após tarifas de Trump; Tóquio cai 2%
As bolsas da Ásia fecharam em queda firme, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar amplas tarifas globais, em especial destinada a países da Ásia, com a China enfrentando taxas totais de 54% e o Japão de 24%.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em queda de 2,77% a 34.735,93 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,76% a 2.486,70 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,52% a 22.849,81 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve queda de 0,24% a 3.342,00 pontos.
“Fiel à sua promessa, Donald Trump tarifou pesadamente os países que ele considerava responsáveis pelo déficit de produtos dos Estados Unidos — mais notavelmente a Ásia”, dizem os estrategistas do ING, em relatório. Eles destacam que a baixa de 2,5% no yuan ante o iene, considerado um ativo seguro, resume melhor as consequências do “Dia da Libertação.
No mercado de ações chinês, os setores de eletrodomésticos e produtos de consumo lideraram as perdas. Em Tóquio, as baixas foram puxadas por ações de chips e bancos, enquanto os rendimentos dos títulos do governo japonês de 10 anos recuaram.
03/04/2025 08:04:00
— Valor Econômico
Suno capta R$ 166 milhões para fundo de energia limpa listado na B3
Petróleo tem fortes perdas em meio a temor de recessão após tarifas de Trump
Dólar no exterior recua com temor por pressão de tarifas em economia dos EUA
AGENDA DO DIA: Dados do Brasil e dos EUA são destaque
Os investidores devem acompanhar os índices de atividade do setor de serviços dos Estados Unidos e do Brasil nesta quinta-feira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do evento “Brasil Dando a Volta por Cima”, sobre entregas do governo nos dois primeiros anos de mandato. Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) devem ser acompanhados.
Veja, abaixo, os principais destaques desta quinta-feira:
FGV divulga Indicador Antecedente de Emprego de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) publica, às 8h, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) de março. Em fevereiro, o indicador registrou ligeira estabilidade ao variar -0,2 ponto em fevereiro, para 75,9 pontos. Na média móvel trimestral, o IAEmp recuou 1,3 ponto, a quarta queda seguida. Em fevereiro, o IAEmp foi influenciado pela piora de 4 dos 7 componentes do indicador, com contribuições negativas de 0,3 e 0,2 ponto dos indicadores de Tendência dos Negócios e de Situação Atual dos Negócios de Serviços, e contribuição de -0,3 pontos cada dos indicadores de Tendência dos Negócios e de Situação Atual dos Negócios da Indústria. O indicador Emprego Previsto da Indústria contribuiu com 0,7 ponto e foi o destaque entre os indicadores que tiveram contribuições positivas.
FGV divulga IPC-C1 de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) divulga, às 8h, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de março, destinado a medir a inflação para os consumidores de renda familiar de até 2,5 salários-mínimos. O IPC-C1 teve variação de 1,49% em fevereiro, de -0,09% em janeiro. A taxa acumulada em 12 meses até fevereiro de 2025 ficou em 4,05%, ante 3,14% nos 12 meses encerrados em janeiro.
S&P Global divulga PMIs de serviços e composto do Brasil de março – A S&P Global comunica, às 10h, o Índice dos Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços e composto do Brasil de março. Em fevereiro, o PMI do setor de serviços do Brasil aumentou três pontos, de 47,6 em janeiro para 50,6. O Índice Consolidado subiu dos 48,2 registrados em janeiro para 51,2, indicando uma taxa de expansão moderada. O aumento foi sustentado por um crescimento nas entradas de novos negócios, o décimo terceiro em 14 meses após uma queda em janeiro.
Tesouro realiza leilão tradicional de LTN e NTN-F – A Secretaria do Tesouro Nacional faz às 11h leilão tradicional de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F). As LTN que serão ofertadas têm vencimentos nos dias 1º de abril de 2025; 1º de abril de 2027; 1º de janeiro de 2029 e 1º de janeiro de 2032. As NTN-F vencem em 1º de janeiro de 2031 e 1º de janeiro de 2035. A liquidação financeira dos papeis ocorrerá na sexta-feira.
BCE revela ata de última reunião de política monetária – O Banco Central Europeu (BCE) revela, às 9h30 (de Brasília), a ata da sua última reunião de política monetária.
EUA divulgam balança comercial de fevereiro – O Departamento do Comércio dos EUA divulga, às 9h30 (de Brasília), os dados da balança comercial de fevereiro. A leitura anterior foi de déficit de US$ 131,4 bilhões, com estimativa de déficit de US$ 123,5 bilhões.
EUA mostram pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana – O Departamento de Trabalho dos EUA mostra, às 9h30 (de Brasília), o número de novos pedidos de seguro-desemprego requeridos na semana até 29 de março. Na semana anterior, houve 224 mil pedidos iniciais. Estimam-se 225 mil novos pedidos.
S&P Global apresenta PMIs dos EUA de março – A S&P Global apresenta, às 10h45 (de Brasília), os índices de gerentes de compras (PMI) de serviços e composto dos EUA de março. As leituras anteriores foram 51 (serviços) e 51,6 (composto). As expectativas de consenso são 54,3 e 53,5, respectivamente.
ISM publica atividade de serviços dos EUA de março – O Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) publica, às 11h (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços dos EUA de março. A leitura anterior foi de 53,5, com estimativa de 53.
Vice-presidente do Fed participa de evento – O vice-presidente do Federal Reserve Philip N. Jefferson participa de evento às 13h30 (de Brasília).
Conselheira do Federal Reserve participa de evento – A membro do conselho do Federal Reserve Lisa D. Cook participa de evento às 15h30 (de Brasília).
Japão revela gastos de consumo das famílias de fevereiro – O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão revela, às 20h30 (de Brasília), o dado de gastos de consumo das famílias de fevereiro. A leitura anterior foi de baixa de 4,5% na margem e aumento de 0,8% na base anual. Expectativas: _0,5% (margem) e -1,7% (anual).
Lula divulga ações do governo em evento ‘Brasil Dando a Volta por Cima’ – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do evento “Brasil Dando a Volta por Cima”, planejado há semanas pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) para divulgar e amplificar as ações do governo. O evento ocorre às 10h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. À tarde, Lula tem encontros com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcos Rogério Souza, e com a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo. O último compromisso do dia é com os ministros Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão), que compõem a Junta Executiva Orçamentária (JEO).
STF julga ADPF das Favelas – Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegaram a um acordo e devem concluir, a partir de 14h30, o julgamento que tem como objetivo reduzir a letalidade policial no Rio de Janeiro. A ação ficou conhecida “ADPF das Favelas” e tem gerado embates com o governo do Estado, que afirma que as decisões da Corte têm dificultado o combate ao crime organizado.
Galípolo tem audiência com representantes do FCG – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, terá uma audiência com representantes do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) às 9h. Entre os participantes, estarão o presidente do conselho de administração, Fernando Alves, e o diretor-presidente, Daniel Lima. O encontro será por videoconferência. Galípolo ainda se reúne, às 16h, com o embaixador interino dos Estados Unidos, Gabriel Escobar; o diplomata econômico, Norman Galimba, e o conselheiro econômico, Matthew Lowe. O diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti, também participa.
Diretores do BC têm audiência com representantes do Sicredi – Os diretores do Banco Central de Fiscalização, Ailton de Aquino Santos, e de Regulação, Gilneu Vivan, terão audiência com representantes do Sicredi, como o diretor-presidente César Gioda Bochi. Aquino Santos ainda tem reunião com a superintendente-executiva da Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos (Abipag), Tatiana Aranguiz Arraes, e com o conselheiro Gabriel Cohen. Já Vivan terá reunião com o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, e o diretor da secretaria extraordinária da Reforma Tributária, Juliano Moura de Oliveira às 12h. Depois, às 15h, Vivan se reúne com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o secretário de reformas econômicas, Marcos Pinto, e o coordenador-geral de regulação do sistema financeiro, Emmanuel Abreu. Os demais diretores têm previsão de despachos internos.
03/04/2025 07:23:56
— Valor Econômico
Reino Unido: PMI de serviços sobe para 52,5 em março, de 51,0 em fevereiro
Alemanha: PMI de serviços cai para 50,9 em março; consenso: 50,2
Zona do euro: PMI de serviços sobe para 51,0 em março; consenso: 50,4
Zona do euro: PPI avança 0,2% em fevereiro ante janeiro; consenso: +0,3%
Mercados asiáticos abalados por tarifas do “Dia da Libertação”
Bolsas asiáticas registram queda generalizada após anúncio de tarifas de Trump
Minério de ferro cai após tarifas do "Dia da Libertação" de Trump
ENTREVISTA: ‘Ainda veremos ações pró-crescimento com Trump’, diz Harris, da BNP Asset
Cobre cai após tarifas do Dia da Libertação de Trump
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