Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 02/04/2025

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Última Atualização: 02 abr. 2025, 22:59

Confira as últimas atualizações:
00h48

Minério de ferro sobe em meio à demanda positiva

01h36

Berkshire Hathaway planeja nova rodada de títulos em ienes

01h42

Preços do ouro podem apresentar tendência de alta nos próximos 6 a 9 meses

06h39

Ouro se aproxima de recorde antes do anúncio de tarifas de Trump

07h01

MAG Seguros tem lucro 16% maior em 2024, de R$ 311 milhões

07h03

FECHAMENTO: Bolsas da Ásia têm sinal misto com foco nas novas tarifas de Trump


As bolsas da Ásia fecharam sem direção comum, após uma sessão volátil com os investidores focados da nova rodada de tarifas prometida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e em seus impactos na região.

O índice Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 0,28% a 35.725,87 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,68% a 2.505,86 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,02% a 23.202,53 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,05% a 3.350,12 pontos.

“A natureza errática da política comercial de Trump, a incerteza sobre se os procedimentos legais serão seguidos, a clareza limitada sobre os objetivos finais, a possibilidade de Trump recuar novamente em alguns impostos e a imprevisibilidade de acordos de clientelismo para obter isenções criam incerteza sobre o efeito direto das tarifas”, diz o UBS, em relatório.

Segundo o banco, os efeitos secundários dependem de reações imprevisíveis de empresas dos Estados Unidos, de um sistema de comércio global muito mais complexo do que o que existia há 20 anos e dos consumidores americanos, cuja reação à inflação mudou.

02/04/2025 07:02:36

— Valor Econômico

08h22

Bolsas da Europa recuam antes de tarifas universais de Trump

08h38

Dólar no exterior recua em dia volátil marcado por anúncio de tarifas de Trump

08h46

PRÉ-ABERTURA: Tarifas de Trump e dados dos EUA devem orientar juros e câmbio


No dia da divulgação das medidas recíprocas a serem adotadas contra produtos importados pelos Estados Unidos, os mercados de juros e de câmbio devem se manter mais voláteis e reagir a notícias sobre o tema. Daí toda e qualquer informação a ser divulgada sobre o assunto ficar no foco dos agentes financeiros nesta quarta-feira. Mas, para além disso, os dados da economia dos Estados Unidos seguem no radar, em especial após uma rodada de números mais fracos ontem. Na sessão desta quarta-feira, o destaque fica com a publicação da geração de vagas no setor privado no país. A expectativa é que tenham sido criados 120 mil postos, acima dos 77 mil da leitura do mês de fevereiro.

Mais uma rodada de números mais fracos poderiam tirar a força dos ativos americanos e dar espaço para mais rotação, com os agentes financeiros buscando realocar seus investimentos em diferentes mercados fora dos Estados Unidos. Nesta manhã, o dólar seguia sem um único viés, com o DXY em queda de 0,14%, aos 104,111 pontos, enquanto a moeda americana exibia apreciação de 0,23% ante o peso mexicano e 1,00 contra o rand sul-africano. Já o rendimento do título do Tesouro de dez anos caía de 4,177% para 4,147%.

Com ansiedade em torno das medidas tarifárias dos EUA, o bom desempenho do real pode terminar hoje, em um misto de realização de lucro e busca por segurança no dólar. Passados os ruídos de fim de mês dos contratos de derivativos, ontem a posição líquida comprada em dólar contra o real pelo investidor estrangeiro encerrou o dia a US$ 38,4 bilhões, quase US$ 40 bilhões abaixo do pico observado em meados de dezembro do ano passado.

Do lado do dinheiro real, hoje os agentes devem ficar de olho nos números do fluxo cambial, a serem divulgados pelo Banco Central. Os dados devem trazer uma prévia do que ocorreu de entrada e saída de capital no primeiro trimestre, ainda que os dados do dia 31 de março (última segunda-feira) só venham a ser divulgados na semana que vem. Mesmo que o fluxo da última semana venha forte, dificilmente vai reverter o saldo já bastante negativo do ano.

Além das questões mencionadas, os dados de produção industrial no Brasil e as falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em evento dos 60 anos do BC, deverão ser observados pelos agentes, embora com menor chance de afetar a dinâmica dos mercados.

Também importante, a agenda econômica e o cenário político brasileiro seguem no foco. Com a questão eleitoral entrando precocemente no radar, a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, pode vir a mexer nas expectativas dos agentes. Os números apontam que o governo Lula é desaprovado por 56% da população e aprovado por 41%. É o maior percentual de desaprovação registrado na série histórica do levantamento sobre a gestão Lula, realizada pelo instituto desde abril de 2023.

02/04/2025 08:45:28

— Valor Econômico

08h58

Petróleo recua com preocupações de que tarifas dos EUA reduzam demanda

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