Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 02/04/2025
Última Atualização: 02 abr. 2025, 22:59
Órgão da indústria australiana de alumínio diz que fluxos comerciais estão em risco
Bolsa de Xangai abre em baixa de 0,9%, aos 3.319,61 pontos, à espera de PMI de serviços Caixin
Bolsa de Hong Kong abre em baixa de 2,4%, aos 22.638,21 pontos, seguindo demais mercados
AGENDA DE AMANHÃ: PMIs de serviços e dirigentes do Fed são destaque
Os índices de atividade do setor de serviços da zona do euro e dos Estados Unidos são o principal destaque da agenda desta quinta-feira, 3 de abril. Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) devem ser acompanhados.
Agenda de quinta-feira, 3 de abril
02/04/2025 19:23:40
— Valor Econômico
Master divulga redução nas taxas de CDBs após acordo com BRB
Ouro sobe com plano tarifário dos EUA e pode avançar ainda mais
Cobre escapa de tarifa dos EUA, por enquanto
Preço do ouro sobe, uma vez que tarifas de Trump aumentam apelo de refúgio seguro
Bolsa de Seul abre em baixa de 2,7%, aos 2.437,43 pontos, seguindo demais mercados
Bolsa de Tóquio abre em baixa de 1,9%, aos 35.041,67 pontos, com liquidações generalizadas
Futuros de NY sofrem tombo na abertura dos negócios da Ásia após tarifas de Trump
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: GPA dispara e CSN lidera perdas na sessão
Sobe e Desce das Ações
EMPRESA | VARIAÇÃO | COMENTÁRIO |
GPA ON | +15,84% | Teve alta. Investidores repercutiram a informação de que os acionistas do. Casino. Guichard. Perrachon e. Ronaldo. Iabrudi enviaram uma correspondência em que manifestaram apoio à convocação de uma assembleia geral extraordinária. A dupla também apoiou as propostas para destituir todo o atual conselho de administração, além da fixação de uma nova chapa, com nove membros. |
Magazine Luiza ON | +7,08% | Subiu ampliando a alta de quase 3% vista na véspera. |
Vamos ON | +7,00% | Avançou ampliando a subida de quase 1% registrada na sessão anterior. |
CSN ON | -5,17% | Teve queda antes do anúncio das tarifas de. Trump. O desempenho mais negativo do papel ocorreu na contramão da alta registrada pelos preços do minério de ferro em. Dalian. |
Cogna ON | -3,24% | Recuou revertendo a alta de mais de 3% registrada na véspera. |
Brava ON | -2,78% | Cedeu. O Goldman. Sachs rebaixou a ação da companhia, compra para neutra, com redução do preço-alvo de. R$ 23,30 para. R$ 20,60. |
– Valor Econômico
— Valor Econômico
CENÁRIO DE BOLSA: Ibovespa fecha estável após sessão volátil, antes de anúncio de Trump
CENÁRIO DE CÂMBIO: Dólar opera em alta com mercado atento a tarifas recíprocas de Trump
GIRO DO MERCADO: Juros futuros voltam a rondar a estabilidade e Ibovespa apaga queda
Algumas das principais classes de ativos do Brasil apresentam melhora nas últimas horas do pregão desta quarta-feira, depois de terem exibido um desempenho mais negativo no começo da tarde. Ainda alinhado aos Treasuries americanos, os juros futuros moderaram a alta e voltaram a rondar os ajustes da véspera. Já o Ibovespa abandonou o território negativo e, agora, exibe alta modesta.
Por volta de 16h20, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 oscilava de 14,84%, do ajuste anterior, para 14,845%, após ter tocado 14,94% na máxima intradiária. Já o Ibovespa subia 0,02%, a 131.170 pontos.
Já o dólar comercial se mantinha em alta moderada no mercado à vista, com ganho de 0,13%, a R$ 5,6906. O euro comercial, por sua vez, exibia valorização robusta de 0,72%, a R$ 6,1763.
Em Nova York, a taxa do Treasury de dez anos tinha subia de 4,177% para 4,194%. Já o índice S&P 500, referência da bolsa americana, subia 0,19%, a 5.643,80 pontos.
02/04/2025 16:25:11
— Valor Econômico
EXCLUSIVO: Preocupação do governo com taxa do novo consignado é legítima, diz presidente da Febraban
BASTIDORES: Juros do novo consignado privado ficam acima do antigo e governo muda tom de comunicação
BC teve ganho de R$ 10,082 bilhões com swaps em março até o dia 28
Anúncio de Trump foi benigno para Brasil dado o que se esperava, diz Vinci Compass
Bitcoin vira para queda após tarifaço de Trump e perde os US$ 85 mil
Peso mexicano e dólar canadense sobem frente ao dólar americano
Agenda BC: Galípolo se reúne amanhã com representantes do FGC
Se BC não tivesse autonomia, transição de governo teria tido mais volatilidade, diz Campos Neto
Futuro do dólar e do Ibovespa têm desempenho volátil após anúncio de Trump
Credenciadoras destacam oportunidades de expansão trazidas pela tecnologia
Kugler, do Fed, defende melhora nas expectativas de inflação antes de retomar cortes de juros
Futuros de índices em NY têm forte queda durante anúncio de tarifas de Trump
FECHAMENTO: Juros futuros caem após anúncio de tarifas dos EUA
Os juros futuros encerraram o pregão desta quarta-feira em queda, com exceção da ponta longa da curva a termo, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a sua política de tarifas recíprocas no fim da tarde. O Brasil será atingido com taxas de importação de 10%, o piso estabelecido pelo governo americano. Neste sentido, a percepção inicial dos investidores é de que o impacto sobre a economia do país será menor, o que abriu espaço para certo alívio no fim da sessão de hoje. Ao mesmo tempo, o movimento das taxas domésticas seguiu a tendência do mercado de Treasuries, cujos rendimentos também firmaram queda após a coletiva de Trump.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 teve queda de 14,99%, do ajuste anterior, para 14,98%; a do DI de janeiro de 2027 recuou de 14,84% a 14,795%; a do DI de janeiro de 2029 registrou baixa de 14,60% para 14,575%; e a do DI de janeiro de 2031 foi na contramão ao subir de 14,73% a 14,75%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos baixou de 3,887% para 3,863%, enquanto a do título do Tesouro americano de dez anos caiu de 4,177% a 4,128%.
02/04/2025 18:11:00
— Valor Econômico
Bandeiras detalham proposta de conta garantia em discussão sobre gestão de riscos em cartão
FECHAMENTO: Ibovespa fecha estável em pregão de baixa liquidez, antes de anúncio de Trump
O Ibovespa apresentou uma sessão bastante volátil nesta quarta-feira, em linha com o movimento registrado pelas bolsas americanas. Mais uma vez, o pregão foi de liquidez reduzida, o que potencializou as oscilações. Investidores adotaram uma postura mais cautelosa por causa do anúncio de novas medidas tarifárias pelos Estados Unidos, que está sendo feito neste momento. Depois de oscilar entre os 130.393 pontos e os 131.424 pontos, o índice encerrou perto da estabilidade, com leve alta de 0,03%, aos 131.190 pontos.
Sem o apoio de ações com peso no índice, como Vale e Petrobras, o Ibovespa teve dificuldade de registrar uma alta firme. Na contramão da subida registrada nos preços de petróleo e do minério de ferro, as ações da mineradora caíram 0,45%, enquanto as PN da petroleira cederam 0,27%.
Entre as maiores altas da sessão ficaram os papéis do GPA, que subiram 15,84%. A dispara dos papéis fez o valor de mercado da companhia chegar a R$ 1,72 bilhão, o que seria o maior desde agosto de 2023, quando o montante bateu R$ 1,77 bilhão. Na ponta contrária, entre as maiores desvalorizações ficaram as ações da CSN, que recuaram 5,17%.
O volume financeiro do índice na sessão foi de R$ 12,5 bilhões e de R$ 17,0 bilhões na B3. Em Wall Street, os principais índices americanos encerraram em alta: o Nasdaq teve alta de 0,87%; S&P 500 subiu 0,67%; e o Dow Jones avançou 0,56%.
02/04/2025 17:21:30
— Valor Econômico
Malan: Derrota da inflação não é um fim em si mesmo, mas condição essencial para atingir outros objetivos
FECHAMENTO: Em dia volátil, bolsas de NY avançam à espera de ‘tarifaço’ de Trump
Em um dia marcado pela baixa liquidez e alta volatilidade dos mercados, as bolsas de Nova York terminaram o pregão desta quarta-feira (02) em alta, seguindo o movimento dos Treasuries e à espera do anúncio das tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcado para depois do fechamento dos negócios.
No fechamento, o índice Dow Jones avançou 0,56%%, aos 42.225,32 pontos, enquanto o S&P 500 subia 0,67%, aos 5.670,97 pontos, e o Nasdaq valorizava 0,87%, aos 17.601,05 pontos. Entre as ações, o destaque foi para valorização das ações da Tesla, que subiram 5,31% após reportagem do site americano “Politico” de que Elon Musk vai se afastar de seu cargo no governo Trump.
Ao mesmo tempo, os juros dos Treasuries subiram. Perto das 17h, a T-note de 2 anos foi a 3,914% do fechamento de 3,887%.
Sobre o anúncio, um dos rumores é de que Trump estaria planejando uma tarifa de 20% sobre a maioria das importações dos Estados Unidos, mas também há relatos de que um sistema em camadas com taxas diferentes, ou uma abordagem personalizada está sendo considerado, bem como a exclusão de alguns setores sensíveis.
02/04/2025 17:09:02
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar termina em alta contra o real em dia volátil com mercado atento a tarifas de Trump
Com os participantes do mercado ansiosos antes do anúncio das tarifas recíprocas a serem adotadas pelos Estados Unidos, o câmbio doméstico enfrentou um dia de instabilidade, mas se manteve com oscilações entre margens estreitas na sessão desta quarta-feira. À espera do anúncio de Donald Trump, o dólar encerrou o dia em alta contra o real, próximo do nível de R$ 5,70, em um comportamento similar ao observado em outras moedas da América Latina.
No encerramento dos negócios no mercado à vista, o dólar terminou a quarta-feira cotado a R$ 5,6986, em alta de 0,27%. Já o euro comercial subiu 0,83% e encerrou a sessão negociado a R$ 6,1830.
Em outros mercados emergentes, o dólar operava em alta de 0,65% contra o peso mexicano no fim da tarde; subia 0,19% em relação ao peso colombiano; tinha alta de 0,98% frente ao peso chileno; e saltava 1,82% na comparação com o rand sul-africano. Já o índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de outras seis moedas principais, operava em queda de 0,40%, aos 103,844 pontos.
02/04/2025 17:06:56
— Valor Econômico
Ministério das Cidades publica regras para emissão de debêntures incentivadas em mobilidade urbana
Motta: Desafio do país é afinar fiscal com política monetária
FECHAMENTO: Petróleo avança em meio à volatilidade do ‘tarifaço’ de Trump e dólar mais fraco
Os contratos futuros de petróleo avançaram nesta quarta-feira (02) devido à alta volatilidade nos mercados, que estão à espera do anúncio sobre tarifas recíprocas pelo governo de Donald Trump. A queda do dólar também contribuiu para o movimento de alta da commodity.
No fechamento, os contratos futuros de petróleo Brent (referência mundial) subiam 0,62% a US$ 74,95 por barril na Intercontinental Exchange (ICE). Já o WTI (referência nos EUA) registrava alta de 0,72%% a US$ 71,71 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Perto das 15h55, o DXY, indicador que mede o desempenho do dólar norte-americano frente a uma cesta de moedas estrangeiras, caía 0,39%. No horário citado, a divisa dos Estados Unidos avançava 0,18% ante o real, cotado a R$ 5,6931.
Os contratos futuros de petróleo sobem apesar da alta expressiva nos estoques da commodity nos EUA. O volume armazenado subiu 6,16 milhões de barris, para 439,79 milhões de barris, na semana encerrada na última sexta-feira (28), informou o Departamento de Energia (DoE) do país. O resultado contrariou o consenso dos analistas consultados pelo “The Wall Street Journal”, que apontava para uma queda de 700 mil barris.
02/04/2025 16:01:32
— Valor Econômico
Galípolo: BC pretende entregar série de inovações na agenda evolutiva do Pix
Abecs cria base unificada de informações para combater fraudes
Tebet: Novas tarifas dos EUA poderão impactar inflação mundial e brasileira
Haddad: O dia de hoje é muito particular, não é fácil momento que estamos vivendo
Galípolo: Vejo com bons olhos debate sobre política monetária
FECHAMENTO: Ouro sobe com demanda por ativos seguros antes de 'tarifaço' de Donald Trump
Os contratos futuros do ouro fecharam em alta nesta quarta-feira, com o mercado na expectativa para o anúncio do pacote de tarifas do presidente americano Donald Trump mais tarde, que tem estado no centro das preocupações do mercado e trazido volatilidade aos ativos. O metal precioso acumula alta de 17% no ano, à medida que tem sido buscado como um refúgio em meio à instabilidade em torno dos planos do republicano.
No fechamento da Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega para junho subiu 0,64%, cotado a US$ 3.166,2 por onça-troy, renovando seu recorde de fechamento.
02/04/2025 15:03:15
— Valor Econômico
Moody's: Aquisição do Master gera elevados riscos de execução para o BRB e é negativa para rating do banco
GIRO DO MERCADO: Wall Street amplia alta em dia de forte volatilidade; dólar à vista negocia acima de R$ 5,69
Os principais índices americanos ampliavam a alta durante a tarde, em um pregão marcado pela forte volatilidade. Investidores aguardam o anúncio que será feito pelo presidente americano, Donald Trump, sobre novas medidas tarifárias, às 17h.
Por volta das 14h50, o Nasdaq tinha alta de 0,91%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones registravam ganhos de 0,54% e 0,42%, nessa ordem.
Aqui no Brasil, os ativos domésticos apresentavam um movimento mais negativo. No mesmo horário, o dólar comercial tinha alta de 0,24%, a R$ 5,6968, enquanto o Ibovespa caía 0,08%, aos 131.050 pontos.
Os juros futuros, por sua vez, ampliavam um pouco da alta. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2029 subia de 14,60%, no ajuste anterior, para 14,66%; e a do DI para janeiro de 2031 avançava de 14,73% para 14,82%.
02/04/2025 14:56:37
— Valor Econômico
Tarifas de Trump não terão impacto significativo na inflação da zona do euro, diz autoridade do BCE
BC: Fluxo cambial fica negativo em US$ 2,085 bilhões na semana
Divibank capta US$ 8,2 milhões e lança nova solução inteligente de pagamentos
GIRO DO MERCADO: À espera de Trump, ativos adotam comportamento instável no Brasil e no exterior
Os ativos domésticos enfrentam uma sessão bastante volátil nesta quarta-feira, com o mercado bastante “leve”, à espera do anúncio das tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Assim, a instabilidade deixa o dólar em alta; o Ibovespa em leve queda; e os juros futuros praticamente estáveis ao longo de toda a estrutura a termo da curva. Por volta de meio-dia, o dólar subia 0,34%, a R$ 5,7029; o Ibovespa recuava 0,14%, aos 130.966 pontos; e a taxa do DI para janeiro de 2027 passava de 14,84% no ajuste de ontem para 14,85%.
No exterior, as bolsas de Nova York esboçam alguma reação antes do “Dia da Libertação” de Trump. No horário acima, o índice Dow Jones subia 0,22%; o S&P 500 avançava 0,17%; e o Nasdaq tinha alta de 0,13%. Na renda fixa, a taxa da T-note de dez anos operava praticamente estável, ao passar de 4,177% para 4,171%; e o índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de outras seis divisas principais, recuava 0,48%, aos 103,755 pontos.
No caso do câmbio doméstico, vale notar que a moeda americana já oscilou pouco mais de R$ 0,05 e se estabiliza em torno de R$ 5,70. Participantes do mercado, em condição de anonimato, destacam o aumento de volatilidade derivado de um momento de cautela dos agentes antes do anúncio de Trump, algo semelhante ao observado nos outros mercados locais, ainda que com oscilações de menor magnitude.
02/04/2025 13:34:51
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Taxas de Treasuries e dólar no exterior recuam antes de tarifas
Os rendimentos de Treasuries e o dólar no exterior recuam, com os investidores à espera do anúncio de Donald Trump sobre novas tarifas aos parceiros comerciais dos Estados Unidos, enquanto dados da economia americana Unidos também seguem no radar.
Por volta de 10h20, o rendimento da T-Note de 2 anos caía a 3,856%, de 3,887% no fechamento anterior, e o yield do papel de 10 anos recuava a 4,125%, de 4,177%. O índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – caía 0,31%, a 103,931 pontos.
O setor privado dos Estados Unidos criou 155 mil vagas de trabalho em março, segundo dados divulgados há pouco pela Automatic Data Processing (ADP), superando o consenso de abertura de 120 mil vagas. Uma rodada de números mais fracos ontem aumentou os temores de recessão.
No mercado local, os juros futuros seguem a tendência do exterior, e recuam também apoiados pela queda inesperada da produção industrial do Brasil. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 exibia leve baixa de 14,99% do ajuste anterior para 14,985%. O dólar caía 0,31% contra o real, cotado a R$ 5,6655.
02/04/2025 13:34:36
— Valor Econômico
Antes de ‘tarifaço’ de Trump, mercado precifica três cortes nos juros pelo Fed neste ano
FECHAMENTO: Bolsas caem na Europa antes de Trump anunciar tarifas recíprocas
Os principais índices de ações da Europa fecharam em queda nesta quarta-feira, com o mercado na expectativa do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente americano Donald Trump mais tarde, que devem afetar a União Europeia (UE). A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, afirmou que, se necessário, o bloco econômico agiria em retaliação às tarifas, o que pode contribuir para a escalada de tensões comerciais e aumentar ainda mais a incerteza no cenário econômico.
No fechamento, o índice Stoxx 600 teve queda de 0,61%, aos 536,35 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, recuou 0,30%, aos 8.608,48 pontos, e o DAX, de Frankfurt, cedeu 0,66%, aos 22.390,84 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 0,22%, aos 7.858,83 pontos.
O Goldman Sachs espera que Trump anuncie tarifas mais agressivas contra a UE, incluindo uma tarifa recíproca de 15%. Na visão do banco, o bloco econômico deve reagir em retaliação, mas também irá tentar reduzir as tensões comerciais o máximo possível. “Ao contrário da guerra comercial de 2018-2020, a UE agora está equipada com instrumentos de política que permitem ampliar o escopo da retaliação contra as tarifas dos EUA, incluindo a imposição de tarifas sobre importações de serviços americanos”, observam os analistas.
02/04/2025 12:52:19
— Valor Econômico
CVM lança pesquisa sobre implementação de relatórios de sustentabilidade
Ações do GPA disparam após Casino e Iabrudi apoiarem pedido para destituir conselho
Banco Master tem R$ 16 bilhões em passivos vencendo neste ano
EUA/DoE: Estoques de petróleo sobem em 6,16 milhões de barris; consenso: -700 mil
Mastercard usa ‘gamificação’ e pegada ambiental para atrair jovens da geração Z
Estrangeiros encerram março com saldo positivo de R$ 3 bilhões, mas individuais registram déficit no mês
Juros futuros reduzem ritmo de queda, acompanhando o dólar e o exterior
EUA: Encomendas à indústria sobem 0,6% em fevereiro ante janeiro; consenso: +0,5%
BTG eleva recomendação para Caixa Seguridade para compra e reduz BB Seguridade para neutra
Grandes bancos querem apertar regras de captação após caso Master
Bitcoin contraria bolsas e sobe em ‘Dia D’ das tarifas nos EUA
ABERTURA: Bolsas caem em NY antes de 'tarifaço' de Donald Trump
Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta quarta-feira, com o mercado à espera do pacote de tarifas recíprocas de Donald Trump, que tem sido um tema central nas últimas sessões e será anunciado mais tarde, após o fechamento do pregão. A Casa Branca disse que as tarifas entrariam em vigor imediatamente, mas que Trump estava aberto a negociações. A incerteza em torno desse anúncio e das novas políticas do republicano têm causado volatilidade nos mercados.
Por volta das 10h35 (de Brasília), o índice Dow Jones tinha queda de 0,56%, aos 41.750,12 pontos, o S&P 500 recuava 0,69%, aos 5.594,32 pontos, e o Nasdaq caía 0,80%, aos 17.310,813 pontos. Todos os setores do S&P 500 operavam em queda, com consumo discricionário (-1,23%) e tecnologia (-0,86%) liderando as perdas.
“Embora o anúncio traga mais clareza sobre a política comercial, ele não encerrará as incertezas”, dizem Vail Hartman e Ian Lyngen, estrategistas do BMO Capital Markets, em nota. “As retaliações dos parceiros comerciais dos EUA são praticamente inevitáveis, tornando esse apenas o primeiro passo de um processo que pode se arrastar por meses.”
02/04/2025 10:44:49
— Valor Econômico
ABERTURA: Ibovespa opera estável com alta volatilidade antes de tarifas de Trump
O Ibovespa opera com volatilidade elevada e ronda a estabilidade nesta quarta-feira, enquanto investidores aguardam o anúncio do choque tarifário dos Estados Unidos, a ser realizado às 17h (horário de Brasília). Os preços do petróleo recuam diante das incertezas com as alíquotas americanas e pressionam as ações da Petrobras, o que prejudica o desempenho do índice.
Por volta das 10h30, o índice cedia 0,03%, aos 131.104 pontos. A mínima do dia é de 130.053 pontos, enquanto a máxima é de 131.424 pontos. No exterior, o S&P 500 tinha queda de 0,48 % e o Stoxx 600 caía 1,08%.
No Brasil, o mercado avalia a pesquisa Genial/Quaest, que apontou desaprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por 56% da população, o maior percentual registrado na série histórica do levantamento sobre a gestão atual.
Entre as maiores altas, GPA ON avançava 3,63%, enquanto Localiza ON subia 3,16%. Na ponta negativa, CSN ON recuava 3,38% e Prio ON cedia 3,12%, ao passo que Petrobras PN pedia 0,64% e ON tinha queda de 0,76%.
02/04/2025 10:42:34
— Valor Econômico
Lagarde alerta sobre impactos negativos de tarifas no mundo todo
Imposto de Renda: Problemas para preencher declaração online persistem e contribuintes voltam a reclamar nas redes
PRÉ-ABERTURA: Bolsas em NY devem abrir em queda com mercado na expectativa de ‘tarifaço’ de Trump
Os principais índices de ações de Nova York devem abrir em queda nesta quarta-feira, com o mercado na expectativa do pacote de tarifas recíprocas que será anunciado pelo presidente americano Donald Trump mais tarde nesta quarta-feira.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones recuava 0,70%, o S&P 500 cedia 1% e o Nasdaq tinha queda de 1,26%.
Não se sabe ao certo o que pode se esperar dos planos de Trump para o “Dia da Liberação”, como ele tem chamado, e a incerteza em torno disso tem trazido volatilidade aos mercados. A expectativa é de que o anúncio mais tarde deve trazer alguma clareza, mas também pode ser apenas um ponto de partida para mais instabilidade.
Em nota, analistas do Deutsche Bank destacam que um ponto-chave é a maneira como outros países vão reagir, citando a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que afirmou que, se necessário, o bloco econômico agiria em retaliação às tarifas.
“O presidente Trump já declarou que qualquer retaliação pode ser respondida com novas tarifas dos EUA, o que aumenta o risco de uma espiral de escalada tarifária”, dizem os analistas.
No cenário macro, o setor privado dos Estados Unidos criou 155 mil vagas de trabalho em março, segundo dados divulgados há pouco pela Automatic Data Processing (ADP), mais que o consenso de 120 mil. Os investidores também acompanham a divulgação de dados de de encomendas à indústria e de estoques de petróleo, mas o anúncio das tarifas recíprocas deve ser o principal gatilho para os mercados nesta quarta.
02/04/2025 10:07:17
— Valor Econômico
CVM emite “stop order” para GRF Assessoria e sócio
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro ronda estabilidade com incerteza tarifária dos EUA
As incertezas em torno do anúncio das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, devem manter a volatilidade elevada nesta quarta-feira. Assim, o Ibovespa futuro ronda a estabilidade, em um dia de preço misto das commodities no exterior. No Brasil, o mercado deve reagir à pesquisa Genial/Quaest, que aponta desaprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por 56% da população.
Por volta das 9h30, o Ibovespa futuro caía 0,05%, aos 131.590 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 cedia 0,47% e o Stoxx 600 tinha queda de 0,76%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, perdia 0,26% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale caíam 0,66% e os da Petrobras cedia 0,18.
Desde a semana passada, há rumores a respeito de como o choque tarifário pode ser realizado, desde incidir sobre um grupo de países ou todos os parceiros comerciais, com taxas de até 20%. No entanto, restam muitas dúvidas sobre os impactos na economia americana e como o Federal Reserve (Fed) deve reagir à imposição das tarifas. Nos últimos dias, gestores reiteraram que cortes de juros americanos podem ser gatilhos importantes para o desempenho do Ibovespa.
No Brasil, a pesquisa eleitoral divulgada hoje mostra a desaprovação do governo Lula por 56% da população, o maior percentual registrado na série histórica do levantamento sobre a gestão Lula, realizada pelo instituto desde abril de 2023. A aprovação é de 41%. As pesquisas eleitorais têm causado algum impacto nos ativos, mas participantes do mercado consideram prematura a antecipação do debate sobre o ciclo eleitoral.
02/04/2025 09:40:04
— Valor Econômico
Galípolo: Uma das melhores coisas que um presidente do BC pode fazer é dar condições para que os servidores possam entregar tudo o que já vêm entregando
EUA: Setor privado cria 155 mil vagas em março, diz ADP; consenso: +120 mil
Correção: AGENDA DO DIA: Tarifas de Trump e produção industrial no Brasil são destaque
ABERTURA: Dólar à vista inicia sessão em leve queda com medidas tarifárias dos EUA no radar
O dólar à vista abriu as negociações desta quarta-feira em queda frente ao real, em uma sessão que pode ser marcada pela maior volatilidade diante das expectativas dos agentes financeiros sobre as medidas tarifárias a serem adotadas pelos Estados Unidos. Nesta manhã, dados de geração de vagas no setor privado nos EUA vieram acima do consenso, mas mexeram pouco nas dinâmicas dos mercados globais.
Por volta das 9h20, o dólar à vista exibia desvalorização de 0,19%, cotado a R$ 5,6725, enquanto o euro comercial avançava 0,06%, cotado a R$ 6,1283. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, caía 0,16%, aos 104,092 pontos.
02/04/2025 09:23:36
— Valor Econômico
ABERTURA: Juros futuros recuam com queda da produção industrial e em linha com o exterior
Os juros futuros iniciaram o pregão em queda, apoiados pelo recuo inesperado de 0,1% da produção industrial do Brasil em fevereiro ante janeiro – a mediana das projeções de analistas consultados pelo Valor apontava alta de 0,3%. Além disso, o movimento das taxas segue a tendência dos Treasuries americanos, em meio à cautela dos investidores antes do anúncio do “tarifaço” prometido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Por volta de 9h20 a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 exibia leve baixa de 14,99% do ajuste anterior para 14,985%; a do DI de janeiro de 2027 cedia de 14,84% a 14,80%; a do DI de janeiro de 2029 recuava de 14,60% para 14,535%; e a do DI de janeiro de 2031 tinha queda de 14,73% a 14,69%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos baixava de 3,887% a 3,887%, e a do título de dez anos do Tesouro americano recuava de 4,177% a 4,149%.
02/04/2025 09:22:54
— Valor Econômico
Rendimento de Treasuries recuam e devem continuar em queda, a menos que Trump reverta tarifas
Petróleo recua com preocupações de que tarifas dos EUA reduzam demanda
PRÉ-ABERTURA: Tarifas de Trump e dados dos EUA devem orientar juros e câmbio
No dia da divulgação das medidas recíprocas a serem adotadas contra produtos importados pelos Estados Unidos, os mercados de juros e de câmbio devem se manter mais voláteis e reagir a notícias sobre o tema. Daí toda e qualquer informação a ser divulgada sobre o assunto ficar no foco dos agentes financeiros nesta quarta-feira. Mas, para além disso, os dados da economia dos Estados Unidos seguem no radar, em especial após uma rodada de números mais fracos ontem. Na sessão desta quarta-feira, o destaque fica com a publicação da geração de vagas no setor privado no país. A expectativa é que tenham sido criados 120 mil postos, acima dos 77 mil da leitura do mês de fevereiro.
Mais uma rodada de números mais fracos poderiam tirar a força dos ativos americanos e dar espaço para mais rotação, com os agentes financeiros buscando realocar seus investimentos em diferentes mercados fora dos Estados Unidos. Nesta manhã, o dólar seguia sem um único viés, com o DXY em queda de 0,14%, aos 104,111 pontos, enquanto a moeda americana exibia apreciação de 0,23% ante o peso mexicano e 1,00 contra o rand sul-africano. Já o rendimento do título do Tesouro de dez anos caía de 4,177% para 4,147%.
Com ansiedade em torno das medidas tarifárias dos EUA, o bom desempenho do real pode terminar hoje, em um misto de realização de lucro e busca por segurança no dólar. Passados os ruídos de fim de mês dos contratos de derivativos, ontem a posição líquida comprada em dólar contra o real pelo investidor estrangeiro encerrou o dia a US$ 38,4 bilhões, quase US$ 40 bilhões abaixo do pico observado em meados de dezembro do ano passado.
Do lado do dinheiro real, hoje os agentes devem ficar de olho nos números do fluxo cambial, a serem divulgados pelo Banco Central. Os dados devem trazer uma prévia do que ocorreu de entrada e saída de capital no primeiro trimestre, ainda que os dados do dia 31 de março (última segunda-feira) só venham a ser divulgados na semana que vem. Mesmo que o fluxo da última semana venha forte, dificilmente vai reverter o saldo já bastante negativo do ano.
Além das questões mencionadas, os dados de produção industrial no Brasil e as falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em evento dos 60 anos do BC, deverão ser observados pelos agentes, embora com menor chance de afetar a dinâmica dos mercados.
Também importante, a agenda econômica e o cenário político brasileiro seguem no foco. Com a questão eleitoral entrando precocemente no radar, a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, pode vir a mexer nas expectativas dos agentes. Os números apontam que o governo Lula é desaprovado por 56% da população e aprovado por 41%. É o maior percentual de desaprovação registrado na série histórica do levantamento sobre a gestão Lula, realizada pelo instituto desde abril de 2023.
02/04/2025 08:45:28
— Valor Econômico
Dólar no exterior recua em dia volátil marcado por anúncio de tarifas de Trump
Bolsas da Europa recuam antes de tarifas universais de Trump
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia têm sinal misto com foco nas novas tarifas de Trump
As bolsas da Ásia fecharam sem direção comum, após uma sessão volátil com os investidores focados da nova rodada de tarifas prometida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e em seus impactos na região.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 0,28% a 35.725,87 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,68% a 2.505,86 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,02% a 23.202,53 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,05% a 3.350,12 pontos.
“A natureza errática da política comercial de Trump, a incerteza sobre se os procedimentos legais serão seguidos, a clareza limitada sobre os objetivos finais, a possibilidade de Trump recuar novamente em alguns impostos e a imprevisibilidade de acordos de clientelismo para obter isenções criam incerteza sobre o efeito direto das tarifas”, diz o UBS, em relatório.
Segundo o banco, os efeitos secundários dependem de reações imprevisíveis de empresas dos Estados Unidos, de um sistema de comércio global muito mais complexo do que o que existia há 20 anos e dos consumidores americanos, cuja reação à inflação mudou.
02/04/2025 07:02:36
— Valor Econômico
MAG Seguros tem lucro 16% maior em 2024, de R$ 311 milhões
Ouro se aproxima de recorde antes do anúncio de tarifas de Trump
Preços do ouro podem apresentar tendência de alta nos próximos 6 a 9 meses
Berkshire Hathaway planeja nova rodada de títulos em ienes
Minério de ferro sobe em meio à demanda positiva
Receba as principais notícias de economia, investimentos e negócios no seu celular! Inscreva-se no canal da Inteligencia Financeira no WhatsApp agora.
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com redacaoif@inteligenciafinanceira.com.br