Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 24/03/2025
Última Atualização: 24 mar. 2025, 22:37
Bolsa de Hong Kong abre em baixa de 1,1%, aos 23.643,32 pontos, seguindo demais mercados
Bolsa de Xangai abre estável, aos 3.370,00 pontos, com realização de lucros
AGENDA DE AMANHÃ: Ata do Copom é destaque
A ata da decisão de semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central é o principal destaque da agenda desta terça-feira, 25 de março. No exterior, o índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos referente a março deve ser observado pelos investidores.
Agenda de terça-feia, 25 de março
24/03/2025 18:52:06
— Valor Econômico
BASTIDORES: Governo deve propor que teto de juros do consignado do INSS suba para 1,88% ao mês
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SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Embraer tomba e Brava amplia ganhos
Confira as maiores oscilações desta terça-feira (24):
Embraer ON: Recuou 4,70%, revertendo a alta vista na sessão anterior
Hapvida ON: Teve queda de 4,15%. Analistas do Goldman Sachs e do BTG Pactual cortaram o preço-alvo dos papéis, mas mantiveram a recomendação de compra
Rumo ON: Cedeu 3,94%, ampliando a queda vista nas últimas duas sessões
Brava ON: Teve alta de 10,19%, ampliando a alta de quase 6% registrada na sessão anterior, após a apresentação do balanço da empresa
CVC Brasil ON: Subiu 7,07%, em um movimento de correção após duas sessões seguidas de queda
Usiminas PNA: Avançou 1,38%, revertendo a queda vista nas duas últimas sessões. O dia também é de alta mais expressiva dos preços do minério de ferro
24/03/2025 18:12:20
— Valor Econômico
Novo consignado privado ultrapassa R$ 50 bi em demanda; grandes bancos ainda não entraram
Bolsa de Seul abre em alta de 0,8%, a 2.653,04 pontos, em linha com otimismo nos EUA
Bolsa de Tóquio abre em alta de 0,9%, a 37.953,15 pontos, puxada por eletrônicos e automóveis
Agenda BC: Galípolo se reúne com embaixadores e recebe deputados federais
FECHAMENTO: Juros futuros têm forte alta com fiscal no foco e ponta curta volta a 15%
Após a descompressão de risco neste início de 2025, os juros futuros voltaram a apresentar sensibilidade à pauta fiscal nesta segunda-feira, diante das discussões em torno das medidas do governo para estimular a demanda. As taxas subiram em ritmo forte em toda a extensão da curva a termo e, assim, deram sequência à tendência iniciada na semana passada, quando a postura mais conservadora do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fez os investidores se moverem em direção à uma taxa Selic mais elevada no ciclo atual de aperto.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 avançou de 14,955%, do ajuste anterior, para 15,03%; a do DI de janeiro de 2027 subiu de 14,765% a 14,92%; a do DI de janeiro de 2029 teve alta de 14,535% para 14,72%; e a do DI de janeiro de 2031 aumentou de 14,66% a 14,84%.
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries americanos também subiram em ritmo forte diante de novas ameaças tarifárias do presidente Donald Trump e dados econômicos que indicaram robustez da economia americana. A taxa da T-note de dez anos encerrou a sessão em alta, de 4,258% para 4,340%, movimento que também pode ter pressionado a curva a termo doméstica.
24/03/2025 18:08:31
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Ibovespa vai às mínimas com incerteza sobre tarifas e dólar à vista supera R$ 5,74
O Ibovespa foi às mínimas durante a tarde desta segunda-feira, em meio a uma queda mais intensa das ações de blue chips. Segundo operadores, as incertezas cresceram com a tarifação que será aplicada no próximo dia 2 de abril.
A jornalistas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que em um futuro muito próximo anunciará tarifas sobre automóveis, alumínio e produtos farmacêuticos.
Por volta das 14h40, o Ibovespa caía 0,89%, aos 131.164 pontos, na mínima do dia. Entre as blue chips, as ações da Vale caíam 0,47%. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo voltou a ficar forte a pressão do governo federal para que a mineradora compre a Bamin, empresa sediada na Bahia e controlada por um grupo do Cazaquistão. Ações de bancos também recuavam, caso das units do Santander, que caíam 1,45%.
Já o dólar à vista passou a subir mais, em meio a temores com as tarifas de Trump, com a moeda americana ganhando terreno na maioria dos mercados mais líquidos. No horário mencionado acima, o dólar comercial avançava 0,55%, a R$ 5,7488, enquanto há cerca de 20 minutos a moeda apreciava 0,22%. Já o euro comercial exibia valorização de 0,29%, a R$ 6,2007.
Acompanhando a piora dos demais ativos domésticos, os juros futuros aceleraram a alta nesta tarde, em especial nos vértices mais curtos da curva a termo, que antes operavam ao redor dos ajustes da véspera. No horário citado, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 subia de 14,765%, do ajuste anterior, para 14,835%.
24/03/2025 14:52:09
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Sem apoio de Vale e Petrobras, Ibovespa tem dia de correção
Depois de anotar uma queda tímida ao longo da manhã, o Ibovespa intensificou as perdas durante a tarde em meio ao recuo das ações da Petrobras e da Vale. O dia foi de realização na bolsa depois de uma subida de mais de 2,60% na semana passada. Temores em torno das tarifas que podem ser anunciadas pelo presidente americano, Donald Trump, nos próximos dias, voltaram a elevar a cautela de investidores. O índice fechou em queda de 0,77%, aos 131.321 pontos, oscilando entre os 130.992 pontos e os 132.424 pontos.
A sessão começou com turbulência. Falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o evento Rumos, promovido pelo Valor, chegaram a intensificar a piora dos ativos domésticos, ao citar que mudanças no arcabouço podem ser feitas para aprimorá-lo. Minutos depois, um tuíte feito pelo próprio chefe da equipe econômica ajudou a aliviar os mercados.
Entre as blue chips, o dia foi de perdas para os papéis da Petrobras. As PN da petroleira recuaram 0,14% e as ON contraíram 0,25%. Hoje, analistas do UBS BB cortaram o preço-alvo dos recibos de ações (ADRs) negociados em NY, de US$ 18,10 para US$ 16,30, reiterando a recomendação de compra dos papéis. Da mesma forma, as ações da Vale cederam 0,52%. Segundo o jornal O Globo, voltou a aumentar a pressão do governo federal para que a Vale compre a Bamin.
O volume financeiro negociado no índice foi de R$ 13,8 bilhões e de R$ 18,4 bilhões na B3. Já em Wall Street, o dia foi de forte alta: o Nasdaq subiu 2,27%; o S&P 500 avançou 1,76%; e o Dow Jones teve ganho de 1,42%.
24/03/2025 17:22:45
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas de NY tÊm alta firme com perspectiva de tarifas mais brandas e dados resilientes na economia
Os principais índices acionários de Nova York fecharam esta segunda-feira (24) em alta firme, impulsionados pela perspectiva de que as tarifas que serão aplicadas pelos Estados Unidos no dia 2 de abril, chamado pelo presidente Donald Trump de ‘Liberation Day’, serão mais brandas do que as medidas anunciadas anteriormente. Além disso, dados indicando resiliência na economia americana também impulsionam o desempenho das bolsas.
No fechamento, o índice Dow Jones subia 1,42%, aos 42.583,32 pontos, enquanto o S&P 500 avançava 1,76%, aos 5.767,57 pontos, e o Nasdaq tinha valorização de 2,27%, aos 18.188,59 pontos. Entre os setores, o destaque positivo vão para os ativos de consumo discricionário (4,07%), com as ações da Amazon subindo 3,59%.
Assessores e aliados de Donald Trump disseram que as taxas a serem anunciadas devem ser mais direcionadas do que a série de taxas que ele tem ameaçado. Segundo relatos da mídia, as novas tarifas podem excluir alguns países e serem mais restritas em escopo.
Para além das notícias de política comercial dos EUA, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto do país, que reúne dados do setor industrial e de serviços, subiu de 51,6 em fevereiro para 53,5 em março, mostrando sinais de resiliência em uma economia na qual se chegou a cogitar um movimento de recessão.
Ainda assim, para Chris Beauchamp, analista chefe de mercado do IG, o movimento de alta visto pode se estender apenas no curto prazo. Segundo ele, as condições atuais nas bolsas se alinham com a sazonalidade histórica do mercado em baixa.
“Os padrões sazonais indicam que qualquer recuperação de curto prazo pode ser passageira em vez de sustentável”, disse.
“O quadro técnico do S&P 500 mostra uma fraqueza clara, com o índice sendo negociado abaixo de sua média móvel de 200 dias – uma linha divisória tradicional entre mercados de alta e baixa. Mais preocupante é que mais de 50% dos constituintes do índice também estão sendo negociados abaixo de suas respectivas médias móveis de 200 dias”, disse.
24/03/2025 17:15:13
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar à vista avança em linha com o exterior e com fiscal no radar
O dólar à vista encerrou a sessão desta segunda-feira em alta contra o real, em um dia em que a moeda americana exibiu valorização na maioria dos mercados mais líquidos acompanhados pelo Valor. A variação no Brasil foi um pouco mais forte do que nos pares (com o desempenho do real entre os piores do dia), o que pode refletir algum mau humor do investidor com a questão fiscal, em um dia marcado por declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Encerradas as negociações, o dólar à vista registrou alta de 0,61%, cotado a R$ 5,7517, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,7028 e encostado na máxima de R$ 5,7722. Já o euro comercial exibiu apreciação de 0,48%, cotado a R$ 6,2128. O real apresentava o terceiro pior desempenho do dia, perto do fechamento, melhor apenas do que o iene japonês e o florim da Hungria. Já o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,20%, aos 104,290 pontos.
24/03/2025 17:14:35
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Petróleo sobe com perspectiva de tarifas mais brandas
Os contratos futuros do petróleo fecharam em firme alta nesta segunda-feira, com a perspectiva de que as tarifas recíprocas a serem anunciadas pelos Estados Unidos no dia 2 de abril serão mais brandas do que o esperado. Investidores permanecem cautelosos quanto às incertezas em torno da política comercial americana, mas essa notícia contribuiu para aliviar, em parte, o mau humor do mercado.
Por outro lado, a implementação das tarifas irá coincidir com o aumento de produção planejado pela Opep+, o que segue no radar do mercado e tende a pressionar os preços do petróleo.
No fechamento, o futuro do petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em maio teve alta de 1,16%, cotado a US$ 73 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Já o petróleo WTI (referência americana) com entrega prevista para o mesmo mês subiu 1,22%, a US$ 69,11 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
24/03/2025 15:54:26
— Valor Econômico
Fundo Sororitê Ventures atrai grandes nomes para impulsionar empreendedorismo feminino
O fundo Sororitê Ventures, focado em startups fundadas por mulheres, anuncia novos investidores de peso, como Vox Capital e Monashees, impulsionando o empreendedorismo feminino no Brasil.
Fed/Bostic: Não vejo inflação voltando para a meta de 2% até meados de 2027
Cadastro Positivo amplia taxas de aprovação de crédito das empresas em 22% e reduz inadimplência em 12%, diz Serasa
FECHAMENTO: Bolsas caem na Europa com mercado cauteloso sobre tarifas americanas
Os principais índices de ações da Europa fecharam em leve queda nesta segunda-feira, revertendo a alta vista mais cedo.
O mercado ganhou fôlego com a perspectiva de que as tarifas recíprocas que serão anunciadas pelos Estados Unidos no dia 2 de abril não devem ser tão agressivas, segundo notícia do “Wall Street Journal”. Mas apesar disso, investidores permanecem cautelosos diante da incerteza em torno da política comercial americana.
No fechamento, o índice Stoxx 600 recuou 0,13%, aos 548,93 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, cedeu 0,10%, aos 8.638,01 pontos, e o DAX, de Frankfurt, caiu 0,17%, aos 22.852,66 pontos. O CAC 40, de Paris, teve queda de 0,26%, aos 8.022,33 pontos.
24/03/2025 14:06:42
— Valor Econômico
PALAVRA DO GESTOR: Os conselhos e a temporada de assembleias
IIF: Ações dos EUA têm desempenho abaixo de pares globais com incerteza econômica no país
Bancos têm queda de 21% em volume nos canais de atendimento ao cliente em 2024
Oi informa acordo com credores para capitalizar companhia
Bitcoin dispara após notícia de tarifas americanas mais brandas
O Bitcoin subiu após anúncio de exclusões em tarifas de Trump e com a manutenção das projeções do Federal Reserve. Indicadores de mercado também apontam para reversão de tendência.
Fundador e CEO global do Nubank retoma liderança direta da operação da companhia
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Embraer lidera perdas e CVC dispara em dia de correção
Confira as maiores oscilações desta segunda-feira (24):
Embraer ON: Tem queda de 4,61%, revertendo a alta vista na sessão anterior
Marfrig ON: Recua 4,45%. As ações da companhia passam por um dia de correção após subir por quatro sessões seguidas
Cogna ON: Contrai 1,98%, ampliando as perdas vistas nas últimas duas sessões. No acumulado do mês, porém, as ações sobem mais de 22%
CVC ON: Tem alta de 8,59%, em um movimento de correção após duas sessões seguidas de queda
Brava ON: Avança 4,35%, ampliando a alta de quase 6% registrada na sessão anterior, após a apresentação do balanço da empresa
Usiminas PNA: Sobe 3,63%, revertendo a queda vista nas duas últimas sessões. O dia também é de alta mais expressiva dos preços do minério de ferro
24/03/2025 12:16:59
— Valor Econômico
Shell, Stix e Livelo fazem acordo para facilitar pagamento de abastecimento com pontos
A Livelo, empresa de recompensa da holding EloPar, e a Stix anunciaram que os clientes Livelo poderão utilizar seus pontos como parte do pagamento em abastecimentos realizados via Shell Box. “Com essa iniciativa, nós conseguimos ajudar os consumidores a otimizarem os gastos do dia a dia e trazemos mais um argumento de venda para os […]
Inter cresce 151% em emissões de dívida, mais que o dobro do mercado em 2024
Galípolo circula em jantares e amplia contato com mundo político
Receita abre nesta segunda-feira consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda
EUA: PMI composto da S&P Global sobe a 53,5 em março (preliminar), de 51,6 em fevereiro
AGENDA DO DIA: Relatório Focus e PMI dos EUA são destaques
A sessão desta segunda-feira deverá ser marcada pela apresentação das projeções do relatório Focus (a ser divulgado às 8h25). No exterior, a prévia do índice gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) de março é destaque, em dia em que também será apresentado o índice de atividade nacional de fevereiro, pelo Federal Reserve (Fed) de Chicago. Além disso, declarações de integrantes do BC americano estarão no radar dos agentes financeiros.
FGV divulga IPC-S da terceira quadrissemana de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) divulga, às 8h, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da terceira quadrissemana de março. O IPC-S da segunda quadrissemana de março de 2025 subiu 0,95% e acumula alta de 4,91% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Habitação cuja taxa de variação passou de 3,40%, na primeira quadrissemana de março de 2025 para 2,28% na segunda quadrissemana de março de 2025. Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (1,14% para 0,81%), Despesas Diversas (0,85% para 0,56%) e Vestuário (0,30% para 0,24%). Em contrapartida, os grupos Alimentação (1,34% para 1,49%), Educação, Leitura e Recreação (-1,96% para -1,74%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,53% para 0,57%) e Comunicação (0,40% para 0,59%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.
BC divulga boletim Focus da semana – O Banco Central (BC) divulga, às 8h25, o Boletim Focus da semana encerrada em 21 de março. A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira em 2025 voltou a ser reduzida, de 5,68% para 5,66%. Para 2026, ao contrário, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada, de 4,40% para 4,48%. Para 2027, seguiu em 4,00%. Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas foi mantida em 15% no fim de 2025, em 12,50% no fim de 2026, e em 10,50% em 2027. A mediana das projeções dos economistas do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2025 foi ajustada de 2,01% para 1,99%. Para 2026, a mediana das expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzida de 1,70% para 1,60%, e, para 2027, foi mantida em 2,00%. A mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim de 2025 foi ajustada de R$ 5,99 para R$ 5,98. Para 2026, a mediana das expectativas para a moeda americana foi mantida em R$ 6,00 entre uma semana e outra. Para 2027, também ficou estável, em R$ 5,90.
Secex apresenta balança comercial da terceira semana de março – A Secretaria de Comércio (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apresenta, às 15h, o resultado da balança comercial referente à terceira semana de março. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,80 bilhão na segunda semana de março, informou a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic). O valor é resultado de exportações de US$ 7,56 bilhões e importações de US$ 5,76 bilhões no período.
Em março, a balança acumula superávit de US$ 4,83 bilhões e, no ano, tem saldo positivo de US$ 6,76 bilhões.
S&P Global apresenta prévia dos PMIs dos EUA de março – A S&P Global apresenta, às 10h45 (de Brasília), as prévias dos índices de gerentes de compras (PMI) do setor industrial, de serviços e composto dos EUA de março. As leituras anteriores foram 52,7 (indústria), 51 (serviços) e 51,6 (composto). As expectativas de consenso são 51,9, 51,2 e 51,5, respectivamente.
Fed de Chicago apresenta índice de atividade nacional de fevereiro – O Federal Reserve de Chicago apresenta, às 9h30 (de Brasília), seu índice de atividade nacional de fevereiro. A leitura anterior foi de -0,03 ponto, com expectativas a +0,08.
Presidente do Fed de Atlanta participa de evento – O presidente do Federal Reserve (Fed) de Atlanta, Raphael Bostic, participa de evento às 14h45 (de Brasília).
Vice de Supervisão do Fed participa de evento – O vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michael S. Barr, participa de evento às 16h10 (de Brasília).
Lula faz visita de Estado ao Japão – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está no Japão para uma visita de Estado. Na sequência, Lula vai para o Vietnã.
Haddad profere palestra em evento do ‘Valor’ – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será um dos palestrantes no evento “Rumos 2025, promovido pelo “Valor Econômico” em São Paulo. A participação do ministro será às 9h. Às 14h, Haddad recebe o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso Dias Cardoso, e, às 15h, o presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), Guilherme Noronha.
Galípolo tem despachos internos em Brasília – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, tem previsão de despachos internos em Brasília.
Diretor do BC participa de reunião organizada pelo BIS – O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, participará de reunião do CGMP Meeting organizado pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês). A participação será por videoconferência entre 12h e 12h30. Os demais diretores têm previsão de despachos internos.
Agenda de Mercadante não divulgada – A agenda do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, não foi divulgada.
24/03/2025 07:37:40
— Valor Econômico
ABERTURA: Bolsas sobem em NY com perspectiva de tarifas mais brandas
Os principais índices de ações de Nova York abriram em alta nesta segunda-feira, com a perspectiva de que as tarifas recíprocas prometidas por Donald Trump para o dia 2 de abril serão mais brandas do que o esperado, após uma notícia do jornal americano The Wall Street Journal. As tarifas recíprocas não vão incluir taxas específicas por setor e os aumentos não serão cumulativos, segundo a matéria.
Por volta das 10h35 (de Brasília), o Dow Jones subia 1%, aos 42.404,68 pontos, o S&P 500 tinha alta de 1,14%, aos 5.732,39 pontos, e o Nasdaq avançava 1,47%, aos 18.046,065 pontos. Todos os setores do S&P 500 operavam no positivo, com consumo discricionário (+2,25%) e o setor industrial (+1,36%) liderando os ganhos.
24/03/2025 10:46:17
— Valor Econômico
ABERTURA: Ibovespa inicia sessão em queda em meio a falas de Haddad; alta da Vale limita perdas
O Ibovespa inicia a manhã desta segunda-feira em queda. Segundo operadores, declarações feitas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acerca do arcabouço fiscal, no evento Rumos 2025, promovido pelo Valor, chegaram a pesar negativamente e ajudaram a reverter a trajetória mais positiva registrada pelo índice futuro no começo dos negócios hoje.
Depois da repercussão mais negativa, Haddad tuitou na sequência que “gosta da arquitetura do arcabouço fiscal” e que está “confortável com os seus atuais parâmetros”, o que ajudou a reduzir as perdas do índice e dos demais ativos locais.
Por volta das 10h40, o Ibovespa tinha queda de 0,27%, aos 131.987 pontos, na contramão de um dia mais positivo para ativos ao redor do globo, com destaque para as bolsas americanas. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 subia 1,20%, enquanto o Stoxx 600 caía 0,40%. Entre as blue chips, as ações da Vale registravam alta de 0,61%, assim como as PN do Bradesco subiam 0,48%. Já os papéis da Petrobras apresentavam movimento misto: as ON subiam 0,17%, ao passo que as PN caíam 0,08%. O desempenho em direções opostas tende a indicar a compra de investidores estrangeiros.
Operadores também citam com preocupação uma matéria do jornal Folha de S.Paulo, que trouxe que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha com o risco de Donald Trump impor, nas próximas semanas, um imposto linear sobre praticamente toda a pauta exportadora brasileira para os EUA.
Durante o evento Rumos, do Valor, o ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, defendeu que o Brasil pretende atuar para fortalecer o multilateralismo pelo mundo e que vai aguardar o dia 2 de abril, quando os EUA devem anunciar medidas para o mundo e não apenas para o Brasil.
24/03/2025 10:45:28
— Valor Econômico
Dólar e juros se afastam das máximas após publicação de Haddad nas redes sociais
Argumento por mais cortes de juros na zona do euro se fortaleceu, diz autoridade do BCE
Dólar à vista amplia alta e chega a bater R$ 5,77 com declarações de Haddad no radar; juros futuros passam a subir
PRÉ-ABERTURA: Bolsas em NY devem abrir em alta com perspectiva de tarifas mais brandas
Os principais índices de ações de Nova York devem iniciar esta semana em alta, em meio a rumores de que as tarifas recíprocas prometidas por Donald Trump serão mais brandas do que o esperado.
Segundo o jornal americano The Wall Street Journal, o anúncio programado para o dia 2 de abril não irá incluir tarifas específicas por setor e os aumentos de taxas não serão cumulativos. Isso contribuiu para aliviar um pouco o mau humor do mercado, que tem pesado sobre as bolsas americanas em meio à incerteza sobre as tarifas.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones subia 0,96%, o S&P 500 tinha alta de 1,17% e o Nasdaq avançava 1,54%.
No cenário macro, os investidores acompanham a divulgação do PMI composto de março e discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) ao longo do dia.
24/03/2025 10:01:39
— Valor Econômico
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa deve engatar nova alta em dia mais favorável a ativos de risco
O Ibovespa futuro inicia os negócios nesta segunda-feira em alta, o que pode indicar um dia mais positivo para o principal índice acionário da bolsa local. Em uma sessão de agenda local mais fraca, a subida registrada pelos futuros das bolsas americanas pode dar apoio para o mercado local. A alta de 2,43% dos preços do minério de ferro em Dalian também pode favorecer as ações da Vale, assim como o avanço nas cotações de petróleo pode elevar os ganhos da Petrobras na sessão.
Por volta das 9h30, o Ibovespa futuro avançava 0,39%, aos 133.635 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 subia 1,14%, enquanto o Stoxx 600 caía 0,17%. Já o principal fundo de índice (ETF) de ações brasileiras negociado em Nova York anotava ganhos de 0,16%. Da mesma forma, os ADRs da Vale e da Petrobras tinham alta de 1,19% e 0,28%, nessa ordem.
No noticiário corporativo, a JBS informou que protocolou o pedido de registro de emissor estrangeiro e de programa de BDRs Nível II na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A notícia deve ser positiva para os papéis, que já acumulam ganhos de mais de 26% ao longo da última semana.
A Azul também informou que avalia uma potencial oferta pública primária de distribuição de ações preferenciais. A oferta subsequente (follow on) seria sob o rito de registro automático de distribuição, sem análise prévia da CVM e direcionada exclusivamente a investidores profissionais.
24/03/2025 09:31:10
— Valor Econômico
ABERTURA: Dólar ronda estabilidadeante o real apesar de fraqueza da moeda americana no exterior
O dólar à vista abriu a sessão desta segunda-feira operando perto da estabilidade. No exterior hoje, a moeda americana exibe depreciação na maioria dos mercados mais líquidos, após duas sessões de forte valorização do dólar. O que pode mudar a dinâmica global hoje são dados da economia americana e declarações de integrantes do Federal Reserve (Fed). Já no Brasil, comentários do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estarão no radar.
Perto da 9h25, o dólar à vista avançava 0,05%, a R$ 5,7202, enquanto o euro comercial apreciava 0,13%, a R$ 6,1911. No mesmo horário, o índice DXY avançava 0,02%, aos 104,108 pontos. Contra o peso mexicano, porém, o dólar caía 0,14%, recuando também 0,50% ante o rand sul-africano e 0,24% ante o zloty polonês.
24/03/2025 09:29:54
— Valor Econômico
ABERTURA: Juros futuros caem em dia de maior apetite por risco global
Os juros futuros recuam no começo da sessão desta segunda-feira, seguindo a tendência de maior apetite por risco nos mercados globais, após dois pregões seguidos de maior estresse na curva a termo doméstica. Sem indicadores locais relevantes, os investidores devem se concentrar hoje em dados econômicos dos Estados Unidos, como o PMI composto de março, que deve ser importante para balizar as expectativas para a política monetária do Federal Reserve (Fed) à frente.
Por volta de 9h20, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 recuava de 14,955%, do ajuste anterior, para 14,935%; a do DI de janeiro de 2027 exibia leve queda de 14,765% a 14,76%; a do DI de janeiro de 2029 cedia de 14,535% para 14,485%; e a do DI de janeiro de 2031 baixava de 14,66% a 14,59%.
Nos Estados Unidos, as taxas dos Treasuries vão na direção contrária, refletindo a menor demanda pela segurança dos títulos americanos nesta sessão. No horário citado, a taxa da T-note de dez anos subia de 4,258% a 4,304%.
Sem mudanças relevantes, o boletim Focus desta semana trouxe pequenos ajustes nas expectativas de inflação para 2025 (queda de 5,66% a 5,65%) e 2026 (alta de 4,48% para 4,50%). As projeções para a taxa Selic se mantiveram em 15% e 12,50%, respectivamente.
24/03/2025 09:25:05
— Valor Econômico
Ouro sobe com dólar mais fraco e preocupações com tarifas
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Depois de duas sessões de maior aversão global a riscos, em que os ativos brasileiros foram mais impactados, hoje as negociações podem abrir em direção oposta, em meio a uma melhora no humor no exterior. Nesta manhã, o dólar exibe desvalorização global, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam (em uma possível menor demanda pelos ativos). Perto das 8h45, o DXY recuava 0,12%, aos 103,965 pontos. A moeda americana ainda caía 0,23% ante o peso mexicano, 0,52% contra o rand sul-africano e 0,40% contra o zloty polonês. O rendimento do título do Tesouro americano subia de 4,258% para 4,300%.
No Brasil, as medidas do governo e sua agenda econômica seguem como principal ponto de atenção. Reportagem do Valor desta segunda indica que a votação da isenção do Imposto de Renda (IR) para salários de até R$ 5.000 . O motivo é o desejo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de que o tema seja bem debatido pelas comissões antes de ir ao plenário. Além disso, o governo também deverá enviar um projeto de lei (PL) para formalizar acordos de reajustes com servidores públicos federais.
No que tange o relatório Focus, ainda que a projeção da inflação para este ano tenha tido uma ligeira queda de 5,66% para 5,65%, houve um ajuste mais forte para cima no IPCA de 2026, saindo de 4,48% para 4,50%. Algum ajuste pode ocorrer nas taxas futuras, ainda que isso venha a ser algo marginal. O ambiente externo e a agenda de política econômica devem seguir no foco, em dia em que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve discursar em evento promovido pelo Valor.
Já do lado externo, o que pode vir a mexer nos mercados globais nesta sessão são dados da economia americana. Após o Federal Reserve (Fed) apontar que espera uma perda de tração da atividade no país, todo e qualquer número que traga sinais sobre o crescimento econômico estarão no radar dos investidores. Daí a importância de se acompanhar o índice de atividade nacional, do Fed de Chicago, referente ao mês de fevereiro, e também a prévia do índice gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) composto de março. Caso os dados realmente indiquem uma desaceleração, mas de forma gradual, o apetite a risco pode se manter presente. Mas uma perda de força mais forte pode vir a atrapalhar os mercados globais.
24/03/2025 08:47:25
— Valor Econômico
JBS protocola pedidos de registro de emissor estrangeiro e de programa de BDRs Nível II
Novas tarifas de Trump podem reforçar preocupação do mercado com a economia dos EUA, diz Deutsche Bank
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia têm sinal misto com proximidade de tarifas de Trump
As bolsas da Ásia fecharam sem direção comum, com queda em Tóquio refletindo proximidade do prazo de tarifas de 2 de abril do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e avanço na China à espera de novos planos do governo para ajudar a economia.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em queda de 0,18% a 37.608,49 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,42% a 2.632,07 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,91% a 23.905,56 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,15% a 3.370,02 pontos.
As ações de chips e bancos lideraram os declínios em Tóquio, com preocupações sobre tarifas dos Estados Unidos, enquanto as ações de semicondutores recuaram em Seul, elevando a Bolsa a quebrar uma sequência de cinco sessões de ganhos.
Na China, o Ministério do Comércio disse que realizará uma coletiva de imprensa na quinta-feira sobre as últimas atualizações de seu trabalho. “A economia parece estar se mantendo bem até agora em março, com vendas estáveis de imóveis, movimentação de carga e vendas de automóveis”, diz o Citi, em relatório.
24/03/2025 07:19:21
— Valor Econômico
Reino Unido: PMI composto sobe para 52,0 em março (preliminar); consenso: 50,0
Alemanha: PMI composto sobe para 50,9 em março (preliminar), de 50,4 em fevereiro
Zona do euro: PMI composto sobe para 50,4 em março (preliminar); consenso: 50,7
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Bolsas da Ásia operam sem direção única e à espera de movimentação de tarifas dos EUA
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