Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 19/03/2025
Última Atualização: 19 mar. 2025, 23:59
Não vai att mais as noticias ? nova atualização
Japão: Banco central mantém juros estáveis diante de maior incerteza nos EUA
Preço do cobre cai em meio a sentimento cauteloso
Minério de ferro cai com sentimento fraco do mercado
Teste Editorial com Thumbnail Squadra
Alibaba, Mercado Livre e Apple figuram na lista de BDRs (certificados de ações de empresas estrangeiras) com maior número de negócios registrados em fevereiro deste ano. Mas será que os dez BDRs com maior liquidez apresentam rentabilidades interessantes?
Confira o resultado a seguir.
Antes, vale lembrar que os dados foram compilados pela Quantum Finance. “O grupo contempla os BDRs negociados em bolsa que possuem retorno no ano de 2025, com data de corte de 28/05/2025”, informa a empresa responsável pelos dados.
A Quantum ainda esclarece que o retorno indicado “é calculado com base na variação do preço de fechamento ajustado”. E leva-se em consideração também os proventos.
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IPC-S desacelera alta a 0,95% na segunda quadrissemana de março
Focus: IPCA de 2025 cai de 5,68% para 5,66%
Focus: PIB em 2025 cai de 2,01% para 1,99%
Focus: Dólar no fim de 2025 cai de R$ 5,99 para 5,98
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PRÉ-ABERTURA: Futuros de índices em NY operam em direções opostas antes da abertura
Os futuros atrelados aos principais índices de ações de Nova York não apontam para uma direção única antes da abertura. Nesta semana, investidores acompanham a decisão de juros do Federal Reserve (Fed), na quarta, na qual o banco central americano também irá divulgar seu Sumário de Projeções Econômicas (SEP). O BC americano não deve alterar as taxas nesta reunião, mas o mercado têm apostado em até três cortes de juros neste ano, à medida que os últimos dados da economia americana têm vindo mais fracos do que o esperado pelo mercado.
Por volta das 10h (de Brasília), o futuro atrelado ao Dow Jones recuava 0,16%, o S&P 500 cedia 0,07% e o Nasdaq subia 0,04%.
Há pouco, os dados de vendas no varejo em fevereiro e o índice de atividade industrial Empire State vieram abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de desaceleração econômica.
As vendas no varejo tiveram alta de 0,2% no mês passado, ante consenso de alta de 0,6% pelos analistas consultados pelo The Wall Street Journal. Já o índice Empire State, que mede a atividade manufatureira no estado de Nova York, caiu para -20 pontos em março, abaixo do consenso de 1,8 ponto e representando uma forte ante os 5,7 registrados na última leitura.
Na visão do Goldman Sachs, o Fed deve reiterar nesta semana sua postura de cautela diante das incertezas em torno do novo governo americano e dizer novamente que não há pressa para novos cortes de juros. No entanto, os analistas do banco veem que os dirigentes do banco central americano terão que reconsiderar suas projeções agora que as primeiras tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump entraram em vigor.
17/03/2025 10:10:57
— Valor Econômico
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ABERTURA: Ibovespa abre em alta em dia de anúncio de estímulos na China
O Ibovespa inicia os negócios nesta segunda-feira em alta, em semana de decisão de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Os preços mais altos do petróleo no começo da sessão dão apoio aos papéis da Petrobras. Já as ações da Vale remam na contramão do recuo visto nas cotações do minério de ferro. Investidores repercutem o anúncio de um plano da China para incentivar o consumo, além de outras medidas que buscam estabilizar o mercado de ações e imobiliário e aumentar a taxa de natalidade do país.
Por volta das 10h30, o Ibovespa avançava 0,26%, aos 129.292 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 caía 0,03% e o Stoxx 600 avançava 0,53%. As ações da Vale subiam 0,46%, enquanto os papéis PN da Petrobras avançavam 0,90%.
Dados mais fortes de atividade no Brasil, reforçados pela divulgação de uma alta mais forte do que o esperado para o IBC-Br, dão impulso para as ações domésticas liderarem as altas do Ibovespa no começo da manhã. Magazine Luiza subia 4,48%, seguido por Automob (+3,57%) e Vamos (+2,53%).
Depois de atingir a mínima histórica dos papéis na última sexta-feira (14), os papéis da Natura & Co ampliam as perdas no início desta segunda-feira, com uma queda de 4,32%. A companhia anunciou hoje que aprovou programa de recompra de até 6,2% das ações em circulação (“free float”). Analistas do J.P. Morgan cortaram a recomendação para o papel de compra para neutro e reduziram o preço-alvo de R$ 21 para R$ 11.
17/03/2025 10:36:18
— Valor Econômico
AGENDA DO DIA: Relatório Focus do BC e vendas no varejo dos EUA são destaques
As negociações dos mercados brasileiros desta segunda-feira devem ser marcadas pelas apresentação das projeções do relatório Focus, do Banco Central, já no começo da manhã. Também nesta segunda serão apresentados os números de fevereiro das vendas no varejo dos Estados Unidos. Ainda hoje haverá discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. Veja mais destaques abaixo.
FGV divulga IPC-S da segunda quadrissemana de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) divulga, às 8h, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de março. O IPC-S da primeira quadrissemana de março de 2025 subiu 1,22% e acumula alta de 5,18% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação cuja taxa de variação passou de -2,54%, na quarta quadrissemana de fevereiro de 2025 para -1,96% na primeira quadrissemana de março de 2025. Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (1,02% para 1,34%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,38% para 0,53%), Comunicação (0,28% para 0,40%) e Vestuário (0,14% para 0,30%). Em contrapartida, os grupos Habitação (3,80% para 3,40%), Transportes (1,41% para 1,14%) e Despesas Diversas (1,07% para 0,85%) apresentaram recuo em suas taxas de variação.
BC divulga boletim Focus da semana – O Banco Central (BC) divulga, às 8h25, o Boletim Focus da semana encerrada em 14 de março. Os economistas de mercado voltaram a elevar a mediana das projeções para a inflação oficial brasileira em 2025, de 5,65% para 5,68%, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC). Para 2026, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,40%, assim como para 2027, que seguiu em 4,00%. Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas foi mantida em 15% no fim de 2025, em 12,50% no fim de 2026, e em 10,50% em 2027. A mediana das projeções para o crescimento da economia brasileira em 2025 foi mantida em 2,01%. Para 2026, a mediana das expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,70%, e, para 2027, seguiu em 2,00%. A mediana das projeções para o dólar no fim de 2025 foi mantida em R$ 5,99. Para 2026, a mediana das expectativas para a moeda americana foi mantida em R$ 6,00 entre uma semana e outra. Para 2027, também foi mantida, em R$ 5,90.
BC divulga Índice de Atividade Econômica de janeiro – O Banco Central comunica, às 9h, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) de janeiro. O índice subiu 3,80% em 2024. A variação de dezembro de 2024 em relação ao mês anterior foi de queda de 0,73% na comparação dessazonalizada. Em novembro, o indicador teve alta de 0,16% ante outubro (dado revisado de alta de 0,10%). No trimestre encerrado em dezembro, a alta foi de 0,02% em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo mês do ano passado, por sua vez, houve alta de 2,36%. na média móvel trimestral, usada para captar tendências, o IBC-Br teve queda de 0,31% em relação aos três meses encerrados em novembro.
Secex apresenta balança comercial da segunda semana de março – A Secretaria de Comércio (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apresenta, às 15h, o resultado da balança comercial referente à segunda semana de março. A balança comercial registrou superávit de US$ 3,156 bilhões na primeira semana de março. O valor é resultado de exportações de US$ 7,034 bilhões e importações de US$ 3,878 bilhões no período — 1 a 9 de março, com três dias úteis. No ano, a balança acumula superávit de US$ 5,09 bilhões.
EUA comunicam vendas no varejo de fevereiro — O Departamento do Comércio dos EUA comunica, às 9h30 (de Brasília), o dado de vendas no varejo de fevereiro. A leitura anterior foi de baixa de 0,9% na comparação mensal e de aumento de 4,2% na base anual. Estimativas de alta de 0,7% na comparação mensal e de aumento de 3,5% na anual.
Fed de Nova York informa índice Empire State de março – O Federal Reserve de Nova York informa, às 9h30 (de Brasília), o índice Empire State de atividade manufatureira da região de Nova York de março. Em fevereiro, o índice estava em 5,7 e a expectativa é de -1,9.
Presidente do BCE profere discurso – A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, profere discurso às 11h (de Brasília).
EUA mostram índice de estoques empresariais de janeiro – O Departamento do Comércio dos EUA mostra, às 11h (de Brasília), seu índice de estoques empresariais de janeiro. Em dezembro de 2024, os estoques variaram -0,2% na comparação mensal e a expectativa é de alta de 0,3%.
NAHB publica Índice de Mercado de Habitação dos EUA de março – A Associação Nacional de Construtores Residenciais (NAHB) noticia, às 11h (de Brasília), o Índice de Mercado de Habitação dos EUA de março. Em fevereiro, o índice estava em 42 e a estimativa é de 43.
EUA informam estoques do varejo em janeiro — O Departamento do Comércio dos EUA informa, às 11h (de Brasília), os dados dos estoques do varejo (exceto veículos) em janeiro. Em dezembro de 2024, os estoques diminuíram 0,1% na margem. Estimativas de alta de 0,4%.
Lula se reúne com Haddad, Alckmin e outros ministros – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e com o secretário de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social, Laércio Portela, às 9h desta segunda-feira, no Palácio do Planalto. Às 10h, tem reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Às 11h, se reúne com seu chefe de gabinete, Marco Aurélio Marcola, e às 14h40 com o secretário Especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcos Rogério de Souza. Às 15h, com o vice-Presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Às 16h, recebe o presidente-executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge do Nascimento Júnior, e CEO Midea Carrier Brasil, Luiz Felipe Rodrigues Costa. Às 17h, tem reunião com o ministro da Educação, Camilo Santana. Às 19h, seu último compromisso é a cerimônia de posse do presidente da OAB.
CMO discute procedimentos para indicações de emendas – A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) reúne-se, às 16h, para discutir procedimentos para indicações de emendas de comissões.
Haddad reúne-se com ministro do Desenvolvimento Agrário – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reúne-se, às 14h, com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.
Galípolo tem despachos internos em Brasília – O presidente do Banco Central. Gabriel Galípolo, terá agenda de despachos internos em Brasília.
Diretores do BC reúnem-se com Ministério da Fazenda e CVM – Os diretores de Fiscalização do Banco Central, Ailton De Aquino Santos, e de Administração, Rodrigo Teixeira, participam, às 10h30, da posse de Carolina de Assis Barros como nova diretora-presidente da Fundação Banco Central de Previdência Privada (Centrus), em Brasília. À tarde, terão despachos internos em Brasília. Gilneu Vivan (Regulação) e Renato Gomes (Organização do Sistema Financeiro e de Resolução) terão, às 15h, reunião, por videoconferência, com representantes da Secretaria de Reformas Econômicas (SRE) do Ministério da Fazenda e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para tratar de assuntos institucionais, em Brasília. Os demais diretores têm agenda de despachos internos.
Agenda de Mercadante não divulgada – A agenda do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, não foi divulgada.
17/03/2025 07:29:47
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Dólar no exterior recua e taxas de Treasuries oscilam após dados fracos dos EUA
O dólar no exterior recua e os rendimentos de Treasuries têm oscilações contidas, após dados de vendas no varejo nos Estados Unidos abaixo do esperado reforçarem preocupações com os impactos das tarifas e o desempenho da economia americana.
Por volta de 10h10, o índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – recuava 0,15% a 103,56 pontos. O euro subia 0,20%, para US$ 1,09011, apoiado pelo otimismo com um acordo para aprovar estímulos fiscais na Alemanha.
No mercado de dívida, a curva de juros de Treasuries mostrava viés e achatamento com movimentos contidos nesta manhã. O rendimento da T-note de dois anos subia a 4,057, de 4,030% no fechamento anterior, enquanto o da T-note de dez anos recuava de 4,317% a 4,306%.
Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 saltava de 14,67% do ajuste anterior para 14,765%, em meio a dúvidas sobre a percepção de desaceleração da atividade domésticas em 2025. O dólar caía 0,63% contra o real, para US$ 5,7070.
17/03/2025 10:16:54
— Valor Econômico
Trump deporta centenas de imigrantes mesmo com tribunal bloqueando ordem
LTI e Loovi afirmam ter atendido às exigências da Susep após a suspensão temporária
ABERTURA: Bolsas sobem em NY após forte queda na semana anterior e com mercado à espera de decisão do Fed
Os principais índices de ações de Nova York abriram em leve queda, pouco depois inverteram o sinal e passaram a subir, após terem registrado forte queda na semana anterior. Investidores repercutem a divulgação dos dados mais recentes de vendas no varejo e do índice de atividade industrial Empire State, que foram divulgados nesta manhã e vieram abaixo do esperado pelo mercado.
Por volta das 10h50 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,43%, aos 41.665,28 pontos, o S&P 500 tinha alta de 0,30%, aos 5.656,12 pontos, e o Nasdaq avançava 0,14%, aos 17.778,581 pontos. Todos os setores do S&P 500 operavam em alta, com energia (+0,93%) e o setor imobiliário (+0,79%) liderando os ganhos.
Nesta semana, o mercado acompanha a decisão de juros do Federal Reserve (Fed) na quarta-feira, que deve manter a taxa de juros americana inalterada, mas pode fornecer pistas sobre como o banco central americano está vendo os últimos dados econômicos e a escalada de tensões comerciais nos Estados Unidos. Além disso, a autoridade monetária irá divulgar seu Sumário de Projeções Econômicas (SEP), onde o mercado acredita que haverá uma queda nas expectativas de crescimento e alta nas projeções de inflação no curto prazo.
17/03/2025 10:55:10
— Valor Econômico
Ações da Natura & Co renovam mínima histórica com duplo rebaixamento do J.P. Morgan
Governo remaneja R$ 15 bi do Fundo Social para turbinar Minha Casa, Minha Vida
Produção agrícola explica surpresa para cima do IBC-Br, diz XP
Lula e Haddad fazem os últimos ajustes no PL que isenta Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil
Relator do Orçamento esteve com Gleisi, Motta e Alcolumbre e votação pode ficar para abril
Citi vê riscos de baixa para Nubank e reitera recomendação de ‘venda’
Pacheco deixa aberta possibilidade de se candidatar ao governo de MG, mas recusa entrar no ministério de Lula
Atraso da Apple na inteligência artificial pode beneficiar ações
Dólar e taxas dos Treasuries ampliam queda no exterior após frustração com dados dos EUA
IBC-Br de janeiro mostra que atividade econômica continua em nível elevado, diz AZ Quest
Correção: Ação de Magalu tem a maior alta do dia e Natura cai de novo, superando volume negociado na quinta-feira (13)
MP Eleitoral sugere aos partidos medidas para cumprimento de cotas
Correção: ABERTURA: Juros futuros iniciam o pregão em alta com IBC-Br forte
Juiz dos EUA questiona deportação de venezuelanos por Trump
FECHAMENTO: Bolsas sobem na Europa com commodities e mercado de olho em estímulo fiscal na Alemanha
Os principais índices de ações da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira, com o mercado repercutindo o avanço nas negociações para que a Alemanha aprove um pacote de estímulo fiscal. Além disso, o FTSE 100, da Bolsa de Londres, foi impulsionado pelas ações ligadas a commodities e à medida que os investidores aguardam a decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE) nesta semana.
Na sexta-feira, Friedrich Merz, futuro chanceler, chegou a um acordo com o partido Verde sobre investimentos em infraestrutura e defesa. Ontem, o comitê orçamentário do parlamento aprovou o projeto de lei, que será votado amanhã no parlamento e sexta-feira no senado alemão.
No fechamento, o índice Stoxx 600 subiu 0,78%, aos 550,85 pontos. o FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve alta de 0,56%, aos 8.680,29 pontos, e o DAX, de Frankfurt, avançou 0,73%, aos 23.154,57 pontos. O CAC 40, de Paris, teve ganho de 0,57%, aos 8.073,98 pontos.
17/03/2025 13:48:55
— Valor Econômico
Ações da Nvidia caem antes de conferência GTC; entenda o porquê
Ações do Magazine Luiza disparam em dia favorável para ações domésticas e valor de mercado chega a R$ 7,6 bilhões
Nippon Steel e U.S. Steel ganham prazo para continuar negociações com governo dos EUA sobre fusão
Lula tem razão em sugerir às pessoas procurarem outros alimentos, diz Arminio
ANÁLISE: Copom deve ler com cautela dados do IBC-Br
Dermage será veículo da Eurofarma para crescer em ‘skincare’
UBS se prepara para fase mais complexa da integração com Credit Suisse
Juro alto sinaliza descompasso entre política monetária e fiscal com consequências para o futuro, diz Arminio
Ações da Oracle sobem com possibilidade de empresa assumir operações do TikTok nos EUA
Audi cortará 7.500 empregos até 2029 e irá achatar sua estrutura de gestão
Analista recomenda compra da Netflix; ações têm nova via de crescimento
União paga R$ 1,33 bi em dívidas contraídas e não pagas por Estados e municípios em fevereiro
Berkshire Hathaway aumenta participações em tradings japonesas
Guess recebe oferta da WHP Global para fechar o seu capital; ações sobem 28,3%
FECHAMENTO: Ouro atinge nova máxima e se mantém acima de US$ 3 mil
Os contratos futuros do ouro tiveram alta nesta segunda-feira e, mais uma vez, renovaram seu recorde de fechamento, se mantendo acima da marca de US$ 3.000 por onça-troy. O metal precioso já acumula uma valorização de mais de 12% neste ano, e parte do mercado aposta que ainda há mais espaço para o ouro se valorizar, à medida que as incertezas em torno da agenda tarifária de Donald Trump e do crescimento da economia americana têm pesado sobre o sentimento do mercado.
No fechamento da Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para abril fechou em alta de 0,16%, a US$ 3.006,1 por onça-troy. No ano, o metal precioso acumula alta de 12,81% até o momento.
Diante disso, parte do mercado acredita que ainda há espaço para o ouro se valorizar ainda mais em 2025. O Goldman Sachs aumentou sua projeção para US$ 3.100 no mês passado, mas seus analistas veem a possibilidade de preços ainda maiores neste ano, devido à incerteza na política dos Estados Unidos, que pode sustentar a demanda dos investidores.
17/03/2025 15:16:20
— Valor Econômico
Haddad: Renúncia fiscal com ampliação de isenção do IR será de R$ 27 bi
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Corte da CCI se abstém de decidir sobre sede de nova arbitragem do caso Eldorado
Secex: Balança tem superávit de US$ 1,80 bi na segunda semana de março
Padilha anuncia 2.279 vagas no Mais Médicos para programa alcançar 28 mil profissionais
GIRO DO MERCADO: Ativos locais ampliam valorização; dólar fica abaixo de R$ 5,70
Os ativos domésticos dão continuidade ao movimento visto no fim da semana passada, quando mostraram forte valorização. O Ibovespa opera nas máximas do dia e o dólar, nas mínimas, com apoio de fatores externos, como o anúncio de estímulos à economia chinesa e os dados mais fortes que o esperado do IBC-Br de janeiro, além de alguma tentativa de recuperação das bolsas de Nova York, mesmo após dados mais fracos do comércio varejista nos Estados Unidos divulgados mais cedo.
Por volta de 12h25, o dólar recuava 0,95%, a R$ 5,6890, enquanto o Ibovespa subia 1,28%, aos 130.613 pontos. No mercado de juros, as taxas futuras anotam alívio nos vértices intermediários e longos. Já no exterior, o índice Dow Jones subia 0,60% e o S&P 500 avançava 0,25%, ao contrário do Nasdaq, que tinha baixa de 0,31%.
17/03/2025 12:29:08
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES:Magazine Luiza dispara com recuo dos juros futuros; Marfrig lidera perdas
Maiores Oscilações do Mercado (17/03/2025)
Ação | Variação (%) | Fator Influenciador |
---|---|---|
Magazine Luiza ON | +7,71% | Recuo dos juros futuros mais longos |
Vamos ON | +5,57% | Queda dos vértices mais longos da curva futura |
Lojas Renner ON | +4,42% | Recuo dos juros futuros mais longos |
Marfrig ON | -3,92% | Desvalorização do dólar contra o real |
SLC Agrícola ON | -3,87% | Queda do dólar frente ao real |
JBS ON | -3,49% | Reversão da alta anterior (0,80%) |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Ibovespa se aproxima dos 131 mil pontos, com apoio de Vale e Petrobras; dólar se firma abaixo dos R$ 5,70
No começo da tarde, o Ibovespa ampliou a alta, com o avanço maior das ações da Petrobras, Vale e do Itaú, e se aproximou dos 131 mil pontos. O dólar à vista, por sua vez, se firmou em queda firme, sendo negociado abaixo dos R$ 5,70.
Por volta das 14h20, o Ibovespa tinha alta de 1,40%, aos 130.769 pontos, perto da máxima intradiária, de 130.880 pontos. No mesmo horário, as ações PN da Petrobras subiam 2,39%, a R$ 36,37, próximo dos R$ 36,41 vistos na máxima. Já as ações da Vale tinham alta de 1,17% e as ações PN do Itaú subiam 2,74%.
No horário acima, o dólar comercial era negociado em queda de 0,97%, aos 5,6878. Divisas ligadas à economia da China e aos preços de commodities apreciam na sessão, na esteira de novos dados mais fortes da atividade chinesa e do anúncio de estímulos ao consumo no país.
Já os juros futuros seguiam em queda, com apoio do câmbio e do exterior, ainda que o dia tenha sido de dados de atividade mais fortes do que o esperado, com a divulgação do IBC-Br de janeiro.
No horário acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuava de 14,56%, no ajuste anterior, para 14,44%; e a do DI de janeiro de 2031 caía de 14,585% para 14,47%.
17/03/2025 14:25:22
— Valor Econômico
Chevron aumenta participação na Hess, enquanto aguarda desfecho de acordo para comprar concorrente
Ações da Petrobras intensificam alta e valor de mercado chega a R$ 492,6 bilhões
FECHAMENTO: Petróleo tem alta puxado por medidas de estímulo à economia chinesa
Os contratos futuros de petróleo fecharam a sessão desta segunda-feira, 17, em alta após o mercado reagir positivamente ao anúncio do governo chinês de medidas para impulsionar o consumo no país e reportar dados econômicos robustos em janeiro e fevereiro.
No fechamento, na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo Brent (referência mundial) para entrega em maio subia 0,69%, a US$ 71,07 por barril. Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI (referência nos EUA) para abril avançava 0,60%, a US$ 67,58 por barril.
A China anunciou no domingo um plano para incentivar o consumo aumentando a renda pessoal, além de outras medidas com a intenção de estabilizar o mercado de ações e o setor imobiliário e aumentar a taxa de natalidade do país. Nos indicadores, a produção industrial chinesa cresceu quase 6% nos dois primeiros meses de 2025, ante um ano antes, e as vendas no varejo subiram 4%, acima do esperado.
Para Bjarne Schieldrop, analista chefe de commodities do SEB Group, as notícias de estímulo ao consumo na China foram os principais direcionadores do humor no mercado de petróleo hoje, além de fazer com que os investidores deixassem “para outro dia” suas preocupações com a política tarifária de Donald Trump. “O mercado de petróleo está, portanto, em equilíbrio entre os efeitos negativos das tarifas de Trump versus os efeitos positivos das medidas de estímulo chinesas”, acrescentou.
17/03/2025 16:06:15
— Valor Econômico
GIC paga R$ 1 bilhão por 12,5% da Cimed
Arminio diz que Lula não repete desempenho de presidências anteriores e fala em “falta de ideias”
Susep: LTI e Loovi estão impedidas de realizar contratações de seguro, mas contratos já firmados permanecem válidos
UE planeja investigar medida de proteção para o setor de alumínio
BC nega pedido do LogBank para virar instituição de pagamento
Ordem de Trump que elimina agências impacta ferramentas para combater censura no mundo
FECHAMENTO: Dólar cai 0,99% e vai a R$ 5,68 no menor patamar em 4 meses
O dólar à vista teve forte depreciação na sessão desta segunda-feira, ao cair de R$ 5,74 para R$ 5,68. A dinâmica foi resultado de mais uma rodada de enfraquecimento firme do dólar globalmente em um cenário em que moedas de mercados emergentes se beneficiaram após dados mais fortes da economia chinesa (em um momento em que os investidores já estão mais otimistas com o país asiático devido a anúncios recentes sobre estímulos à economia). Diante disso, a moeda americana caiu para o seu menor patamar em pouco mais de quatro meses (07 de novembro de 2024, quando fechou a R$ 5,6752).
Encerradas as negociações, o dólar à vista fechou em queda de 0,99%, cotado a R$ 5,6863, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,6658 e encostado na máxima de R$ 5,7399. Já o euro comercial exibiu desvalorização de 0,65%, a R$ 6,2097. Perto do horário de fechamento, o real apresentava o terceiro melhor desempenho das 33 moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor, atrás apenas do dólar neozelandês e do rublo russo. Já o índice DXY recuava 0,31%, aos 103,401 pontos.
17/03/2025 17:08:24
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas sobem em NY em meio a dados fracos da economia americana
Os principais índices de ações de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, após encerrarem a semana passada em forte queda. Dias antes da próxima reunião do Federal Reserve (Fed), os investidores reagiram aos dados de vendas no varejo e ao índice Empire State, que vieram piores do que o esperado pelo mercado, mas não a ponto de reacender as preocupações com a possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos.
No fechamento, o índice Dow Jones subiu 0,85%, aos 41.841,63 pontos, o S&P 500 teve alta de 0,64%, aos 5.675,12 pontos, e o Nasdaq avançou 0,31%, aos 17.808,664 pontos. Praticamente todos os setores do S&P 500 terminaram o dia no positivo, com exceção de consumo discricionário (-0,44%). O setor imobiliário (+1,66%) e energia (+1,56%) lideraram os ganhos do índice.
Entre os destaques, as big techs encerraram o dia em queda, com a Tesla recuando 4,82% e liderando as perdas do índice Nasdaq, enquanto a Nvidia (-1,75%), a Meta (-0,44%) e as ações classe A da Alphabet (-0,72%) também cederam.
17/03/2025 17:17:37
— Valor Econômico
Fugitivas do 8 de janeiro são presas ao entrar nos EUA um dia após posse de Trump
Psol provoca STF a determinar que Congresso não aprove medidas que descumpram regras exigidas pela Corte
Mahle Metal Leve tem lucro de R$ 110,8 milhões no 4º tri, queda de 28%
Trump é gerador de incerteza em cenário global que já era ruim, diz Arminio
Seguradoras pedem ao STF suspensão de investimento obrigatório em créditos de carbono
Silveira: Brasil usará recorde em produção de milho para consumir mais etanol sem afetar alimentos
FECHAMENTO: Ibovespa volta a se aproximar dos 131 mil pontos com alta firme de Petrobras, Vale e bancos
Em um pregão de alta firme das ações da Petrobras, da Vale e de bancos, o Ibovespa ganhou fôlego para terminar no maior fechamento diário visto este ano, depois de oscilar entre os 128.957 pontos e os 131.313 pontos. O índice fechou com alta de 1,46%, aos 130.834 pontos. A última vez que o índice tinha ultrapassado os 130 mil pontos tinha sido em 6 de novembro, quando fechou aos 130.341 mil pontos. O dia mais positivo para os preços do petróleo e a recuperação das bolsas americanas deram impulso adicional para a referência acionária brasileira, em uma sessão também marcada pelo anúncio de estímulos ao consumo na China.
As ações da Petrobras encerraram em alta: as PN subiram 1,86%, enquanto as ON tiveram alta de 2,32%. Já as ações da Vale ganharam 1,44%, ao mesmo tempo em que o destaque entre as blue chips de bancos ficou para os papéis PN do Itaú, com uma alta de 3,00%.
Em dia de recuo dos juros futuros, as ações da Vamos estiveram entre as maiores valorizações do pregão, com um avanço de 6,08%, assim como outros papéis mais domésticos, caso de Magazine Luiza (+5,62%) e RD Saúde (+4,12%). Na ponta contrária, as ações da SCL Agrícola ficaram entre as maiores perdas, no valor de 3,92%. Os papéis da Natura & Co ampliaram as quedas na sessão de hoje e fecharam com queda de 3,16%, renovando a mínima histórica dos papéis, cotados a R$ 9,20.
O volume financeiro da sessão foi um pouco maior e chegou a R$ 17,8 bilhões. Já na B3, o giro financeiro foi de R$ 23,1bilhões. Em Nova York, o dia foi de alívio nas bolsas americanas: o Nasdaq teve alta de 0,31%; Dow Jones subiu 0,85%; e o S&P 500 avançou 0,64%.
17/03/2025 17:30:49
— Valor Econômico
Anbima passa a incluir consultorias independentes como associadas
EXCLUSIVO: Gol, Latam e Azul investigam Decolar por fraude na emissão de bilhetes
BASTIDORES: Caberá ao Congresso cortar R$ 11,5 bi para incluir emendas de comissão no Orçamento 2025
Silveira: Maior oferta de etanol tornará Petrobras autossuficiente na gasolina e preço cairá
FECHAMENTO: Juros futuros vão na esteira do câmbio e recuam apesar de IBC-Br forte
Os juros futuros encerraram o pregão desta segunda-feira em queda firme nos vértices longos e intermediários da curva a termo, movimento que se consolidou com mais uma rodada de enfraquecimento global do dólar que beneficiou o real. Às vésperas da próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado continuou reduzindo o prêmio de risco precificado na curva, ao passo em que as taxas de prazo mais curto rondaram a estabilidade, também por conta de alguma pressão do resultado mais forte que o esperado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em janeiro.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 oscilou de 14,75%, do ajuste anterior, para 14,745%; a do DI de janeiro de 2027 recuou de 14,56% a 14,485%; a do DI de janeiro de 2029 teve queda de 14,435% para 14,315%; e a do DI de janeiro de 2031 cedeu de 14,585% a 14,50%.
17/03/2025 18:04:08
— Valor Econômico
Agenda BC: Galípolo e diretores participam de 1º dia de reunião do Copom
Petrobras descobre presença de hidrocarboneto em poço na Bacia de Santos
Alphabet, controladora do Google, participa de novas negociações para adquirir startup Wiz por US$ 30 bi
Goldman Sachs volta a reduzir participação acionária na Prio, para 4,96%
Yduqs reverte prejuízo e tem lucro de R$ 13,8 milhões no 4º trimestre
Fundos geridos pela Leblon Equities reduzem participação na Priner para 14,98%
Relator corre para protocolar Orçamento até amanhã, após almoçar com Gleisi e cúpula do Congresso
Alckmin celebra alta em prévia do PIB "muito acima do esperado"
Conselho da Iguatemi confirma eleição de Ciro Zica Neto ao cargo de diretor-presidente
Prefeito Fuad Noman será transferido de hospital para exames e tem licença prorrogada por 15 dias
Trump nomeia Michelle Bowman como vice-presidente para supervisão do Fed
STF vai decidir se Dino, Zanin e Moraes podem analisar denúncia contra Bolsonaro
Grupo SBF: Lucro líquido sobe 6,4% no 4º tri e alavancagem cai
Conselho da Yduqs aprova cancelamento de 15 milhões de ações em tesouraria
GIRO DO MERCADO: Dólar chega a R$ 5,66 e Ibovespa bate 131 mil pontos com China e EUA no radar
Os ativos brasileiros passaram a ter uma melhora adicional na tarde esta segunda-feira. A combinação do possível fim da narrativa do “excepcionalismo” da economia americana com notícias sobre a recuperação da economia chinesa em meio a estímulos do governo do país para o consumo vem beneficiando ativos de risco em geral, em especial de mercados emergentes ligados à China. Não à toa, hoje o dólar chegou a bater R$ 5,66 e o índice Ibovespa superou os 131 mil pontos.
Perto das 16h, o dólar à vita era negociado em queda de 1,28%, cotado a R$ 5,6698, enquanto o euro comercial recuava 0,90%, a R$ 6,1939. No exterior, o índice DXY depreciava 0,33%, aos 103,374 pontos. O Ibovespa, por sua vez, ampliou a alta e passou a subir 1,66%, aos 131.095 pontos, em linha com a melhora vista na bolsas americanas. O índice renovava máxima, com apoio das ações da Petrobras, Vale e bancos. Os papéis da petroleira PN subiam 2,76%.
Os juros futuros também recuavam, com a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de saindo de 14,42% (do ajuste) para 14,29%. Lá fora, o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos caía de 4,317% para 4,308%.
17/03/2025 16:21:52
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Vamos lidera altas em dia de recuo dos juros longos; SLC lidera perdas
Maiores Oscilações do Mercado de Ações (17/03/2025)
Ação | Variação (%) | Observações |
---|---|---|
Vamos ON | +6,08% | Alta em dia de recuo dos juros futuros mais longos |
Magazine Luiza ON | +5,62% | Alta em dia de recuo dos juros futuros mais longos |
Hapvida ON | +5,05% | Tendência positiva nos últimos dias |
SLC Agrícola ON | -3,92% | Queda do dólar frente ao real |
B3 ON | -3,50% | Correção após alta na quinta e sexta-feira |
Natura & Co | -3,16% | Forte correção negativa após divulgação de balanço; rebaixamento do J.P. Morgan (de compra para neutra, preço-alvo de R$ 21 para R$ 11). |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
Setor de eletroeletrônicos cresce 29% em 2024 impulsionado por juros baixos e elevação das temperaturas
Silveira ainda aguarda resposta do presidente do Ibama sobre Margem Equatorial
Trump e Xi podem se reunir em meio a tensões crescentes
Itaú troca Fábio Barbosa por Marcos Lutz, da Ultrapar, como membro independente do conselho
Controlada da Ecorodovias firma acordo para resolução de conflitos sobre BR 101; leilão de concessão será realizado em junho
Qualicorp fecha acordo de leniência com AGU e CGU e deve pagar R$ 44 milhões à União
Austrália: Banco central avalia mudanças na política dos EUA
PL da reciprocidade deve ser aprovado esta semana no Senado, avalia líder do governo
Beto Simonetti toma posse para segundo mandato como presidente da OAB
Desprovação do trabalho de Trump cresce nos EUA, diz pesquisa
PALAVRA DO GESTOR: Correlação e diversificação: detalhes não contados
Embraer aprova novo programa de recompra de até 1 milhão de ações
Allos tem lucro de R$ 217,3 milhões no 4º tri, queda de 8,4% na comparação anual
Itaúsa tem lucro de R$ 3,72 bi no 4º tri, alta de 25% na comparação anual
Bolsa de Tóquio abre em alta de 1,3%, aos 37.868,57 pontos, com ganhos generalizados
Bolsa de Seul abre em alta de 0,6%, aos 2.627,27 pontos, ampliando ganhos
Em posse na OAB, Lula elogia “advocacia combativa” que o livrou da prisão em Curitiba
Executiva do Grupo Boticário fala de atitude e comportamento no videocast do Valor
“Inflação de alimentos não tem milagre”, diz Arminio
Haddad participa de anúncio do envio do projeto de isenção do IR ao Congresso
CMO promete votar lei orçamentária de 2025 até sexta-feira
Preço do ouro estável, apoiado pela demanda por refúgio seguro
Desktop tem lucro líquido de R$ 24,4 milhões no 4º trimestre, queda de 24% em base anual
Petróleo cai com perspectivas de negociações de paz entre Rússia e Ucrânia
Lula anunciará envio de PL que isenta IR para quem ganha até R$ 5 mil nesta terça-feira
EUA: Advogado do governo Trump se recusa a responder a juiz federal sobre voo de deportação
Bolsa de Hong Kong abre em alta de 2,2%, aos 24.679,35 pontos, seguindo Wall Street
Bolsa de Xangai abre em alta de 0,25%, acompanhando demais mercados
FT/ANÁLISE: Trump é um risco para seu próprio movimento politico
Qualicorp assina acordo de leniência que envolve multa de R$ 44,5 milhões
FT: Como a guinada de Jack Ma para a IA reabilitou o Alibaba
Mais de 560 mil pessoas entregaram declaração do IR no primeiro dia
Preço do cobre sobe, apoiado por dados da China
Após cinco dias, árvores derrubadas em temporal de SP ainda não foram recolhidas
Israel ataca Faixa de Gaza após negociações de acordo de cessar-fogo travarem
Minério de ferro cai; fraqueza no sentimento imobiliário da China pesa
Japonesa NTT investirá US$ 1,5 bilhão em data centers na Índia
Honda vai comprar baterias para híbridos da fábrica da Toyota nos EUA
Autopeças japonesa fará carrocerias para montadoras com tecnologia criada pela Tesla
Empresa imobiliária chinesa construirá maior data center da Tailândia
Alasca busca investidores japoneses para projeto de gás promovido por Trump
Vazamento de petróleo no Equador deixa ao menos 15 mil afetados
China deve apertar restrições de exportação de tecnologia de materiais para baterias e chips
Escândalo joga sombras sobre lançamento de modelo de IA da Baidu
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia avançam impulsionadas por setor de tecnologia na China
As bolsas da Ásia fecharam em alta, impulsionadas pelo avanço nas ações de tecnologia em Hong Kong e seguindo os ganhos em Wall Street, enquanto os investidores aguardam a decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ).
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 1,20% a 37.845,42 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul subiu 0,06% a 2.612,34 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 2,46% a 24.740,57 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,11% a 3.429,75 pontos.
Os gigantes da internet da China lideraram os ganhos, com a Alibaba em alta de 6% em Hong Kong, a JD de 5% e a Baidu de 12%, após lançar um novo modelo de inteligência artificial para rivalizar com o DeepSeek. O índice Hang Seng subiu 23% este ano.
Além disso, “os próximos meses podem ser uma janela para a implementação de políticas, com o Congresso Nacional do Povo (NPC) recém-concluído. Todos os olhos podem estar voltados para o apoio ao setor imobiliário e ao consumo”, diz o Citi, em relatório.
Em Tóquio, as ações financeiras e de tradings lideraram os ganhos, após a Berkshire Hathaway aumentar suas participações em cinco tradings japonesas. Por fim, a expectativa é de que o BoJ mantenha as taxas de juros inalteradas em 0,5%.
18/03/2025 06:54:06
— Valor Econômico
Desktop projeta adição de 27 mil novos clientes ao longo do 1º tri
Alliança: Lormont Participações quer converter R$ 310,2 milhões de créditos em ações
Alemanha: Índice Zew de sentimento econômico sobe para 51,6 pontos em março; consenso: 45
JORNAIS: Governo Lula avalia ampliar renda do Minha Casa, Minha Vida para até R$ 12 mil
Vale divulga chapa para eleição de conselho de administração da companhia
Lula anunciará envio de PL que isenta IR para quem ganha até R$ 5 mil nesta terça
Xioami quase dobra lucro no 4º tri e atinge receitas recordes
Ações da BYD sobem após montadora apresentar sistema de carregamento de bateria ultrarrápido
Lula sanciona lei que prevê liberação de recursos públicos para municípios que sofrem com enxurradas e inundações
Google volta a negociar compra da Wiz por US$ 30 bilhões e o que isso significa para a agenda antitruste de Trump
Yduqs tem bom desempenho operacional e geração de caixa no 4º tri, diz Citi
Dólar no exterior ronda estabilidade de olho em acordo com Ucrânia; euro segue forte
Allos tem bom desempenho operacional e números financeiros fracos no 4º tri, diz Citi
IGP-10 desacelera para 0,04% em março
Imposto de Renda 2025: Declaração online ainda não está disponível; entenda
Mahle Metal Leve tem bom faturamento no 4º tri, mas margens decepcionam, diz Citi
Minério de ferro cai 0,58% na Bolsa de Dalian
Yduqs tem receitas e margens acima das expectativas no 4º tri, diz XP
Bolsas da Europa sobem apoiadas por otimismo fiscal na Alemanha; Frankfurt avança 1%
Grupo SBF tem forte crescimento das margens no 4º tri, diz XP
Hapvida deve ter bons números de 4º tri, mas atenção continua com provisões judiciais, diz Citi
Ministro Haddad participa às 11h30 da reunião para envio ao Congresso do projeto que amplia isenção do IR para R$ 5 mil
Ouro sobe para novo recorde com suporte de dólar mais fraco e tensões geopolíticas
Allos mantém bom desempenho operacional no 4º tri e retornos devem se manter altos, diz Bradesco BBI
PRÉ-ABERTURA: Medidas do governo e dados dos EUA guiam juros e câmbio
Depois de mais uma queda firme do dólar com recuo também das taxas futuras, alguma correção pode se desenhar ou se realizar nesta terça-feira, com o investidor de olho em dados da economia americana, da economia chinesa e também atento às medidas econômicas do governo Lula (PT).
De ontem para hoje, notícias sobre o setor imobiliário chinês preocuparam, o que acabou pesando para os preços do minério de ferro, que recuou 0,58% na bolsa de Dalian. Os preços do petróleo, porém, seguem firmes e avançam perto de 1,2%, seja nos contratos Brent (a referência global) ou WTI (a referência americana). Deste modo, após a euforia recente, os ativos brasileiros podem ficar mais sensíveis e voláteis, já que alguns dos gatilhos de melhora não são sólidos ainda (economia chinesa) para garantir uma apreciação consistente e ininterrupta.
Hoje pela manhã, o índice DXY ronda a estabilidade a 103,373 pontos, enquanto a moeda americana recua 0,07% ante o rand sul-africano e 0,06% contra o florim da Hungria, apesar de avançar 0,41% contra o peso mexicano. Já o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos avança de 4,306% para 4,319%.
O que pode movimentar os ativos nesta terça-feira são indicadores econômicos. Pela manhã os agentes financeiros devem acompanhar de perto os números da produção industrial dos Estados Unidos, referentes ao mês de fevereiro. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal projetam que a produção industrial do país tenha avançado 0,3% em fevereiro contra janeiro, em desaceleração da alta de 0,5% da leitura anterior.
Além disso, atenção também se volta aos preços de importados e exportados (principalmente em um momento de guerra tarifária). Dados que corroborem a perda de ímpeto da economia americana podem dar aval para a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) pode não precisar ser tão rígido em seu conservadorismo (isso tenderia a beneficiar os ativos de risco em geral).
Na frente das notícias, hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve assinar o projeto de isenção de Imposto de Renda (IR) para salários de até R$ 5.000. De acordo com reportagem do Valor, a compensação para a isenção terá de ser de R$ 27 bilhões. Segundo a agência Reuters, o governo vai propor uma tributação de 10% sobre lucros e dividendos remetidos ao exterior para compensar parte da renúncia de arrecadação provocada pelo aumento da faixa de isenção do IR. Algum efeito disso, assim, pode pesar nas negociações ao longo desta terça.
Para além do já mencionado, os agentes financeiros devem manter atenção nos leilões de LFT e de NTN-B nesta terça. Com o Tesouro rebalanceando a composição da dívida brasileira, o tamanho das emissões fica no radar dos investidores e podem tanto aliviar quanto pressionar a curva das taxas futuras, a depender da oferta e da demanda pelos papéis.
18/03/2025 08:40:00
— Valor Econômico
Petróleo avança apoiado por estímulos na China e riscos geopolíticos
Grupo SBF mostra boas tendências de margens e dívida no 4º tri, diz Bradesco BBI
Desktop tem melhora nas receitas e margens, mas lucro fica abaixo do esperado n 4º tri, diz XP
Bradesco BBI corta o preço-alvo de Mahle Metal Leve de R$ 18 para R$ 17 e reitera recomendação de venda
Mais de 400 palestinos mortos em ataques aéreos israelenses durante a noite, dizem autoridades
Rendimentos de Treasuries rondam estabilidade à espera de decisão do Fed
Desktop tem números fracos no 4º tri com desaceleração nas receitas, diz Bradesco BBI
Yduqs tem melhora nas margens com melhor gestão de funcionários, diz Bradesco BBI
IBGE: Produção industrial avança em 8 locais e recua em 7 em janeiro ante dezembro
ABERTURA: Dólar à vista inicia sessão em alta com possível ajuste, dados dos EUA e isenção de IR no radar
O dólar à vista abre a negociação em alta, devolvendo parte da forte depreciação observada nas duas últimas sessões. Além de algum ajuste de excessos, hoje o movimento do câmbio deve se pautar pela dinâmica global diante de mais dados da economia americana e também pela agenda do governo brasileiro, em dia da assinatura do projeto de isenção do Imposto de Renda (IR) para salários até R$ 5 mil.
Perto das 9h15, o dólar à vista era negociado em alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7049, enquanto o euro comercial avançava 0,24%, a R$ 6,2247. O real seguia com o quarto pior desempenho da sessão, atrás da rupia da Indonésia, do won sul-coreano e do peso mexicano.
18/03/2025 09:14:14
— Valor Econômico
Allos tem melhora nos fundamentos, mas ainda fica abaixo do esperado, diz Goldman Sachs
ABERTURA: Juros futuros avançam e devolvem parte do alívio recente, de olho em isenção do IR
Os juros futuros abriram o pregão desta terça-feira, véspera de decisão do Copom, em alta. As taxas corrigem parte do alívio da véspera, puxado pelo bom desempenho do real, enquanto os investidores monitoram a assinatura do projeto de ampliação de isenção do Imposto de Renda (IR) a ganhos mensais de até R$ 5 mil.
Por volta de 9h20, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 oscilava de 14,75%, do ajuste anterior, para 14,755%; a do DI de janeiro de 2027 subia de 14,475% a 14,505%; a do DI de janeiro de 2029 aumentava de 14,285% para 14,35%; e a do DI de janeiro de 2031 avançava de 14,46% a 14,53%.
Os agentes locais também observam dados da economia dos Estados Unidos nesta manhã, em especial a produção industrial de fevereiro, que sairá às 10h15. Por fim, o leilão de títulos indexados ao IPCA (NTN-B) e à taxa Selic (LFT) também pode movimentar a curva a termo.
18/03/2025 09:20:17
— Valor Econômico
Moody’s reitera nota de crédito global ‘Caa2’ da Azul
Senado pode votar hoje projeto que muda Lei da Ficha Limpa e reduz prazo de inelegibilidade
PF deflagra operação no Tocantins que mira esquema de venda de decisões do STJ
XP inicia cobertura de Mercado Livre com recomendação de compra e preço-alvo em R$ 118 para os BDRs
Bundestag vota em planos de Merz para desbloquear nível recorde de gastos
IBGE: Produção da indústria de São Paulo sobe 2,4% em janeiro, após duas quedas seguidas
EUA: Construções de moradias novas sobem 11,2% em fevereiro ante janeiro; consenso +1,0%
Priner vê liderança tecnológica como principal motor de crescimento, diz XP
Yduqs tem melhora na lucratividade impulsionada por segmento premium e EAD no 4º tri, diz Goldman Sachs
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro inicia em queda em dia de subida dos juros futuros
O Ibovespa futuro inicia a sessão em leve queda, em um dia que pode ser de correção e de maior volatilidade no mercado local. O avanço dos preços do petróleo pode oferecer apoio para as ações da Petrobras. Por outro lado, a queda nos preços do minério de ferro, impulsionada por sinais de fraqueza contínua no setor imobiliário da China, pode pesar contra as ações da Vale. A subida dos juros futuros também pode alimentar um desempenho mais negativo do índice.
Por volta das 9h40, o Ibovespa futuro tinha leve queda de 0,20%, aos 132.045 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P caía 0,24% e o Stoxx 600 avançava 0,76%. O EWZ, que espelha o mercado brasileiro em NY, recuava 0,26%. Já os recibos de ações (ADRs) da Petrobras tinham leve alta de 0,07% e os da Vale subiam 0,10%.
Na frente de notícias local, o mercado aguarda a assinatura do projeto de isenção do Imposto de Renda (IR) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para salários de até R$ 5 mil. De acordo com matéria do Valor, a compensação para a isenção será de R$ 27 bilhões.
Investidores também monitoram a notícia de que a JBS está em processo de aprovação na Securities and Exchange Comission (SEC, a Comissão de Valores Mobiliários americana) para ter suas ações negociadas na bolsa dos EUA, além do Brasil.
18/03/2025 09:48:56
— Valor Econômico
Putin quer suspensão total de envio de armas à Ucrânia em trégua proposta por Trump
Google confirma compra da empresa de segurança cibernética Wiz por US$ 32 bilhões
Imposto de Renda 2025: Internautas reclama nas redes sociais de dificuldades para preencher a declaração
Em 2024, número de fusões e aquisições no setor de mineração brasileiro foi o maior em 20 anos, mostra KPMG
Grupo SBF tem crescimento da lucratividade, beneficiada pela Fisia, diz Goldman Sachs
Cury e Direcional se beneficiam de injeção de recursos no Minha Casa Minha Vida, diz XP
Copom inicia às 10h10 a primeira etapa do primeiro dia de reuniões
Estrangeiros aportaram R$ 879,4 milhões na B3 em dia em que Ibovespa disparou 2,64%
PRÉ-ABERTURA: Bolsas devem abrir em queda em NY com dados da economia americana no foco
Após uma leve recuperação ontem, os principais índices de ações de Nova York devem abrir em queda. Um dia antes da decisão de juros de Federal Reserve (Fed), investidores permanecem cautelosos diante das incertezas sobre tarifas e o crescimento econômico americano. Nesta terça-feira, o mercado também repercute a escalada de tensões no Oriente Médio, com um novo ataque de Israel a Gaza.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones caía 0,18%, o S&P 500 recuava 0,47% e o Nasdaq cedia 0,66%.No cenário macro, as construções de novas moradias subiu 11,2% em fevereiro na base mensal, ante expectativa de alta de 1%, segundo o consenso dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal. As permissões para novas obras caíram 1,2%, ante expectativa de queda de 2,2%.
Daqui a pouco, investidores também acompanham os dados de produção industrial em fevereiro, que de
18/03/2025 10:14:55
— Valor Econômico
Yduqs compensa crescimento menor no 4º tri com melhores margens e geração de caixa, diz Itaú BBA
EUA: Produção industrial sobe 0,7% em fevereiro na base mensal; consenso: +0,3%
Hapvida: Dados contábeis divulgados pela ANS não necessariamente refletem demonstrações financeiras
Países bálticos e Polônia pretendem abandonar acordo antiminas terrestres
AGENDA DO DIA: Dados da produção industrial nos EUA é destaque
A sessão desta terça-feira deverá ser marcada pela divulgação dos dados da indústria dos Estados Unidos, relativos ao mês de fevereiro. Outros indicadores também ficarão no radar, como os preços de EUA. Veja mais destaques abaixo.
FGV divulga IPC-S Capitais da segunda quadrissemana de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) divulga, às 8h, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) para sete capitais brasileiras da segunda quadrissemana de março. O IPC-S da primeira quadrissemana de março de 2025 subiu 1,22%, resultado acima do registrado na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 5,18% nos últimos 12 meses. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior variação se deu em Recife, com o índice subindo de 0,55% para 0,90% entre as duas quadrissemanas. Em sequência vêm Rio de Janeiro (1,10% para 1,30%), Brasília (1,30 para 1,44%), Belo Horizonte (0,93% para 0,95%) e São Paulo (1,12% para 1,14%). Os recuos se deram em Porto Alegre (1,43% para 1,29%) e Salvador (1,56% para 1,49%).
FGV divulga IGP-10 de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) informa, às 8h, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de fevereiro, calculado entre 11 de fevereiro de 2024 e 10 de março deste ano. O IGP-10 registrou alta de 0,87% em fevereiro, acima do mês anterior, quando havia avançado 0,53%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 1,40% no ano e 8,35% nos últimos 12 meses. Em fevereiro de 2024, o IGP-10 havia caído 0,65% no mês e apresentava queda acumulada de 3,84% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou para 1,02%, registrando crescimento expressivo, quando comparado à taxa de 0,57% observada em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,44%, apresentando aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,26%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,55%, porém inferior à taxa de 0,74% observada em janeiro.
FGV publica Indicador do Comércio Exterior de fevereiro – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) publica, às 8h, o Indicador do Comércio Exterior (Icomex) de fevereiro. As estatísticas do mês de janeiro da balança comercial para as exportações e importações totais registram comportamento similar ao observado a partir de meados de 2024. Na comparação interanual de janeiro de 2024 e 2025, as exportações recuaram 5,7% e as importações aumentaram 12,2%, em valor. O volume exportado caiu 4,9% e o importado cresceu 14,6%. Os preços exportados recuaram 4,9% e os importados caíram 2,0%. (Gráfico 1). Com esses resultados, o saldo da balança comercial de janeiro de 2025 foi de US$ 2,2 bilhões, inferior em US$ 4,0 bilhões a igual período do ano anterior.
FGV divulga Monitor do PIB referente a janeiro – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) publica, às 10h15, o Monitor do PIB referente ao mês de janeiro. Economia cresce 3,5% em 2024, segundo o Monitor do PIB-FGV, semelhante ao de 2023 (3,2%). Na análise com ajuste sazonal, a economia cresceu 0,4% no quarto trimestre de 2024, em comparação ao terceiro. Trata-se de uma desaceleração, tendo em vista os fortes crescimentos registrados no 2º e 3º trimestres (1,4% e 0,8%, respectivamente), mas com crescimento em todas as grandes atividades econômicas e principais componentes da demanda. Após ter encerrado 2023 com crescimento de 3,2%, mas com desaceleração, o consumo das famílias cresceu 5,2% em 2024, sendo este o maior resultado registrado no ano. Todos os tipos de consumo contribuíram positivamente para este desempenho. Em 2024 a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) se recuperou da retração de 2023 e encerrou o ano com o expressivo crescimento de 7,6%. Com crescimento em todos os seus componentes, o grande destaque foi o segmento de máquinas e equipamentos que cresceu 12,0% após a queda de 8,4% em 2023. Embora tenha crescido, as exportações reduziram a magnitude do forte crescimento de 2023. A maioria das categorias da exportação cresceram, porém as exportações de produtos agropecuários recuou em um ano que a agropecuária teve menos influência na economia, em comparação a 2023. O forte crescimento da importação deve-se ao bom resultado de todos os seus segmentos. Destaca-se que três categorias foram responsáveis por mais de 85% dessa alta: bens de capital, bens intermediários e serviços. Em termos monetários, estima-se que o PIB de 2024, em valores correntes, tenha sido de 11,655 trilhões de Reais. Em termos reais, este é o maior valor da série histórica, que mantém o padrão de crescimento observado desde 2021. O PIB per capita de 2024 foi de R$ 56.796, maior nível da série histórica. A produtividade da economia foi de R$ 100.699 em 2024. Na comparação da série a valores de 2024, este resultado mostra nível 0,3% abaixo do observado em 2023 e 3,3% menor que o de 2013, o maior valor da série histórica.
IBGE apresenta pesquisa industrial regional de janeiro – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresenta, às 9h, a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) Regional de janeiro. A produção da indústria nacional teve queda de 0,3% na passagem de novembro para dezembro, com recuos em sete dos 15 locais pesquisados. Com o resultado do último mês do ano, 2024 termina com crescimento de 3,1% em relação a 2023, apresentando taxas positivas em 17 dos 18 locais analisados. Na comparação com o mês anterior, em dezembro de 2024 a produção industrial teve variação de -0,3%, com sete dos 15 locais pesquisados mostrando resultados negativos. No confronto entre os números de dezembro de 2024 e dezembro de 2023, o setor industrial cresceu 1,6%, com nove dos 18 locais pesquisados obtendo resultados positivos. É importante lembrar que dezembro de 2024 (21 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (20).
IBGE comunica Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comunica às 9h os resultados finais das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais e Produção de Leite, Couro e Ovos e Galinhas no quarto trimestre de 2024. Os primeiros resultados da produção animal no 4º trimestre de 2024 apontaram que o abate de bovinos subiu 3,5% em comparação com o mesmo período de 2023 e teve uma redução de 8,6% em relação ao 3º trimestre de 2024. O abate de suínos subiu 0,6% e o de frangos cresceu 5,3% em relação ao mesmo período de 2023. Frente ao 3º trimestre de 2024, o abate de suínos registrou queda de 4,8% e o de frangos teve queda de 0,7%. No 4° trimestre de 2024, a aquisição de leite cru foi de 6,75 bilhões de litros, um acréscimo de 4,1% em comparação ao volume registrado no 4º trimestre de 2023 e aumento de 7,3% frente ao trimestre anterior. Já a aquisição de peças de couro pelos curtumes teve alta de 10,1% frente ao 4º trimestre de 2023 e redução de 6,6% ante o 3° trimestre de 2024, somando 9,85 milhões de peças inteiras de couro cru de bovino. No 4° trimestre de 2024, foram produzidos 1,19 bilhão de dúzias de ovos de galinha, aumento de 11,0% em comparação do mesmo período do ano anterior e redução de 0,8% em relação ao 3º trimestre de 2024.
CNI divulga confiança do empresário industrial (Icei) de março – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) publica, às 10h, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de março. Na passagem de janeiro para fevereiro, o Icei manteve-se em 49,1 pontos. Com isso, os empresários da indústria demonstram pessimismo pelo segundo mês consecutivo. O Índice de Condições Atuais subiu 0,2 ponto, para 44,4 pontos. O Índice de Expectativas não mudou e continua em 51,5 pontos, o que demonstra que os empresários têm perspectivas positivas para os próximos seis meses.
Tesouro realiza leilão tradicional de LFT e NTN-B – A Secretaria do Tesouro Nacional faz às 11h leilão tradicional de Letras Financeiras do Tesouro (LFT) e Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B). As LFT vencem em 1º de março de 2028 e 1º de março de 2031. As NTN-B, em 15 de agosto de 2028, 15 de agosto de 2032 e 15 de maio de 2045. A liquidação financeira dos papeis ocorrerá na quarta-feira.
EUA noticiam permissões de construções em fevereiro – O Departamento do Comércio dos EUA noticia, às 9h30 (de Brasília), os dados preliminares de novas permissões para construção em fevereiro. A leitura anterior foi de baixa de 0,6%, a 1,473 milhão de unidades, na comparação mensal.
EUA noticiam construções iniciadas em fevereiro – O Departamento do Comércio dos EUA noticia, às 9h30 (de Brasília), o dado de novas construções residenciais iniciadas em fevereiro. A leitura anterior foi de baixa de 9,8%, a 1,366 milhão de unidades, com estimativas de baixa de 1,9%, a 1,45 milhão de unidades.
EUA publicam preços de exportados e importados de fevereiro – O Departamento do Trabalho dos EUA publica, às 9h30 (de Brasília), o indicador de preços de produtos exportados e importados de fevereiro. A leitura anterior foi alta de 1,3% na comparação mensal para os exportados e de alta de 0,3% para os importados. Em bases anuais, as variações foram de +2,7% (exportados) e +1,9% (importados).
Fed expõe produção industrial dos EUA em fevereiro – O Federal Reserve (Fed) expõe, às 10h15 (de Brasília), a produção industrial dos EUA de fevereiro. Em janeiro, a produção industrial aumentou 0,5% na margem e avançou 2% na comparação anual. O consenso é de alta de 0,2% (mensal) e +2,3% (anual).
Tesouro dos EUA realiza leilão de T-bonds de 20 anos – O Departamento do Tesouro dos EUA realiza leilão de T-bonds de 20 anos. Às 14h (de Brasília), saem os resultados.
API divulga estoques de petróleo bruto nos EUA na semana – O Instituto Americano de Petróleo (API) divulga, às 17h30 (de Brasília), os dados de estoques de petróleo bruto nos EUA na semana até 14 de março. Na semana anterior, os estoques aumentaram em 4,247 milhões de barris.
Japão comunica balança comercial de fevereiro – O Japão comunica às 20h50 (de Brasília) o saldo da balança comercial de fevereiro. Em janeiro, as exportações aumentaram 7,3%, as importações cresceram 16,2%, em bases anuais, e o saldo foi déficit comercial de 2,758 trilhões de ienes, com expectativas de superávit comercial de 722,8 bilhões de ienes.
Japão publica encomendas de máquinas em janeiro – O Japão divulga, às 20h50 (de Brasília), dados sobre encomendas de máquinas no país em janeiro. No mês anterior, as encomendas aumentaram 4,3% em bases anuais e a estimativa é de alta de 6,9%. Na comparação mensal, os pedidos diminuíram 1,2%, com expectativa de baixa de 0,5%.
Lula visita fábrica da Toyota em Sorocaba – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva despacha, às 9h, com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o secretário de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social, Laércio Portela. Às 11h30, fará reunião para anúncio do envio do projeto de lei de ampliação da isenção do Imposto de Renda ao Congresso Nacional. Às 13h30, embarca para Sorocaba (SP), onde, às 15h30, faz visita à fábrica da Toyota. Retorna a Brasília às 18h30, devendo desembarcar às 19h50.
Senado pode votar redução dos prazos de inelegibilidade – O Plenário do Senado pode votar a redução dos prazos de inelegibilidade para políticos condenados. É o que prevê o projeto de lei complementar (PLP) 192/2023, que está na pauta do Plenário, que se reúne às 14h. O Plenário também pode votar o projeto que cria o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, para garantir a alfabetização até o final do segundo ano do ensino fundamental (PL 4.937/2024). O terceiro projeto na pauta inclui representante da sociedade civil na composição da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) (PL 1.241/2023).
Plenário da Câmara vota projeto sobre restos a pagar – O Plenário da Câmara dos Deputados reúne-se às 13h55 e vota, entre outros, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 22/25, do Senado, que revalida dotações orçamentárias canceladas vinculadas aos chamados restos a pagar não processados, permitindo sua liquidação até o final de 2026. Também na pauta o Projeto de Lei 6.020/23, que tipifica como descumprimento de medida judicial a aproximação do agressor de áreas delimitadas pelo juiz para proteção de vítima de violência contra a mulher; o PL 3.39/24, que aumenta as penas para crimes ambientais e proíbe aquele que fizer incêndio em floresta ou demais formas de vegetação de contratar com o poder público ou receber subsídios; e o PL 2.583/20, que institui a Estratégia Nacional de Saúde e fixa regras para estimular parcerias com empresas de desenvolvimento de dispositivos e insumos médico-hospitalares a serem fornecidos ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Haddad acompanha Lula em visita à fábrica da Toyota – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa, às 11h30, de reunião para anúncio do envio do projeto de lei de ampliação da Isenção do Imposto de Renda ao Congresso Nacional. Às 15h30, acompanha o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em visita à fábrica da Toyota em Sorocaba (SP).
Galípolo e diretores participam de 1º dia de reunião do Copom – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, e os oito diretores vão participar do primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). A primeira sessão da reunião acontecerá das 10h às 12h e a segunda, das 14h às 17h30. Nesse primeiro dia, há uma análise de conjuntura. Na quarta-feira, os membros do colegiado se reúnem novamente em duas sessões. A decisão sobre a taxa básica de juros deve ser divulgada após as 18h30.
Agenda de Mercadante não divulgada – A agenda do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, não foi divulgada.
18/03/2025 07:28:10
— Valor Econômico
Calendário de balanços: Taesa divulga resultados; Yduqs realiza teleconferência
GIRO DO MERCADO: Rendimentos de Treasuries firmam alta após dados dos EUA
Os dados de construções de moradias nos Estados Unidos mais fortes do que as projeções levaram os rendimentos de Treasuries a firmarem alta, enquanto os mercados aguardam a decisão de juros de amanhã do Federal Reserve (Fed) em meio a temores de recessão.
Por volta de 10h, o rendimento da T-note de dois anos subia a 4,065%, de 4,057% no fechamento anterior, enquanto o da T-note de dez anos subia de 4,306% a 4,325%. O índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – avançava 0,15% a 103,52 pontos.
O número de construções de novas moradias nos Estados Unidos subiu 11,2% em fevereiro em base mensal, ante consenso de alta de 1,0%. Além disso, a expectativa é por manutenção nos juros pelo Fed, que pode adotar um tom mais “hawkish”, propensos ao aperto monetário, pois tarifas ameaçam manter a inflação acima da meta.
Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 oscilava de 14,75%, do ajuste anterior, para 14,74%, na véspera de decisão do Copom, e com os agentes de olho na assinatura do projeto de ampliação de isenção do Imposto de Renda (IR) a ganhos mensais de até R$ 5 mil. O dólar caía 0,05% contra o real, a R$ 5,6838.
18/03/2025 10:07:46
— Valor Econômico
Tesouro oferta hoje 900 mil LFT e 800 mil NTN-B em leilão
ABERTURA: Ibovespa tem alta com apoio de ‘blue chips’, menos a Vale
O Ibovespa amplia a forte alta vista na véspera e avança no começo desta terça-feira, no primeiro dia da reunião que irá decidir o nível da Selic no Brasil. A subida da maior parte das ações de blue chips ajuda a dar fôlego para o índice. Em linha com o recuo nos preços do minério de ferro, as ações da Vale registram queda. Da mesma forma, o avanço nas cotações do petróleo ajuda a dar fôlego para os papéis da Petrobras.
Por volta das 10h30, o Ibovespa tem alta de 0,30%, aos 131.228 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 caía 0,42% e o Stoxx 600 avançava 0,74%. As ações da Vale caíam 0,19%, em linha com a queda nos preços do minério de ferro, que foimpulsionada por sinais de fraqueza contínua no setor imobiliário da China. A subida nas cotações do petróleo ajuda as ações da Petrobras. As PN da petroleira têm alta de 0,14%
As ações da JBS lideram as altas, com um avanço de 13,95%. A companhia anunciou ontem que a BNDESPar assinou um acordo com a J&F Investimentos em que concorda em se abster de votar na assembleia que vai deliberar sobre a dupla listagem da JBS, deixando a decisão para os demais acionistas minoritários. A gigante está em processo de aprovação na SEC (comissão de valores mobiliários americana) para ter as ações negociadas nos EUA, além do Brasil.
As ações da Yduqs também estão entre os maiores avanços na sessão, com uma alta de 8,40%. A companhia apresentou ontem à noite o balanço. Para o Goldman Sachs, a empresa mostrou melhora na lucratividade impulsionada pelo segmento premium. Já a equipe do Bradesco BBI apontou que houve melhora nas margens apoiada pela gestão de funcionários.
18/03/2025 10:39:33
— Valor Econômico
Ações da Li Auto sobem após montadora apresentar sistema de direção autônoma
Allos tem resultados robustos no 4º tri e mostra boas metas para 2025, diz BTG
Trump enfrenta prazo judicial para explicar deportação de venezuelanos
ABERTURA: Bolsas voltam a cair em NY com incertezas econômicas e tensões geopolíticas
Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta terça-feira, à medida que o mercado segue cauteloso diante das incertezas sobre tarifas e o crescimento econômico dos Estados Unidos. A escalada de tensões no Oriente Médio também pesa sobre o sentimento dos operadores, após Israel realizar um novo ataque à Gaza.
Por volta das 11h (de Brasília), o índice Dow Jones tinha queda de 0,50%, aos 41.633,68 pontos, o S&P 500 recuava 1,05%, aos 5.615,72 pontos, e o Nasdaq cedia 1,87%, aos 17.475,967 pontos.
Praticamente todos os setores do S&P 500 operavam em queda, com exceção de energia (+0,62%). Na outra ponta do índice, consumo discricionário (-1,78%), comunicação (-1,34%) e tecnologia (-1,13%) lideravam as perdas. Entre os destaques, as ações da Nvidia recuavam 3,02%, antes de o CEO da empresa discursar em sua conferência anual.
Em nota, Steven Ricchiuto, do Banco Mizuho, diz que o mercado “precisava” de uma correção, após o rali dos últimos dos anos. “A valorização do mercado acionário superou nossas expectativas e ultrapassou amplamente o nível sugerido pelas expectativas e resultados de lucros baseados em análises fundamentais”, ele diz. Agora que isso está acontecendo, Ricchiuto afirma que isso está erroneamente sendo interpretado como um “sinal de desequilíbrio”, mas, na verdade, essa correção deve ser vista como um desenvolvimeno saudável.
18/03/2025 11:02:28
— Valor Econômico
Senado avança na tramitação do PL da reciprocidade
Bitcoin volta a cair apesar de fluxo positivo para ETFs da criptomoeda
Yduqs destaca expansão do semipresencial e projeta R$ 150 milhões em dividendos para 2025
Ações da JBS e volume negociado disparam com notícia sobre acordo para dupla listagem
Desktop não tem surpresas no 4º tri e evidencia modelo de negócios resiliente, diz BTG
China realiza exercícios perto de Taiwan após comentário de Lai sobre "força hostil estrangeira"
AGENDA DE EMPRESAS: Lucro da Allos cai 8,4%; Yduqs reverte prejuízo
Americanas venderá serviços em até 700 lojas e terá novo cartão e programa de fidelidade
Grupo SBF tem melhora nas margens apesar de vendas mais fracas, diz BTG
Preço do gás natural no Brasil é “surreal” e regras precisam mudar, diz Silveira
Diretoria da Direcional mantém perspectiva positiva para 2025 mesmo com crescimento menor, diz BTG
Isenção do IR deve elevar PIB e inflação em 2026, e BC terá que voltar a elevar Selic, diz MCM
Ibovespa passa a oscilar próximo à estabilidade com abertura negativa em NY
Injeção de R$ 15 bi do Fundo Social no Minha Casa Minha Vida beneficia construtoras, diz BTG
Governo nomeia novos secretários para o Ministério da Saúde
Yduqs tem resultados sem surpresas no 4º tri e acelera geração de caixa, diz J.P. Morgan
Queda nas margens da Mahle Metal Leve no 4º tri cria riscos em torno de dividendos, diz J.P. Morgan
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STF: Dino manda Congresso se manifestar sobre mudança de regras para emendas
Peru mobiliza exército enquanto violência aumenta na capital
Margem Equatorial pode abrir novo caminho de crescimento para Petrobras e impulsionar economia, diz J.P. Morgan
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Allos tem resultados positivos no 4º tri por desempenho operacional e boas perspectivas, diz XP
‘Data centers’ impulsionam crescimento de contratos de longo prazo de energia com geradoras renováveis
Copom encerra às 12h08 a primeira etapa do primeiro dia de reuniões
Cury, Direcional e Plano&Plano podem se beneficiar de mais recursos no Minha Casa Minha Vida, diz Bradesco BBI
Parlamento da Alemanha aprova aumento histórico de gastos de Merz
Câmara pede ao STF que decisão de perdas de mandato seja aplicada apenas após trânsito em julgado
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Itaú BBA inicia cobertura de ações da XP com recomendação de compra
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FECHAMENTO: Bolsas sobem na Europa após Parlamento alemão aprovar reforma fiscal
Os principais índices de ações da Europa tiveram mais um dia de valorização, especialmente o DAX, de Frankfurt, após o Parlamento alemão aprovar um pacote de bilhões de euros em estímulos fiscais. A perspectiva do mercado é de que esse incentivo beneficie toda a União Europeia, o que se refletiu na forte alta do euro nesta terça-feira e na alta do índice Zew de sentimento econômico. Agora, o projeto de lei precisa ser aprovado no Senado, nesta sexta-feira.
“É uma mudança histórica no regime fiscal, possivelmente a maior desde a reunificação alemã”, comenta Robin Winkler, economista-chefe da Alemanha do Deutsche Bank. “No entanto, uma expansão fiscal não garante sucesso: o próximo governo precisará implementar reformas estruturais para transformar esse pacote fiscal em um crescimento sustentável.”
No fechamento, o índice Stoxx 600 subiu 0,59%, aos 554,18 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve alta de 0,29%, a 8.705,23 pontos, e o DAX, de Frankfurt, avançou 0,98%, aos 23.380,70 pontos. Já o CAC 40, de Paris, teve ganho de 0,50%, aos 8.114,57 pontos. Por volta das 13h50 (de Brasília), o euro subia 0,16% frente ao dólar americano, sendo negociado a US$ 1,09354. Na máxima do dia, a moeda chegou a 1,095 dólares.
No cenário macroeconômico, o índice de sentimento econômico da Alemanha medido pelo instituto Zew, que acompanha as expectativas para os próximos seis meses, subiu de 26 pontos em fevereiro para 56,1 em março, bem acima do esperado pelo mercado. Em nota, a Pantheon Macroeconomics diz que as condições atuais da economia na zona do euro “permanecem críticas”, em linha com o crescimento fraco no início do ano. Na visão da casa, a melhora nas expectativas sugere que os investidores e os analistas estão ignorando a incerteza comercial de curto prazo e focando no impulso gerado pelo estímulo fiscal.
18/03/2025 14:12:37
— Valor Econômico
Barreirinhas: Dividendo pago no Brasil será tributado somente para PF; fora do Brasil, para PF e PJ
Itaú BBA corta preço-alvo para Grupo SBF para R$ 14, mantendo compra, após resultados neutros no 4º tri
Copom inicia às 14h11 a segunda etapa do primeiro dia de reuniões
BCE pode precisar de novos cortes de juros com turbulência comercial pesando em crescimento, diz Rehn
Qualidade dos resultados da Mahle Metal Leve no 4º tri foi ruim, diz Itaú BBA
Marcos Pinto: Grande parte do retorno ao investidor vem de ganho de capital e não muda, continua isento
Barreirinhas: Isenção maior do IR vai aumentar arrecadação de Estados e municípios
XPeng prevê alta nas receitas em meio ao maior volume de entregas de veículos elétricos
FT: Popularidade de Claudia Sheinbaum no México cresce com o efeito Trump
ANÁLISE: Trump ensaia embate com o Judiciário nos EUA
Isenção do IR pode beneficiar consumo e adicionar 0,7 p.p. à inflação de serviços em 2026, diz Santander
Allos tem 4º tri acima das expectativas, com destaque para queda das despesas, diz Itaú BBA
Durigan: Compromisso do governo é manter a proposta de IR neutra, mas Congresso é soberano no debate
Pfizer pretende vender participação restante que tem na Haleon
IR de 10% em remessa de dividendos ao exterior pode encarecer investimentos, diz tributarista
Durigan: Temos garantias jurídicas e políticas que proposta da reforma do IR será neutra fiscalmente
Marcos Pinto: Governo não discute neste momento redução da alíquota do IRPJ
Acordo entre Birman e Jatahy é saída mais provável para encerrar disputa na Azzas, diz Citi
Alcolumbre elogia isenção do IR, mas não comenta sobre compensação
FECHAMENTO: Ouro sobe e renova recorde com busca por ativos seguros e escalada de tensões no Oriente Médio
Os contratos futuros do ouro subiram, mais uma vez, nesta terça-feira, consolidando um novo recorde de fechamento. O metal precioso tem sido impulsionado pela demanda por ativos seguros em meio à incerteza sobre a implementação de tarifas pelos Estados Unidos e ganhou mais um fôlego com a recente escalada de tensões no Oriente Médio.
No fechamento da Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para abril subiu 1,15%, cotado a US$ 3.040,8 por onça-troy.
18/03/2025 14:47:00
— Valor Econômico
Mello: É muito difícil falar que uma medida isoladamente vai gerar mais ou menos inflação
Motta diz acreditar que Congresso fará ajustes em reforma do IR e reforma compromisso com responsabilidade fiscal
Ibovespa acentua alta com recuo maior dos juros futuros e virada positiva das ações da Vale
Putin concorda com proposta de Trump para interromper ataques a infraestruturas energéticas
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: JBS dispara com acordo para dupla listagem; CSN lidera perdas
Maiores Oscilações do Mercado em 18/03/2025
Ação | Variação | Motivo |
---|---|---|
JBS ON | +15,57% | Acordo BNDESPar com J&F Investimentos para abster-se de voto na assembleia sobre dupla listagem; processo de aprovação na SEC para negociação nos EUA. |
Yduqs ON | +7,87% | Melhora na lucratividade (Goldman Sachs) e margens (Bradesco BBI), impulsionadas pelo segmento premium e gestão de funcionários. |
BRF ON | +5,46% | Alta após dois pregões de queda. |
CSN ON | -3,57% | Recuo nos preços do minério de ferro. |
CVC ON | -3,47% | Correção após sessões positivas. |
B3 ON | -3,10% | Correção após pregões positivos desde o anúncio da vitória no Carf. |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Dólar e juros futuros acentuam queda, sem surpresas com isenção do IR
Os mercados domésticos de câmbio e juros exibiram melhora há pouco, após o presidente Lula assinar o projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda (IR), que ainda passará pelo Congresso. Segundo participantes do mercado, não houve surpresas negativas em relação à medida, o que permite algum alívio do prêmio de risco na tarde desta terça-feira.
Por volta de 14h, o dólar à vista exibia queda de 0,29%, a R$ 5,6699, após tocar a mínima intradiária de R$ 5,6559. Com isso, o câmbio doméstico se descola ainda mais da tendência global de valorização da moeda americana, ainda que contida.
No mercado de juros futuros, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 recuava de 14,475%, do ajuste anterior, para 14,445%, enquanto a do DI de janeiro de 2031 cedia de 14,46% a 14,39%.
Nos Estados Unidos, as taxas dos Treasuries seguem em queda modesta, com o rendimento da T-note de dez anos passando de 4,306% a 4,299%.
Por fim, no mercado de ações, o Ibovespa subia 0,26%, a 131.177 pontos, sem seguir o movimento negativo das bolsas de Nova York, onde o S&P 500 anotava baixa de 1,07%, aos 5.614,30 pontos.
18/03/2025 14:10:55
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Petróleo inverte sinal e cai com possível acordo de paz entre Ucrânia e Rússia
Os contratos futuros de petróleo fecharam esta terça-feira (18) em queda, após operarem a maior parte do dia no campo positivo. A inversão no movimento de alta veio no decorrer da tarde, após a Casa Branca divulgar os detalhes da conversa entre Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin, indicando um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia, retirando o prêmio de risco geopolítico embutido no preço do petróleo.
No fechamento, na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos futuros para o petróleo WTI (referência dos Estados Unidos) de abril caíram 1,01%, a US$ 66,90 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo Brent (referência mundial) para entrega em maio registrou queda de 0,72%, a US$ 70,56 por barril.
De acordo com o comunicado compartilhado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, Trump e Putin falaram sobre a necessidade de paz e um cessar-fogo na guerra da Ucrânia. “Ambos os líderes concordaram que este conflito precisa terminar com uma paz duradoura. Eles também enfatizaram a necessidade de melhorar as relações bilaterais entre os Estados Unidos e a Rússia”, disse.
“Os líderes concordaram que o movimento para a paz começará com um cessar-fogo de energia e infraestrutura, bem como negociações técnicas sobre a implementação de um cessar-fogo marítimo no Mar Negro, cessar-fogo total e paz permanente. Essas negociações começarão imediatamente no Oriente Médio”, diz o comunicado.
18/03/2025 16:01:08
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Dólar tem 6ª queda seguida e vai para menor patamar em quase 5 meses
O dólar à vista voltou a recuar frente ao real na sessão desta terça-feira, atingindo o menor nível em quase cinco meses. Hoje a dinâmica não foi global e generalizada como nas duas últimas sessões. Operadores também não viram motivos específicos para o enfraquecimento do dólar contra a moeda brasileira, ponderando tanto um possível fluxo de estrangeiros para o país como algum alívio proveniente da ausência de surpresas negativas no anúncio do projeto de isenção fiscal a salários de até R$ 5 mil.
Encerradas as negociações, o dólar a vista fechou em queda de 0,25%, cotado a R$ 5,6719, o menor patamar desde 24 de outubro de 2024, quando a moeda americana terminou negociada a R$ 5,6629. Na mínima do dia, o dólar à vista bateu R$ 5,6559 e na máxima encostou em R$ 5,7145. Já o euro comercial registrou depreciação de 0,02%, a R$ 6,2083. Perto das 17h10, o índice DXY caía 0,13%, aos 103,231 pontos.
18/03/2025 17:10:29
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Bolsas de NY fecham em queda em dia marcado pela aversão ao risco
As bolsas de Nova York fecharam esta terça-feira (18) em queda, com os mercados avessos ao risco. O pregão foi marcado por agentes financeiros buscando ativos mais seguros, em um movimento que contrasta com as bolsas europeias, favorecidas pela aprovação do pacote de estímulos fiscais da Alemanha. Todos os setores do S&P 500 fecharam em baixa, com exceção ao de saúde e energia.
Em Wall Street, o índice Dow Jones caiu 0,62%, aos 41.581.31 pontos, o S&P 500 teve queda de 1,07%, aos 5.614.66 pontos, e o Nasdaq cedeu 1,71%, aos 17.504.12 pontos. Praticamente todos os setores do S&P 500 terminaram o dia no negativo, com destaque para comunicação (-2,14%), consumo discricionário (-1,9%) e tecnologia (-1,65%), que lideraram as perdas no dia.
Grandes empresas do setor de tecnologia sofreram no pregão de hoje, com destaque para queda das ações de Tesla (-5,34%), Meta (-3,73%) e Nvidia (-3,34%).
Neste contexto, ativos considerados seguros registraram bons desempenhos no dia. Os yields da T-note de 2 anos e de 10 anos registraram recuo de 0,5% e 1,7% respectivamente na sessão de hoje. A busca por segurança também fez com que o ouro fechasse em alta, consolidando um novo recorde de fechamento, enquanto o franco suíço e o iene japonês registraram alta frente ao dólar.
No entanto, na avaliação de Steven Ricchiuto, economista-chefe para EUA do Mizuho Securities, este é um momento de correção no mercado americano após um longo período de alta. “Os investidores devem usar essa liquidação para aumentar as posições, não se desfazer de ações, como alguns estrategistas estão sugerindo”, disse.
18/03/2025 17:21:28
— Valor Econômico
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FECHAMENTO: Ibovespa encerra no maior nível desde outubro; JBS lidera altas e dispara quase 18%
Na contramão da queda vista em Wall Street, o Ibovespa anotou mais um dia de alta firme nesta terça-feira e avançou 0,49%, aos 131.475 pontos, na véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a Selic. Esse foi o maior nível de fechamento desde 16 de outubro de 2024, quando o índice encerrou aos 131.750 pontos. A sessão foi volátil, especialmente no começo da manhã. O índice oscilou entre os 130.722 pontos e os 131.834 pontos. O recuo mais intenso dos juros futuros mais longos alimentou um movimento mais positivo do índice na sessão, assim como a alta dos papéis da Vale, Petrobras e de alguns bancos. O alívio se deu com a apresentação do projeto de lei de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, considerado sem surpresas negativas para o mercado.
Depois de iniciar o dia em queda, as ações da Vale passaram a subir e avançaram 0,74%. O dia foi de recuo nos preços do minério de ferro. Já as ações da Petrobras fecharam em alta: tanto as PN quanto as ON ganharam 0,08%. Durante o pregão, porém, as ações da petroleira adotaram um movimento misto, com as ordinárias em alta e as preferenciais em queda, o que pode indicar que houve compra de investidores estrangeiros, já que os recibos de ações (ADRs) da ação ordinária da estatal costumam ser mais líquidos.
As ações da JBS responderam pelas maiores altas na sessão, com um avanço de 17,89%. A companhia anunciou um acordo que pode ajudar na dupla listagem da empresa. Já as maiores quedas ficaram para os papéis da CVC, que caíram 3,47%. O volume financeiro negociado no índice foi de R$ 16,2 bilhões e de R$ 21,2 bilhões na B3.
Em Wall Street, o movimento foi negativo: o Nasdaq caiu 1,71%; o S&P 500 recuou 1,07%; e o Dow Jones teve queda de 0,62%.
18/03/2025 17:31:16
— Valor Econômico
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Fazenda divulga boletim Macrofiscal amanhã, às 9h
Stone diz que tem R$ 3 bilhões em excesso de capital
WEG aprova pagamento de R$ 338,6 milhões em juros sobre capital própria
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BASTIDORES: Zucco pode ficar de fora de CREDN por acúmulo de funções e concentração protagonismo
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FECHAMENTO: Juros futuros de longo prazo têm queda firme na véspera de decisão do Copom
Os juros futuros de longo prazo reverteram a pressão do início do dia e fecharam o pregão desta terça-feira em queda firme, com movimentos mais contidos na parte curta da curva a termo. Às vésperas da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, ganhou força no mercado a perspectiva de que o colegiado adote uma postura mais aberta em relação aos próximos passos, o que poderia levar a uma taxa Selic menos apertada no fim do atual ciclo de aperto monetário.
Operadores citaram ainda que o ambiente global mais positivo para as taxas e a ausência de surpresas negativas na assinatura do projeto de ampliação da isenção do Imposto de Renda (IR) também apoiaram a redução do prêmio de risco embutido na curva a termo.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 recuou de 14,75%, do ajuste anterior, para 14,725%; a do DI de janeiro de 2027 cedeu de 14,475% a 14,42%; a do DI de janeiro de 2029 teve forte queda de 14,285% para 14,195%; e a do DI de janeiro de 2031 baixou de 14,46% a 14,38%.
Nos Estados Unidos, as taxas dos Treasuries também encerraram o pregão em baixa, ainda que em ritmo mais contido. O rendimento da T-note de dez anos recuou de 4,306% a 4,289%.
18/03/2025 18:05:40
— Valor Econômico
Justiça barra mudança de nome de GCM para polícia municipal em São Paulo
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Sem acordo, Alcolumbre retira projeto que reduz período de inelegibilidade da pauta do Senado
GIRO DO MERCADO: Ibovespa amplia alta com queda maior dos juros futuros mais longos
O Ibovespa voltou a ampliar a alta com a queda mais intensa dos juros futuros, especialmente os mais longos, que ampliaram o movimento visto mais cedo, e com uma virada positiva das ações da Vale na tarde desta terça-feira.
Por volta das 16h20, o Ibovespa tinha alta de 0,57%, aos 131.585 pontos, perto da máxima de 131.834 pontos. No mesmo horário, as ações da Vale subiam 0,67%, a R$ 57,48, perto da máxima intradiária de R$ 57,52.
Já as ações da Petrobras registravam movimento misto: as PN caíam 0,06%, enquanto as ON subiam 0,03%. Segundo operadores, o desempenho em direções opostas das ações da petroleira pode indicar que houve compra de investidores estrangeiros, já que os recibos de ações (ADRs) da ação ordinária da estatal costumam ser mais líquidos.
Já os juros futuros acentuavam a queda, especialmente nos vértices mais longos. No horário acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 recuava de 14,475%, do ajuste anterior, para 14,43%; e a do DI para janeiro de 2031 caía de 14,46% para 14,36%.
O dólar, por sua vez, registrava queda de 0,24%, a R$ 5,6719. O desempenho ocorre em linha com o recuo do índice DXY, que caía 0,13%, aos 103,238 pontos.
18/03/2025 16:29:08
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: JBS dispara com acordo que pode ajudar em dupla listagem; CVC lidera perdas
Maiores Oscilações do Mercado de Ações (18/03/2025)
Ação | Variação (%) | Observações |
---|---|---|
JBS ON | +17,89% | Acordo para destravar dupla listagem (Brasil e EUA). |
SLC Agrícola ON | +8,11% | Recuperação após queda de quase 4% na véspera. |
BRF ON | +7,15% | Alta após dois pregões de queda. |
CVC ON | -3,47% | Correção após sessões positivas. |
B3 ON | -3,06% | Ampliação da correção após pregões positivos desde a vitória no CARF. |
Vamos ON | -2,63% | Queda após forte alta nos dois últimos pregões. |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
Haddad critica juros dos bancos e defende mais acesso ao crédito
Tupy confirma ‘sugestão’ de Rafael Lucchesi para presidência da companhia
PALAVRA DO GESTOR: Copom no momento de desacelerar
Azzas 2154: Birman e Jatahy negam discussão sobre compra de participação ou cisão de negócios
Grupo Profarma registra lucro de R$ 35,5 milhões no 4º trimestre, alta de 25,1%
Bloco de controle da Hypera assina acordo com a Votorantim para indicação de nomes ao conselho
Risco de recessão nos EUA é baixo, diz Hechler-Fayd’herbe, da Lombard
Orçamento deve ser votado no Congresso até quinta, dizem fontes próximas de Alcolumbre
Haddad participa de premiação de olimpíada do Tesouro e se reúne com ministra da Ciência, amanhã
PP dá aval para que Ciro Nogueira avance em megafederação com União Brasil
O planeta pede socorro, mostra relatório da Organização Meteorológica Mundial
Vivara projeta abrir entre 40 e 50 lojas em 2025
Bolsa de Tóquio abre estável, aos 37.839,39 pontos, às espera de decisão do BoJ
Bolsa de Seul abre estável, aos 2.613,48 pontos, com realização de lucros
`Preço do ouro cai antes de decisão do Fomc
Blau Farmacêutica aprova distribuição de R$ 45 milhões em juros sobre capital próprio
Lula visita Rio Grande do Norte e Ceará nesta quarta-feira
Japão: Exportações crescem 11,4% ao ano em fevereiro, impulsionadas pela demanda pré-tarifária dos EUA
Câmara oficializa instalação das comissões para amanhã
AGENDA DE AMANHÃ: Decisões do Fed e do Copom são destaque
As decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil são os principais destaques da agenda desta quarta-feira, 19 de março. No campo dos indicadores, os números finais da inflação ao consumidor (CPI) da zona do euro referentes a fevereiro também devem ser acompanhados pelos investidores.
Agenda de quarta-feira, 19 de março
18/03/2025 09:20:28
— Valor Econômico
FT: Investidores fazem maior corte da história em exposição a ações dos EUA
EUA: Justiça impede governo Trump de fazer mais demissões em agência de ajuda externa
Câmara aprova projeto que prorroga prazos para Restos a Pagar Não Processados
Telefônica anuncia compra de empresa de acessórios e eletrônicos Samauma por R$ 80 milhões
Câmara define comissões; PT cede Educação para viabilizar acordo
Bolsa de Hong Kong abre em baixa de 0,2%, aos 24.697,63 pontos, seguindo Wall Street
Bolsa de Xangai abre em baixa de 0,2%, aos 3.424,17 pontos, com realização de lucros
Energisa tem lucro líquido de R$ 1,82 bi no 4º trimestre, alta de 254% em base anual
Governo pede que projeto do IR tramite com urgência constitucional
Estapar tem prejuízo líquido de R$ 3,0 milhões no 4º trimestre, queda de 65,9% em base anual
Empresas votam em abril proposta de mudança nas normas do Novo Mercado
Empresas dos EUA reclamam de protecionismo do Japão às vésperas de novas tarifas de Trump
FT: Putin rejeita apelo de Trump por trégua na Ucrânia
InterCement tem prejuízo líquido de R$ 120 milhões no 4º trimestre, queda de 35% em base anual
FT: Microsoft e startup de IA vão simular o raciocínio cerebral
Lucro da Taesa diminui 32,5% no 4º trimestre de 2024, para R$ 200,6 milhões
Vivara tem lucro líquido de R$ 299,4 milhões no 4º trimestre, alta de 91,9% em base anual
Índia considera escolher trem-bala mais moderno do Japão para projeto ferroviário
Family office chinês em Cingapura é atingido por fraude de US$ 55 milhões
‘Empresas americanas estão viciadas na droga da mão de obra barata’, diz vice de Trump
Preços de títulos da dívida do Japão caem diante da aversão dos investidores ao risco
Lucro da Blau Farmacêutica mais que dobra no 4º trimestre, para R$ 57 milhões
Produção de cobre da Zâmbia se recupera após queda
Bolsas da Ásia operam em direções diversas
Capital de risco da China retem negócios de inteligência artificial apesar do ‘efeito DeepSeek’
Milhares protestam na Colômbia para exigir que o Congresso aprove reformas de Petro
Canadá comprará radar australiano de US$ 4 bilhões para o Ártico em meio a relações tensas com os EUA
Banco Central da Indonésia mantém taxas de juros inaltearadas como esperado em meio à volatilidade
Avaliação negativa de Haddad no mercado financeiro avança para 58%, diz Genial/Quaest
Tarcísio é quem tem mais chances para derrotar a esquerda em 2026 para 93% do mercado financeiro, diz Genial/Quaest
AGENDA DO DIA: Decisões do Fed e do Copom são destaque
As decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil são o principal destaque da agenda desta quarta-feira. Em um dia esvaziado de indicadores, os mercados devem se atentar, ainda, aos dados semanais sobre os estoques de petróleo nos EUA e à atualização das projeções econômicas feitas pelo Ministério da Fazenda no Brasil.
Veja, abaixo, os principais destaques da agenda desta quarta-feira:
Ministério da Fazenda divulga Boletim Macrofiscal – O Ministério da Fazenda divulga às 9h o Boletim Macrofiscal com as projeções atualizadas da pasta para indicadores macroeconômicos, como Produto Interno Bruto (PIB) e inflação.
BC anuncia fluxo cambial semanal – O Banco Central (BC) anuncia, às 14h30, o fluxo cambial da semana encerrada em 14 de março. O fluxo cambial anotou saída líquida de US$ 783 milhões entre os dias 5 e 7 de março. A conta comercial foi responsável pela entrada líquida de US$ 311 milhões no período, enquanto a conta financeira anotou saída de US$ 1,094 bilhão. No recorte do acumulado de 2025, o fluxo cambial anota saída líquida de US$ 7,964 bilhões, enquanto o fluxo financeiro registra saída de US$ 10,959 bilhões e o fluxo comercial tem entrada de US$ 2,995 bilhões.
Copom comunica decisão sobre a taxa Selic – O Comitê de Política Monetária anuncia, a partir das 18h30, a decisão sobre a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, atualmente em 13,25% ao ano, a ser praticada até 7 de maio 2025. Todas as 125 instituições financeiras e consultorias ouvidas em pesquisa feita pelo Valor projetam aumento de 1 ponto percentual (p.p.), para 14,25% ao ano.
DoE expõe estoques de petróleo e derivados nos EUA na semana – O Departamento de Energia (DOE) dos EUA expõe, às 11h30 (de Brasília), os estoques semanais de petróleo e derivados nos EUA na semana até 14 de março. Na semana anterior, os estoques de petróleo bruto aumentaram em 1,448 milhão de barris e os de gasolina diminuíram em 5,737 milhões de litros.
Fomc divulga decisão de política monetária – O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve divulga, às 15h (de Brasília), sua decisão de política monetária. Às 15h30, o presidente do Fed, Jerome Powell, concede entrevista coletiva para comentar a decisão.
PBoC define taxa prime de empréstimos bancários – O Banco do Povo da China (PBoC) define, às 22h15 (de Brasília) sua taxa prime de empréstimos (LPR, iniciais em inglês). A LPR é a taxa de empréstimo fornecida pelos bancos comerciais aos seus clientes da mais alta qualidade e serve como referência para as taxas fornecidas para outros empréstimos. A taxa de um ano está em 3,1% ao ano e a de 5 anos, em 3,6% e a expectativa é da manutenção das duas.
Lula visita Rio Grande do Norte e Ceará – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem agendas no Rio Grande do Norte e no Ceará. Pela manhã, às 11h15, visita a barragem de Oiticica, no município de Jucurutu (RN). Às 12h15, participa de solenidade de inauguração dessa barragem. Depois do almoço, ele parte para Fortaleza, onde visita as instalações da Torre C do Hospital Universitário do Ceará, às 16 horas. Às 16h30, está prevista uma cerimônia de inauguração do hospital. O presidente decola para Brasília às 18h15, com chegada prevista para as 18h55.
Plenário do Senado vota projeto que altera Lei da Ficha Limpa – O Plenário do Senado vota o projeto de lei complementar que altera a Lei do Ficha Limpe e, na prática, reduz o período de inelegibilidade para políticos cassados e condenados. Os senadores votam ainda um impedimento para que o Decreto n° 11.515/2023, que revoga o Decreto n° 9.731/2019, entre em vigor no dia 10 de abril. Este decreto de 2019 foi publicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e isentou de visto cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão. Um projeto que inclui no Código Penal aumento de pena no crime de violência psicológica contra a mulher quando praticado com o uso de inteligência artificial ou de qualquer outro recurso tecnológico que altere imagem ou som da vítima também será votado. Os senadores ainda deliberam sobre a modificação do Estatuto do Idoso para modificar as penas do crime de exposição a perigo da saúde e da integridade física ou psíquica do idoso.
CCJ do Senado vota projeto sobre devedor contumaz – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vota às 9h um substitutivo de projeto de lei complementar (PLP), de relatoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que estabelece normas gerais para a identificação e controle de devedores contumazes.
Comissão do Senado vota projeto sobre financiamento à indústria verde – A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado tem reunião deliberativa às 10h para votar projetos, entre os quais o PL 4.989/2023, que propõe priorizar o financiamento da indústria verde, no âmbito do Programa de Financiamento às Exportações (Proex).
Comissão da Câmara ouve ministros da Agricultura e da Pesca – A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado ouve o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Henrique Baqueta Fávaro, e o ministro da Pesca, André de Paula, às 13h30, sobre as diretrizes e os programas prioritários da pasta para os próximos anos.
Câmara dos Deputados instala comissões temáticas – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), oficializou a instalação das comissões temáticas da Casa. Parte dos colegiados vai iniciar os trabalhos às 10 horas e a outra parte será instalada às 14 horas.
STF julga impedimento de ministros de julgar denúncias sobre golpe – O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, a partir das 11h, pedidos para afastar ministros da análise de denúncia sobre golpe. Barroso convocou sessão virtual extraordinária do Plenário para analisar ações de impedimento e de suspeição contra os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. Na pauta ainda o julgamento para modular a decisão que entendeu que veículos de imprensa podem ser responsabilizados civilmente por injúria, difamação ou calúnia proferida por terceiro.
Haddad participa de premiação de educação financeira – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa, às 9h, da cerimônia de premiação da Olímpiada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef). Às 14h, terá reunião com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos. Às 15h, reúne-se com Gesner Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas, e representantes da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviço e da Future Climate.
Galípolo e diretores participam de 2º dia de reunião do Copom – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, e os oito diretores vão participar do segundo dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). A primeira sessão está marcada para acontecer entre 10h e 11h. Já a segunda deve ocorrer entre 14h30 e 18h30. O Copom sinalizou que elevará a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% para 14,25% ao ano nesta reunião.
19/03/2025 07:10:30
— Valor Econômico
BC anuncia leilões de linha que totalizam US$ 4 bilhões para hoje e amanhã para rolagem do vencimento de abril
Tencent tem crescimento expressivo de resultados no 4º tri com retomada de jogos eletrônicos
Zona do euro: CPI sobe 2,3% em fevereiro em base anual; consenso: +2,4%
Rio Tinto pede aos acionistas que rejeitem a revisão de listagem dupla
Pfizer vende participação restante na Haleon por US$ 3,25 bi
Dona da 7-Eleven e Couche-Tard assinam acordo de confidencialidade
Ações da Nvidia sobem enquanto mercado reage a discurso do diretor-presidente Jensen Huang
Ações da Tesla sobem após Elon Musk defender empresa em programa de televisão
Prisão de opositor de Erdogan provoca fortes perdas em ativos da Turquia; lira renova mínima histórica
JORNAIS: Projeto do IR beneficia quem ganha até R$ 7 mil e taxa mais quem recebe acima de R$ 50 mil
Ecorodovias não tem surpresas no 4º tri e avança em refinanciamento de dívida, diz Citi
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia têm sinal misto após BoJ manter juros diante de incertezas
As bolsas da Ásia fecharam sem direção comum, seguindo as perdas em Wall Street nas ações de tecnologia e após o Banco do Japão (BoJ) manter sua taxa de juros inalterada em 0,5%, em linha com as expectativas, ao expressar preocupações com as tensões comerciais.
No Japão, o índice Nikkei 225 caiu 0,25% a 37.751,88 e, na Coreia do Sul, o índice Kospi subiu 0,62% a 2.628,62. O índice Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,12% a 24.771,14 pontos. Na China continental, o índice Xangai Composto caiu 0,10% a 3.426,42 pontos.
O BoJ expressou cautela sobre o impacto dos planos tarifários do presidente americano Donald Trump, alertando que podem afetar diretamente o comércio e outras atividades econômicas ou ter um impacto indireto ao prejudicar o sentimento e a confiança entre empresas e famílias.
“O BoJ está cada vez mais preocupado com os riscos de queda para a economia e os preços das tendências econômicas e tarifas dos Estados Unidos”, e se os riscos se intensificarem, pode atrasar os aumentos das taxas para meados do ano ou mais tarde, dizem economistas do Citi, em relatório.
19/03/2025 07:47:56
— Valor Econômico
Novo plano de reorganização da Purdue Pharma fornece mais de US$ 7,4 bilhões em distribuições de credores
Marcopolo tem desconto expressivo em ações mesmo com boas perspectivas para 2025, diz Citi
Ouro tem alta leve e se mantêm perto de recordes devido a preocupações geopolíticas
Vivara tem bons resultados no 4º tri, apesar de menor crescimento em Life, diz Citi
Energisa tem 4º tri dentro do esperado com desempenho de unidades compensando números em distribuição, diz Citi
Taesa tem resultados dentro do esperado apesar de itens não recorrentes, diz Citi
Reajuste de planos de saúde individuais deve ficar em 6,5% neste ano, diz Citi
Dólar no exterior opera em alta antes de decisão do Fed
Blau tem resultados positivos no 4º tri e destaque é geração de caixa, diz Bradesco BBI
Energisa tem alta nas despesas financeiras e crescimento do endividamento, diz XP
Lula visita hoje Rio Grande do Norte e Ceará
Ecorodovias mantém tendência de melhorias operacionais no 4º tri, diz Bradesco BBI
Ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo morre aos 90 anos
Bom desempenho da Frasle no 4º tri pode impulsionar números da Randoncorp, diz Bradesco BBI
Ecorodovias tem resultado impulsionado por melhora no tráfego e alta nas tarifas, diz XP
Bolsas da Europa operam sem direção comum com foco em Fed e tensões geopolíticas
Acordo com Votorantim fortalece Hypera contra interesse da EMS, diz Bradesco BBI
Governo publica decreto sobre gestão de recursos compensatórios relacionados ao rompimento de barragem em Mariana
General Mills espera declínio nas vendas orgânicas para o ano fiscal de 2025, após relatar queda nos resultados do 3º tri fiscal
PRÉ-ABERTURA: Câmbio e juros devem seguir exterior em dia de Fed e Copom
Sem indicadores relevantes na agenda, os mercados de câmbio e de juros futuros devem seguir à espera pelas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), às 15h, e do Banco Central do Brasil, a partir das 18h30, e a expectativa deve guiar o comportamento dos ativos brasileiros. O contexto da sessão desta quarta-feira é de uma recuperação do dólar no exterior, o que pode ter reflexos no câmbio doméstico, ao mesmo tempo em que os rendimentos dos Treasuries rondam a estabilidade, embora haja alguma apreensão local quanto à comunicação a ser empregada pelo Copom.
A possibilidade de uma decisão mais “dovish” tem ficado no radar dos investidores e, nos últimos dias, a curva futura de juros anotou forte retirada de prêmios ao longo de toda a estrutura. O comportamento benigno do câmbio também tem ajudado, diante do desmonte relevante de posições compradas em dólar pelo investidor estrangeiro. Somente na sessão de ontem, o não residente reduziu em US$ 1,9 bilhão a posição que aposta na alta do dólar contra o real via derivativos (dólar futuro, cupom cambial, swap cambial e dólar mini).
Na sessão desta quarta-feira, porém, o dólar ensaia alguma recuperação no exterior e sobre contra divisas de mercados desenvolvidos e emergentes. Há pouco, o índice DXY, que mede o desempenho da divisa americana contra uma cesta de outras seis moedas, operava em alta de 0,33%, aos 103,585 pontos. A disparada do dólar contra a lira turca também é um movimento notável, já que a moeda da Turquia atingiu mínima recorde diante da instabilidade política no país, após a prisão do principal opositor do presidente Recep Tayyip Erdogan.
Na agenda do dia, os dados do fluxo cambial serão conhecidos às 14h30. Além disso, o Banco Central realiza leilões de linha de até US$ 2 bilhões para rolagem dos vencimentos de abril.
19/03/2025 08:43:29
— Valor Econômico
Dados da ANS mostram tendências positivas para Hapvida no 4º tri, diz Bradesco BBI
Petróleo se afasta das mínimas do dia com mercado atento à guerra na Ucrânia
Indicação de Rafael Lucchesi para presidência da Tupy levanta dúvidas sobre interferência, diz XP
Rendimentos de Treasuries têm alta leve à espera de decisão do Fed
Frasle tem resultados positivos no 4º tri mesmo enfrentando desafios, diz XP
O que esperar desta ‘Superquarta’ de decisões do Fed e do Copom em meio a guerra tarifária e sinais de atividade mais fraca
Minério de ferro cai 2,12% na Bolsa de Dalian
Nova faixa de renda do Minha Casa Minha Vida beneficiaria Cury e Direcional, diz XP
Dados financeiros da ANS no 4º tri mostra que Hapvida conseguiu reduzir sinistralidade, diz XP
Min. Fazenda: Projeção para crescimento do PIB em 2025 é mantida em 2,3%
Min. Fazenda: Projeção para IPCA em 2025 é 4,9% (projeção anterior de 4,8%)
Metrô de SP terá horário de funcionamento menor em mais 10 bilheterias da linha 3-vermelha
Medidas de Trump elevaram incertezas no ambiente externo nos últimos meses, afirma Fazenda
Moody’s Local reitera nota de crédito nacional ‘AAA.br’ da Klabin
Bom desempenho de margens no 4º tri da Vivara foi impulsionado por custos e não vendas, diz Bradesco BBI
Vinte e seis mil imóveis seguem sem luz em SP após a chuva
Rússia ataca Ucrânia horas após conversa entre Putin e Trump
Investimentos pressionam 4º tri da Blau mesmo com boas tendências operacionais, diz Citi
ABERTURA: Dólar acompanha exterior e opera em alta com mercado à espera do Fed e do Copom
O câmbio doméstico dá início à sessão desta quarta-feira alinhado ao exterior, diante da alta do dólar frente ao real. Há um viés de recuperação da moeda americana nos mercados internacionais, o que também se reflete na dinâmica local, mas de forma contida, na medida em que o desmonte de posições compradas em dólar por investidores estrangeiros continua a determinar os rumos da taxa de câmbio. Assim, enquanto as , o real acompanha os outros pares emergentes.
Por volta de 9h30, o dólar era negociado a R$ 5,6865 no mercado à vista, em alta de 0,26%, enquanto o dólar futuro para abril subia 0,18%, a R$ 5,6995.
Nas últimas sessões, amparado por um ambiente externo que aponta para um dólar mais fraco ao menos no curto prazo, o câmbio continua a apresentar um comportamento benigno. Somente na sessão de ontem, o investidor estrangeiro reduziu em US$ 1,9 bilhão a posição comprada em dólar (aposta na valorização da moeda americana) contra o real via derivativos (dólar futuro, cupom cambial, swap cambial e dólar mini), de acordo com dados da B3. Esse movimento, portanto, ajuda a blindar o real de movimentos mais agudos, como os vistos na lira turca e no rublo russo afetados por uma maior instabilidade política na Turquia e por dúvidas quanto ao cessar-fogo na guerra da Ucrânia.
“Enquanto o exterior estiver benigno, esse movimento vai continuar. Eu mesmo, que estou bem negativo com o país, estou com posições vendidas em dólar neste momento. Não dá para ficar brigando com o fluxo estrangeiro”, diz um gestor de uma casa relevante no mercado.
19/03/2025 09:36:18
— Valor Econômico
J.P. Morgan corta o preço-alvo de Klabin de R$ 30 para R$ 28 e reitera recomendação de compra
Vivara tem resultados fortes, com redução na queima de caixa e melhora na alavancagem operacional, diz J.P. Morgan
ABERTURA: Juros futuros rondam a estabilidade com mercado à espera do Fed e do Copom
Com os participantes do mercado à , os juros futuros dão início à sessão desta quarta-feira perto da estabilidade, com movimentos mais contidos. Embora as decisões não devam surpreender os agentes, com manutenção das taxas americanas entre 4,25% e 4,50% e elevação da Selic em 1 ponto percentual, para 14,25%, é ampla a expectativa pela comunicação dos bancos centrais, no momento em que os agentes buscam pistas sobre os passos seguintes para a condução dos juros.
Por volta de 9h40, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 caía de 14,74% no ajuste anterior para 14,72%; a do DI para janeiro de 2027 se mantinha em 14,425%; a do contrato para janeiro de 2029 recuava de 14,19% para 14,18%; e a do DI para janeiro de 2031 passava de 14,35% para 14,36%.
Vale notar que, nos últimos dias, houve uma retirada relevante de prêmios de risco do mercado de juros, em um movimento alinhado ao bom comportamento do câmbio, mas que também reflete a sensação de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC pode adotar um viés mais “dovish” (menos agressivo) em sua comunicação, especialmente após sinais recentes de desaceleração da atividade econômica. Não por acaso, cresceu, no mercado, a aposta de que o ciclo de ajuste nos juros pode não ser tão extenso e de que .
19/03/2025 09:43:32
— Valor Econômico
Isenção do ICMS sobre alimentos reduziria IPCA de 2025 em 0,46 p.p, segundo cálculos da SPE
Blau Farmacêutica supera expectativas e confirma tendência operacional positiva, diz J.P. Morgan
UE excluirá EUA, Reino Unido e Turquia do fundo de rearmamento de 150 bilhões de euros
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa deve iniciar sessão em leve alta com mercado à espera de Fed e Copom
Em um dia recheado, com decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, o Ibovespa futuro até sugeriu alguma realização de lucros logo na abertura dos negócios, mas passou a exibir leve alta nesta manhã, o que pode indicar alguma tentativa de continuidade do rali recente das ações brasileiras, mesmo que sem muita tração. O exterior deve ajudar a guiar os passos da bolsa doméstica, no momento em que os futuros dos principais indicadores acionários de Wall Street também apontam para uma tentativa de recuperação das bolsas em Nova York.
Por volta de 9h50, o Ibovespa futuro subia 0,11%, aos 132.960 pontos. No exterior, o futuro do S&P 500 subia 0,16%, enquanto o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,17%. Já o principal fundo de índice (ETF) de ações brasileiras negociado em Nova York, o EWZ, operava praticamente estável, em queda de 0,04% nos negócios do pré-mercado.
As decisões do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil não devem surpreender. Nos EUA, é ampla a expectativa por uma nova manutenção das taxas de juros no intervalo de 4,25% a 4,50%, enquanto no Brasil o Copom deve efetuar mais um aumento na Selic, de 1 ponto percentual, e levar a taxa a 14,25%, níveis não vistos desde 2016. No entanto, potenciais surpresas estão inseridas na comunicação dos bancos centrais e na atualização das projeções econômicas, que podem revelar alguma pista sobre os passos futuros dos juros.
Enquanto as decisões não são conhecidas, o exterior deve ser um componente importante para determinar o rumo do Ibovespa. Vale notar, porém, que o índice tem sido apoiado, em particular, pelo ingresso de capital estrangeiro, na medida em que há uma migração mundial de saída de ativos americanos em direção a outras geografias diante de temores relacionados ao desempenho da economia dos EUA e à postura comercial do governo de Donald Trump.
No horário acima, os recibos de ações (ADRs) da Vale caíam 0,20% no pré-mercado em Nova York, enquanto os da Petrobras tinham alta de 0,14%.
19/03/2025 09:57:16
— Valor Econômico
Ecorodovias tem bons resultados no 4º tri por tendência positiva de receitas e custos, diz J.P. Morgan
Indicadores econômicos sugerem menor dinamismo dos setores industrial e de serviços no 1º tri, afirma SPE
Novo acordo de acionistas da Hypera reduz chances de aquisição pela EMS, diz J.P. Morgan
PRÉ-ABERTURA: Bolsas em NY devem abrir em alta antes do Fed
Os principais índices de ações de Nova York devem abrir em alta nesta quarta-feira, antes da decisão de juros do Federal Reserve (Fed), que será acompanhada pela divulgação do Sumário de Projeções Econômicas (SEP) do banco central americano.
A expectativa do mercado é de que a autoridade monetária mantenha as taxas inalteradas e reitere que ainda não há pressa para cortes. No entanto, os investidores esperam que a implementação das primeiras tarifas dos Estados Unidos a seus parceiros comerciais possa se refletir nas projeções dos dirigentes do Fed.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones subia 0,08%, o S&P 500 tinha alta de 0,23% e o Nasdaq avançava 0,33%.
Em nota, Ian Lyngen e Vail Hartman, estrategistas de renda fixa do BMO Capital Markets, comentam que o balanço de riscos do Fed estará no foco do mercado à medida que os investidores tentam avaliar a perspectiva para novos cortes de juros. Na visão deles, o comitê de política monetária deve reiterar a postura de cautela diante das tensões comerciais. “O Fomc provavelmente irá reconhecer o desaceleramento de certos aspectos do perfil de crescimento, em particular a confiança, enquanto reafirma que o progresso no combate à inflação ainda não alcançou plenamente o objetivo do Fed”.
19/03/2025 10:14:05
— Valor Econômico
Copom inicia às 10h10 primeira etapa do segundo dia de reuniões
Banestes recebe três propostas para escolher parceiro para operar loteria
Bitcoin sobe com expectativas por decisão do Fomc
Polícia turca detém principal rival político de Erdogan
Gestor da Esh Capital é condenado à pena de prisão por perseguição contra Nelson Tanure
Dados financeiros da ANS mostram potenciais ruídos para resultados da Hapvida, diz J.P. Morgan
Israel lança ataques aéreos na Faixa de Gaza no segundo dia de retomada da ofensiva
ABERTURA: Ibovespa engata 6ª sessão seguida de alta em dia de decisão do Copom
Em dia de decisão de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, o Ibovespa inicia a sessão engatando a sexta alta consecutiva, com apoio de um avanço de boa parcela dos papéis de bancos.
Por volta das 10h30, o Ibovespa subia 0,45%, aos 132.063 pontos. No mesmo horário, o S&P 500 tinha alta de 0,33%, enquanto o Stoxx 600 registrava ligeira queda de 0,14%. As ações da Petrobras tinham movimento misto: as PN caíam 0,06%, enquanto as ON tinham alta de 0,23%. Segundo operadores, o desempenho em direções opostas pode indicar que há compra de investidores estrangeiros, já que os recibos de ações (ADRs) da ação ordinária da estatal costumam ser mais líquidos.
Já as ações da Vale registravam queda de 0,83%, em dia de recuo nos preços do minério de ferro. Entre as blue chips de bancos, o destaque era o papel do Banco do Brasil, que avançava 0,42%.
19/03/2025 10:43:57
— Valor Econômico
ABERTURA: Bolsas sobem em NY antes de decisão do Fed
Os principais índices de ações de Nova York abriram em alta antes da decisão de juros do Federal Reserve (Fed), que também irá divulgar seu Sumário de Projeções Econômicas (SEP) para o trimestre. A expectativa do mercado é de que o banco central americano mantenha as taxas inalteradas e reitere seu tom de cautela frente às incertezas do cenário econômico, mas os investidores estarão atentos ao balanço de riscos da autoridade monetária e quaisquer pistas sobre a trajetória dos juros nos próximos meses.
Por volta das 10h45 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,32%, aos 41.714,43 pontos, o S&P tinha alta de 0,24%, aos 5.628,14 pontos, e o Nasdaq avançava 0,31%, aos 17.559,480 pontos. Entre os setores do S&P 500, tecnologia (+0,84%) e consumo discricionário (+0,76%) lideravam os ganhos, enquanto itens básicos de consumo (-0,19%) e o setor financeiro (-0,15%) tinham as maiores quedas.
19/03/2025 10:48:40
— Valor Econômico
Cortes de geração de energia renovável vão manter investimentos em espera, diz consultoria
Mudança nas atribuições de Jatahy na Azzas deve ser solução de curto prazo para disputa com Birman, diz J.P. Morgan
Bom desempenho operacional da Ecorodovias no 4º tri é compensado por números financeiros, diz BB Investimentos
Vivara tem resultado operacional positivo, mas crescimento da receita desacelera, diz BTG
AGENDA DE EMPRESAS: Lucro da Energisa soma R$ 1,82 bi; ganho da Ecorodovias sobe 20,8%
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Lucro da Votorantim Cimentos cai 59% em 2024, afetado por resultado financeiro, e receita avança 3%
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Suspeito de participar da morte do ciclista Vitor Medrado é preso em SP
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Meloni alerta UE contra "círculo vicioso" de guerra tarifária com Trump
Comissão de Relações Exteriores vai dar "respaldo institucional" a Eduardo Bolsonaro, diz novo presidente
EUA/DoE: Estoques de petróleo sobem em 1,74 milhão de barris na semana passada; consenso: +500 mil
Tribunal do Cade tem maioria para limitar medida preventiva e reestabelecer direitos societários da Paper Excellence na Eldorado
Goldman Sachs corta preço-alvo de Petrobras e outras petrolíferas com incertezas sobre barril
“Substituto” de Eduardo Bolsonaro, deputado Filipe Barros é eleito para presidência da Comissão de Relações Exteriores
Frasle tem resultados robustos no 4º tri e alcança metas no ano, diz BTG
Calendário de balanços: Guararapes divulga resultados; Ecorodovias faz teleconferência
GIRO DO MERCADO: Dólar no exterior e taxas de Treasuries sobem antes de decisão do Fed
O dólar no exterior avança, recuperando-se das perdas recentes, e os rendimentos de Treasuries têm alta leve à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) e das projeções da autoridade monetária. No Brasil, o Banco Central também divulga sua decisão de juros.
Por volta das 10h10, o índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – subia 0,38% a 103,64 pontos, após alcançar ontem seu menor nível em cinco meses. O yield da T-note de 10 anos avançava a 4,293%, de 4,290%.
A expectativa é de que o Fed mantenha a taxa de juros inalterada entre 4,25% e 4,50%, em meio a preocupações com o desempenho da economia americana e diante de incertezas sobre os impactos da política tarifária do presidente Donald Trump.
Por aqui, os investidores têm a sensação de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC pode adotar um viés mais “dovish” (menos agressivo) em sua comunicação. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 caía de 14,74% no ajuste anterior para 14,73%, e o dólar subia 0,19% ante o real, cotado a US$ 5,6825.
19/03/2025 10:20:50
— Valor Econômico
Energisa: Operações de crédito no ano passado alongaram prazo da dívida para 5,7 anos, diz diretor financeiro
Nos 40 anos da redemocratização, Motta destaca a Constituição como bússola na defesa do país
“The Independent” lançará serviço de notícias com suporte do Google AI
Blau tem resultados dentro do esperado no 4º tri e mostra evolução sequencial, diz BTG
BC aceita 8 propostas e vende US$ 2 bilhões em leilões de linha de rolagem
Diretoria da Tenda tem confiança na continuidade de cenário positivo, diz BTG
Resultados da Energisa no 4º tri vieram dentro do esperado, com lucro impulsionado por efeitos não recorrentes, diz BTG
Taesa tem resultados em linha com estimativas para o 4º trimestre, diz BTG
Lula designa Janja para participar da Cúpula Nutrição para o Crescimento na França
ASA contrata ex-executivo do Bradesco para liderança comercial, private e gestão de riqueza
Colegiado da CVM nega acordo de R$ 300 mil para encerrar processo contra vice-presidente do Banco Mercantil
FT: Europa corteja cientistas dos EUA afetados pela repressão do governo Trump
ANÁLISE: No pré-Copom, aumenta dúvida no mercado sobre estratégia para Selic
Energisa: Não há mais que se falar em provisões sobre saldo de geração distribuída no futuro, diz diretor
Plenário do STF forma maioria para manter Moraes, Zanin e Dino em análise da denúncia do golpe
Petróleo inverte sinal e passa a subir
Emissões no mercado de capitais crescem 1,4% em fevereiro, para R$ 44,9 bilhões, diz Anbima
Nova regra de capital para seguradoras pode afetar crescimento de produtos de longo prazo, como previdência, diz CNseg
FECHAMENTO: Bolsas fecham majoritariamente em alta na Europa
Os principais índices de ações da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com exceção do DAX, de Frankfurt, que teve forte ganho na véspera, após o Parlamento alemão aprovar a reforma fiscal.
O índice Stoxx 600 subiu 0,26%, aos 555,73 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve alta de 0,02% aos 8.706,66 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, caiu 0,40%, aos 23.288,06 pontos. O CAC 40, de Paris, avançou 0,70%, aos 8.171,47 pontos.
Investidores aguardam a decisão de juros do Federal Reserve (Fed) mais tarde, a publicação do Sumário de Projeções Econômicas (SEP) do banco central americano e a entrevista coletiva do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell.
19/03/2025 13:45:39
— Valor Econômico
BC teve ganho de R$ 2,554 bilhões com swaps em março até o dia 14
BC: Fluxo cambial fica negativo em US$ 2,318 bilhões na semana
Copom inicia às 14h36 a segunda etapa do segundo dia de reuniões
FECHAMENTO: Ouro termina estável com tensões geopolíticas no radar
Os contratos futuros do ouro ficaram estáveis nesta quarta-feira, se mantendo acima da marca de US$ 3.000 por onça-troy, após uma sequência de recordes nas últimas sessões.
O metal precioso segue sendo impulsionado pela busca dos investidores por ativos seguros diante da incerteza em torno da política americana e das tensões no Oriente Médio e na Ucrânia.
No fechamento da Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para abril subiu 0,01%, cotado a US$ 3.041,2 por onça-troy.
19/03/2025 14:57:08
— Valor Econômico
Fed mantém taxas de juros inalteradas na faixa de 4,25% a 4,50%
Fed vê crescimento mais fraco nos EUA e eleva projeção de desemprego neste ano
Fed eleva projeções de inflação para 2025 e 2026
Ativos locais apresentam leve melhora após decisão do Fed; investidor aguarda Powell
GIRO DO MERCADO: Dólar cai para R$ 5,65 e Ibovespa vai a 132,5 mil pontos em dia de Fed e Copom
O dólar passou a cair no fim da manhã desta quarta-feira, atingindo o nível de R$ 5,65, enquanto o índice Ibovespa continua a avançar e supera o patamar de 132 mil pontos. Já os juros futuros seguem sem uma única direção, em um dia de baixa liquidez, já que os agentes financeiros seguem à espera das decisões de política monetária aqui e nos Estados Unidos.
Perto das 12h05, o dólar à vista caía 0,22%, cotado a R$ 5,6595, enquanto o euro comercial recuava 0,79%, a R$ 6,1595. O real tinha o terceiro melhor desempenho da sessão, da relação das 33 moedas mais líquidas e marca sua sétima valorização seguida. No mercado futuro, o total de contratos de dólar negociados está perto de 80 mil, abaixo do que costuma a ser negociado até esse horário (normalmente acima de 120 mil contratos). A menor liquidez também é observada no mercado de juros.
O Ibovespa, por sua vez, apresenta alta firme e avança pela sexta sessão consecutiva. Segundo gestores, o movimento mais positivo é reforçado pela subida de ações de bancos e por indícios de mais um dia de compra de estrangeiros. No horário acima, o índice tinha alta de 0,81%, aos 132.541 pontos, perto da máxima de 132.803 pontos. Entre as blue chips, o destaque está nas units do BTG Pactual, que subiam 1,52%.
As ações da Petrobras continuam a apresentar movimento misto, com um avanço de 0,31% das ações ordinárias e uma queda dos papéis preferenciais, no valor de 0,06%, o que pode indicar que há compra de investidores estrangeiros, já que os recibos de ações (ADRs) do papel ordinário da estatal costumam ser mais líquidos. Já as ações da Vale recuam 0,57%, na esteira da queda registrada pelos contratos futuros do minério de ferro em Dalian.
19/03/2025 12:07:47
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Vivara dispara após balanço e Automob lidera perdas
Maiores Oscilações do Mercado (19/03/2025)
Ação | Variação (%) | Motivo |
Vivara ON | +7,12% | Resultados fortes, redução na queima de caixa e melhora na alavancagem operacional (J.P. Morgan e Bradesco BBI). |
LWSA ON | +4,62% | Recuperação após três sessões de queda. |
Natura & Co ON | +3,68% | Continuação do avanço após forte correção pós-balanço. |
Automob ON | -3,45% | Ampliação da queda de mais de 3% da véspera. |
SLC Agrícola ON | -2,33% | Reversão da alta da véspera após queda de segunda-feira, seguindo anúncio de compra de terras. |
Telefônica ON | -2,03% | Compra da Samauma Brands por R$ 80 milhões, condicionada a metas. |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
Leia a íntegra do comunicado da decisão do Federal Reserve
Fed: Gráfico de pontos mostra dois cortes em 2025
Fed: Incerteza em torno das perspectivas econômicas aumentou
Bolsas de NY ganham força e taxas dos Treasuries passam a cair após decisão do Fed
PALAVRA DO CONSULTOR: COE pode virar o novo título de capitalização
FECHAMENTO: Petróleo fecha em alta repercutindo dados de estoque e incerteza geopolítica
Os contratos futuros de petróleo fecharam esta quarta-feira (19) em alta, na contramão do movimento visto pela manhã. Os preços da commodity avançaram na medida que os dados do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos mostraram um aumento acima do esperado nos estoques de petróleo e uma queda nas reservas de Cushing, gasolina e destilados no país.
No fechamento, na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos futuros para o petróleo WTI (referência dos Estados Unidos) de abril caíram 0,39%, a US$ 67,16 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo Brent (referência mundial) para entrega em maio registrou queda de 0,31%, a US$ 70,78 por barril.
O preço dos contratos futuros se afastaram de suas máximas intradiárias após a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de manter os juros inalterados, na faixa de 4,25% a 4,50%, e prever dois cortes ainda neste ano. A decisão foi tomada de forma unânime.
Os investidores também repercutiram a escalada de tensões no Oriente Médio entre Israel e Hamas, além dos avanços na tentativa de um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia, após o presidente Donald Trump afirmar que teve uma conversa muito boa com Volodymyr Zelensky sobre a necessidade de um acordo de paz entre os países.
19/03/2025 16:10:09
— Valor Econômico
Powell: Boa parte da inflaço virá de tarifas, mas é difícil avaliar o quanto
Powell: Risco de recessão nos EUA aumentou, mas não é alto
Morgan Stanley avalia “oportunidade atraente” para adicionar risco Brasil
Powell: Demissões federais ainda não são significativas para economia no geral
Powell: Não precisamos ter pressa para ajustar política monetária
Powell: Houve forte apoio no comitê por desacelerar ao invés de pausar redução no balanço
Banestes investe em tecnologia e vê digitalização dos clientes, mas não vai fechar agência
FECHAMENTO: Dólar registra 7ª queda seguida após decisão do Fed e vai para menor patamar em 5 meses
A desvalorização do dólar teve continuidade na sessão desta quarta-feira, após o Federal Reserve (Fed) e seu presidente, Jerome Powell, demonstrarem preocupação com a força da economia americana, em parte devido às medidas tarifárias do novo governo de Donald Trump.
Diante disso, o dólar, que já perdia força antes da decisão, passou a cair com mais força, atingindo o menor patamar em cinco meses, na sétima queda consecutiva. O real, por sua vez, exibiu a melhor performance do dia entre as 33 moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor.
Com o fluxo de capital para o país se mantendo bastante negativo no ano, operadores mencionaram como razão para essa apreciação do câmbio o desmonte de posições pelos Commodity Trading Advisors (CTAs), os fundos automatizados, que tem estratégias baseadas em tendências.
Encerradas as negociações, o dólar à vista exibiu queda de 0,43%, cotado a R$ 5,6474, no menor patamar desde 14 de outubro de 2024, quando fechou a R$ 5,5821.
Hoje o dólar bateu a mínima de R$ 5,6324 e encostou na máxima de R$ 5,6931. Já o euro comercial registrou desvalorização de 0,85%, cotado a R$ 6,1554. Perto do horário de fechamento, o real tinha o melhor desempenho entre as 33 moedas mais líquidas, sendo seguido pelo peso filipino e pelo iene japonês. No exterior, o índice DXY avançava 0,25%, aos 103,504 pontos.
19/03/2025 17:07:36
— Valor Econômico
Morgan Stanley destaca aumento nas incertezas e diminuição no balanço patrimonial na decisão do Fed
FECHAMENTO: Bolsas de NY sobem com queda dos Treasuries e decisão do Fed
As bolsas de Nova York fecharam esta quarta-feira (19) em alta repercutindo a decisão unânime do Federal Reserve (Fed) de manter os juros inalterados na faixa de 4,25% a 4,50%. A queda no rendimento dos Treasuries, também influenciada pela decisão do banco central dos Estados Unidos, impulsionou a valorização dos índices.
No fechamento, o índice Dow Jones subiu 0,92% aos 41.964.63 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 1,08% aos 5.675.29 pontos e o Nasdaq valorizou 1,41% aos 17.750.79 pontos. O destaque positivo foi para os setores de consumo discricionário (1,90%), energia (1,59%) e tecnologia (1,42%), com as ações da petrolífera Chevron e da fabricante de chips Nvidia registrando alguns dos melhores desempenhos, subindo 2,01% e 1,81%, respectivamente.
O movimento de alta dos índices de Nova York se acentuou após a decisão do Fed, que além de manter os juros inalterados, projetou que haverá dois cortes de 0,25 pontos-base nos juros americanos. O banco central também reduziu as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do país e aumentou sua previsão para a inflação medida pelo índice de preços de gastos com consumo (PCE) em 2025.
O comunicado também apontou que o Fed irá se desfazer de uma quantidade menor de Treasuries no processo de redução de seu balanço patrimonial, de US$ 25 bilhões para US$ 5 bilhões. Essa notícia reverteu o movimento de alta no yield dos Treasuries, o que também impulsionou os índices. A taxa da T-note de dois anos caiu para 3,989% do fechamento anterior de 4,048%, enquanto o vencimento de dez anos foi para 4,250% do fechamento de 4,290%.
19/03/2025 17:29:48
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Ibovespa engata 6ª sessão seguida de alta, no maior nível desde outubro. em dia de Fed e Copom
O Ibovespa engatou a sexta alta seguida nesta quarta-feira, horas antes do anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central e após a sobre juros. O índice encerrou em alta de 0,79%, aos 132.508 pontos. Esse é o nível de fechamento mais alto desde 2 de outubro, quando o índice terminou aos 133.515 pontos.
Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre os 131.451 pontos e 132.508 pontos. A queda mais expressiva dos juros futuros durante a tarde ajudou o Ibovespa, com a , assim como a subida de boa parcela das ações de bancos, com destaque para as ON do Bradesco, que subiram 1,16%.
Os papéis da Petrobras voltaram a registrar movimento misto durante o pregão. As PN fecharam em queda de 0,08%, enquanto as ON avançaram 0,48%. Quando as ações ordinárias apresentam alta e as preferenciais recuam, operadores citam que há indícios de compra de investidor estrangeiro. A explicação é que os recibos de ações (ADRs) da ação ordinária da estatal costumam ser mais líquidos. Já as ações da Vale amargaram queda de 0,17%.
Ações domésticas foram destaque entre as maiores, caso dos papéis da Vivara, que subiram 7,57%. Na ponta contrária ficaram as ações da SLC agrícola, que caíram 3,52%.
O volume financeiro do índice na sessão chegou a R$ 18,2 bilhões e de R$ 25,6 bilhões na B3. Já em Wall Street, o movimento foi positivo: Nasdaq subiu 1,41%; S&P 500 teve alta de 1,08% e Dow Jones subiu 0,92%.
19/03/2025 17:30:21
— Valor Econômico
Bitcoin acelera ganhos e vai a US$ 85 mil após Fed manter juros e desacelerar redução do balanço
FECHAMENTO: Juros futuros caem em linha com Treasuries após decisão do Fed
Os juros futuros seguiram a tendência observada no mercado de Treasuries após a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), e encerraram o pregão desta quarta-feira em queda. O movimento ficou novamente concentrado nos vértices de longo prazo da curva a termo, ao passo em que as taxas curtas seguiram com movimentos mais tímidos à espera da conclusão da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 teve leve queda de 14,74%, do ajuste anterior, a 14,72%; a do DI de janeiro de 2027 cedeu de 14,425% a 14,40%; a do DI de janeiro de 2029 recuou de 14,19% a 14,11%; e a do DI de janeiro de 2031 anotou baixa de 14,35% a 14,28%.
Em Nova York, a taxa da T-note de dois anos encerrou o dia em baixa de 4,048% a 3,993%, enquanto a da T-note de dez anos caiu de 4,290% para 4,255%.
19/03/2025 18:06:07
— Valor Econômico
Copom: Leia a íntegra da decisão do BC
Copom eleva a Selic de 13,25% para 14,25% ao ano
Copom antevê, se confirmando cenário esperado, ajuste de menor magnitude na próxima reunião
Copom reduz projeções de inflação, mas ainda vê IPCA acima da meta no horizonte relevante
Copom: Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos
Copom: Indicadores de atividade e mercado de trabalho apresentam dinamismo ainda que com sinais de incipiente moderação no crescimento
Copom: Ambiente externo permanece desafiador principalmente por incerteza da política comercial dos EUA e seus efeitos
Haddad diz que alta da Selic reflete guidance do BC dado em dezembro
GIRO DO MERCADO: Ativos locais intensificam melhora durante coletiva de Powell
Os ativos domésticos ampliaram uma melhora durante a coletiva do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na tarde desta quarta-feira, após a decisão que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano.
Em seu discurso, Powell afirmou que o “risco de recessão nos Estados Unidos aumentou, mas que não é alto” e que vê a “inflação voltando para abaixo da meta de 2% no próximo ano”. O presidente do Fed também afirmou ver o “crescimento moderando um pouco, mas seguindo em ritmo robusto”.
Powell também afirmou que “é um bom momento para esperar mais clareza antes de ajustar a política monetária”.
Por volta das 16h, os juros futuros ampliaram o ritmo de queda, em linha com o movimento dos Treasuries, cujas taxas passaram a exibir firme queda nesta tarde. No horário citado anteriormente, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2029 cedia de 14,19%, do ajuste anterior, para 14,11%, e a taxa da T-note de dez anos recuava de 4,290% a 4,262%.
Também seguindo o movimento externo, o real ampliou a sua valorização ante o dólar no mercado à vista. Assim, a moeda brasileira se mantém com o melhor desempenho do dia entre as 33 divisas acompanhadas pelo Valor. O dólar comercial cedia 0,63%, a R$ 5,6364, após tocar a mínima intradiária de R$ 5,6324.
Já o Ibovespa passou a subir 1,12%, aos 132.951 pontos, renovando a máxima intradiária, apoiado pelo recuo dos juros e pela subida das ações da Petrobras e de bancos. No horário acima, as ações PN da Petrobras subiam 0,33%, enquanto as units do Santander avançavam 1,69%.
19/03/2025 16:05:53
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Vivara dispara e Hapvida lidera perdas após resultados publicados pela ANS
Maiores Oscilações do Mercado (19/03/2025)
Ação | Variação | Motivo |
Vivara ON | +7,57% | Resultados fortes, redução na queima de caixa e melhora na alavancagem (J.P. Morgan e Bradesco BBI). |
LWSA ON | +6,15% | Recuperação após quedas anteriores; favorecido pelo recuo dos juros futuros. |
Vamos ON | +5,39% | Recuo dos juros futuros. |
Hapvida ON | -4,24% | Resultados da ANS sugerem redução significativa em depósitos judiciais (BTG Pactual). |
SLC Agrícola ON | -3,52% | Reversão da alta de 8% da véspera, após anúncio de compra de terras na sexta-feira (14). |
Telefônica ON | -1,40% | Compra da Samauma Brands por R$ 80 milhões, condicionada a metas. |
inteligenciafinanceira.com.br
— Valor Econômico
Comunicado do BC foi neutro e buscou flexibilidade em meio a um cenário mais incerto, avalia Kínitro
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ANÁLISE: Powell mostra que mercado não está sozinho sobre cenário turvo
BC deve subir mais 0,5 ponto em maio e depois fazer ajuste residual, diz Kinea
Agenda BC: Galípolo terá reunião com senador
BC foi cauteloso ao não dar ênfase e citar apenas ‘sinais incipientes’ de atividade, diz Pine
Preço do ouro estável após Fed manter taxas de juros
Bolsa de Tóquio não abre em razão de feriado
Bolsa de Seul abre em alta de 0,7%, aos 2.648,16 pontos, ampliando ganhos
AGENDA DE AMANHÃ: Decisões de política monetária são destaque
Decisões de política monetária na Suécia, na Suíça, no Reino Unido e na África do Sul são o principal destaque da agenda desta quinta-feira, 20 de março. No campo dos indicadores, os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos também devem ser acompanhados.
Agenda de quinta-feira, 20 de março
19/03/2025 16:48:34
— Valor Econômico
ANÁLISE: Copom procura manter as rédeas do ciclo de aperto
Bolsa de Hong Kong abre em baixa de 0,1%, aos 24.753,15 pontos, com realização de lucros
Bolsa de Xangai abre estável, aos 3.425,22 pontos, à espera de decisão do PBoC
China: PBoC mantém taxas de empréstimos estáveis
EXCLUSIVO: Em primeira oferta de ações do ano, Caixa Seguridade precifica papel em R$ 14,75 e follow-on movimenta R$ 1,22 bi, dizem fontes
Preço do cobre sobe com sinais de demanda mais forte
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