Petrobras (PETR4) e Prio (PETR4) são preferência ao apresentar maior disposição para remunerar acionistas, diz Itaú BBA
Empresas citadas na reportagem:
Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) permanecem como a preferência do Itaú BBA entre as empresas petroleiras. Pela prioridade de forte geração de fluxo de caixa livre e disposição de remunerar seus acionistas no curto prazo.
Os analistas destacam o forte pagamento de dividendos da Petrobras, cujo rendimento para 2025 chega a 16%. O banco projeta um Ebitda de US$ 10 bilhões no quarto trimestre, recuo de 14% ante o trimestre anterior, decorrentes do preço de petróleo mais fraco e queda do volume.
Os investimentos devem chegar a US$ 3,3 bilhões e dividendo ordinário de US$ 2,6 bilhões.
Já a Prio apresenta o maior fluxo de caixa livre entre as companhias do setor. Mesmo num cenário estressante à espera da produção do primeiro petróleo no campo Wahoo, no Espírito Santo.
“Reconhecemos os desafios potenciais que os projetos futuros podem enfrentar devido a atrasos no licenciamento ambiental”, acrescentam.
UGPA3 e VBBR3
Simultaneamente, os analistas Monique Martins Greco Natal, Bruna Amorim e Eric de Mello esperam uma melhora na dinâmica competitiva da Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBB3). Além de ganhos nos estoques no primeiro trimestre de 2025, projetado para resultar em margens melhores.
O Itaú prefere Ultrapar, sobre a Vibra, considerando as mais margens mais fortes.
Então, o Itaú BBA tem recomendação de compra para Petrobras e Prio, com preços-alvos de R$ 49 e R$ 70, respectivamente. Enquanto a recomendação é a mesma para Ultrapar e Vibra, com os respectivos preços-alvos: R$ 28 e R$ 30.
Com informações do Valor Econômico
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