Fernando Haddad
Acompanhe as decisões e políticas econômicas de Fernando Haddad e seu impacto no mercado, finanças e investimentos no Brasil.
Crescimento em 2025 terá “um pouquinho de moderação” devido à inflação, diz Haddad
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, projeta crescimento econômico moderado para 2025, influenciada pela inflação, com previsão de PIB em 2,5%.
Prioridade de Haddad nem sempre é a do Congresso, diz novo presidente da CCJ do Senado
Otto Alencar projeta possíveis entraves para pautas econômicas importantes do governo
Agenda cheia tem taxa de desemprego, PIB dos EUA e reunião do Conselho Monetário
Executivos da Petrobras (PETR3; PETR4) comentam também os resultados da estatal
Haddad projeta taxas de juros 70% menores no consignado privado
Ministro da Fazenda detalha mudanças no crédito consignado que resultarão em taxas de juros significativamente menores para pessoas físicas
Haddad explica pedido de Lula por ‘equilíbrio fiscal’; ministro ganha elogios de André Esteves em evento do BTG
Ministro da Fazenda afirmou que 'sem crescimento econômico, não vamos fazer ajuste'
Morning call: IPCA-15, discursos do Fed e Haddad em destaque
Investidores aguardam o IPCA-15 de fevereiro, além de monitorar as falas do ministro Fernando Haddad em evento do BTG. Acompanhe os principais destaques da agenda econômica do dia
Inflação, juros e crescimento: veja os principais indicadores econômicos desta segunda-feira
O mercado financeiro acompanha nesta segunda-feira (24) os dados do Boletim Focus, além das falas de Lula e Haddad sobre economia e investimentos
Haddad: Consignado privado pode ter juros a menos da metade do que se paga hoje
Ministro da Fazenda acredita que a medida pode alavancar o PIB
Isenção de IR até R$ 5 mil: ‘Desafio vai ser compensar’, diz Haddad
Ministro da Fazenda afirma que o desafio não é isentar o IR para quem ganha até R$ 5 mil, mas sim compensar com quem não paga, buscando 'justiça tributária' no Brasil
Lula critica discurso sobre déficit fiscal: ‘Bobagem usada por especuladores’
Lula rebateu as críticas ao déficit fiscal, classificando-as como 'bobagem' e atribuindo-as a quem busca 'viver de especulação'. O presidente defendeu Haddad e seu governo